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        <description>Revista de imprensa: o que nos mostram as primeiras páginas da imprensa mundial, pelo jornalista Carlos Magno.

Casa Comum
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                    <![CDATA[20. Tempo de paradoxos. Títulos apocalípticos. Como sair da caverna.]]>
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                <pubDate>Sun, 21 Jun 2020 18:01:05 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que não seja de agora – coloca Merkel frente a Trump. Carlos Magno fala de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança dos Estados Unidos da América, que escreveu um livro “muito crítico” do atual presidente americano. Traz-nos ainda Woody Allen, acusado pelo movimento #MeToo de assédio sexual. Os paradoxos são tais que o mundo está nas mãos de <em>troublemakers.</em> O futebol e a política são mais do que um simples jogo. Os movimentos antirracistas que por aí andam não nos vão conduzir a uma sociedade menos racista. São tempos apocalípticos. </p>



<p>(21/06/2020)</p>
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A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que não seja de agora – coloca Merkel frente a Trump. Carlos Magno fala de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança dos Estados Unidos da América, que escreveu um livro “muito crítico” do atual presidente americano. Traz-nos ainda Woody Allen, acusado pelo movimento #MeToo de assédio sexual. Os paradoxos são tais que o mundo está nas mãos de troublemakers. O futebol e a política são mais do que um simples jogo. Os movimentos antirracistas que por aí andam não nos vão conduzir a uma sociedade menos racista. São tempos apocalípticos. 



(21/06/2020)
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<p>A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que não seja de agora – coloca Merkel frente a Trump. Carlos Magno fala de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança dos Estados Unidos da América, que escreveu um livro “muito crítico” do atual presidente americano. Traz-nos ainda Woody Allen, acusado pelo movimento #MeToo de assédio sexual. Os paradoxos são tais que o mundo está nas mãos de <em>troublemakers.</em> O futebol e a política são mais do que um simples jogo. Os movimentos antirracistas que por aí andam não nos vão conduzir a uma sociedade menos racista. São tempos apocalípticos. </p>



<p>(21/06/2020)</p>
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A paciência chegou ao fim. Desconfina-se e é tempo de acertar as contas. Para o El País, a fotografia do momento – ainda que não seja de agora – coloca Merkel frente a Trump. Carlos Magno fala de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança dos Estados Unidos da América, que escreveu um livro “muito crítico” do atual presidente americano. Traz-nos ainda Woody Allen, acusado pelo movimento #MeToo de assédio sexual. Os paradoxos são tais que o mundo está nas mãos de troublemakers. O futebol e a política são mais do que um simples jogo. Os movimentos antirracistas que por aí andam não nos vão conduzir a uma sociedade menos racista. São tempos apocalípticos. 



(21/06/2020)
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                    <![CDATA[19. Desconfinar ou desconfiar. A procura da medida exata da Divina Distância.]]>
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                <pubDate>Mon, 15 Jun 2020 23:45:57 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A imprensa noticiosa torna-se instantânea, o papel vai morrendo em favor do ecrã. Turbilhão de temas, imagens e significados: máscaras e joelhos no chão, conflitos nas ruas, Trump e Xi Jinping em guerra pelo vírus, Bolsonaro <em>alter ego</em> de Trump, Trump incendiário. O Guardian coloca canetas contra balas, numa alusão a uma imprensa ameaçada. Espera-se a fatura de uma crise económica que está longe de acabar. Espera-se o retorno dos eventos culturais. Esperam-se as férias, que se adivinham difíceis. Bem precisamos de mulheres fortes nestes tempos incertos, diz-nos a Vogue.</p>



<p>Procura-se a medida exata da Divina Distância e, também por isso, Carlos Magno finaliza com a revista Apollo: na capa, uma figura bíblica, talvez Cristo ressuscitado a sair do sepulcro com Maria Madalena a seus pés, tentando tocar-lhe a túnica. Título: <em>Touching distance; The fine art of keeping apart.</em>  </p>



<p>(15/06/2020)</p>



<p></p>
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A imprensa noticiosa torna-se instantânea, o papel vai morrendo em favor do ecrã. Turbilhão de temas, imagens e significados: máscaras e joelhos no chão, conflitos nas ruas, Trump e Xi Jinping em guerra pelo vírus, Bolsonaro alter ego de Trump, Trump incendiário. O Guardian coloca canetas contra balas, numa alusão a uma imprensa ameaçada. Espera-se a fatura de uma crise económica que está longe de acabar. Espera-se o retorno dos eventos culturais. Esperam-se as férias, que se adivinham difíceis. Bem precisamos de mulheres fortes nestes tempos incertos, diz-nos a Vogue.



Procura-se a medida exata da Divina Distância e, também por isso, Carlos Magno finaliza com a revista Apollo: na capa, uma figura bíblica, talvez Cristo ressuscitado a sair do sepulcro com Maria Madalena a seus pés, tentando tocar-lhe a túnica. Título: Touching distance; The fine art of keeping apart.  



(15/06/2020)




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<p>Procura-se a medida exata da Divina Distância e, também por isso, Carlos Magno finaliza com a revista Apollo: na capa, uma figura bíblica, talvez Cristo ressuscitado a sair do sepulcro com Maria Madalena a seus pés, tentando tocar-lhe a túnica. Título: <em>Touching distance; The fine art of keeping apart.</em>  </p>



<p>(15/06/2020)</p>



<p></p>
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A imprensa noticiosa torna-se instantânea, o papel vai morrendo em favor do ecrã. Turbilhão de temas, imagens e significados: máscaras e joelhos no chão, conflitos nas ruas, Trump e Xi Jinping em guerra pelo vírus, Bolsonaro alter ego de Trump, Trump incendiário. O Guardian coloca canetas contra balas, numa alusão a uma imprensa ameaçada. Espera-se a fatura de uma crise económica que está longe de acabar. Espera-se o retorno dos eventos culturais. Esperam-se as férias, que se adivinham difíceis. Bem precisamos de mulheres fortes nestes tempos incertos, diz-nos a Vogue.



Procura-se a medida exata da Divina Distância e, também por isso, Carlos Magno finaliza com a revista Apollo: na capa, uma figura bíblica, talvez Cristo ressuscitado a sair do sepulcro com Maria Madalena a seus pés, tentando tocar-lhe a túnica. Título: Touching distance; The fine art of keeping apart.  



(15/06/2020)




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                    <![CDATA[18. Passadeiras e multidões. O golf macabro de Trump. Vírus em baixa, economia em alta.]]>
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                <pubDate>Fri, 05 Jun 2020 22:28:47 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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<p>Na Nature, a multidão que se evita no zebrado de uma passadeira ilustra a variabilidade do genoma humano: já nem tudo é Covid na imprensa internacional, nem mesmo nas revistas científicas. A economia, mas a economia da crise, volta a roubar os holofotes. Em França, Macron espera estoicamente pela fatura do desemprego, da dívida e das falências.  “A saúde contaminou a economia e hoje quase não se fala já de medicina do vírus. O problema já não se coloca no velho binómio segurança-liberdade, mas sim numa nova relação: saúde-economia”, diz-nos Carlos Magno. Nos EUA, regressa-se à rua e à luta de classes: as repercussões de Minneapolis fazem furor nas capas e primeiras páginas. A América está de joelhos e Donald Trump joga golfe num cemitério, com as campas abertas a servir de buracos, acusa a The Week.</p>



<p>(05/06/2020)</p>
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Na Nature, a multidão que se evita no zebrado de uma passadeira ilustra a variabilidade do genoma humano: já nem tudo é Covid na imprensa internacional, nem mesmo nas revistas científicas. A economia, mas a economia da crise, volta a roubar os holofotes. Em França, Macron espera estoicamente pela fatura do desemprego, da dívida e das falências.  “A saúde contaminou a economia e hoje quase não se fala já de medicina do vírus. O problema já não se coloca no velho binómio segurança-liberdade, mas sim numa nova relação: saúde-economia”, diz-nos Carlos Magno. Nos EUA, regressa-se à rua e à luta de classes: as repercussões de Minneapolis fazem furor nas capas e primeiras páginas. A América está de joelhos e Donald Trump joga golfe num cemitério, com as campas abertas a servir de buracos, acusa a The Week.



(05/06/2020)
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<p>(05/06/2020)</p>
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Na Nature, a multidão que se evita no zebrado de uma passadeira ilustra a variabilidade do genoma humano: já nem tudo é Covid na imprensa internacional, nem mesmo nas revistas científicas. A economia, mas a economia da crise, volta a roubar os holofotes. Em França, Macron espera estoicamente pela fatura do desemprego, da dívida e das falências.  “A saúde contaminou a economia e hoje quase não se fala já de medicina do vírus. O problema já não se coloca no velho binómio segurança-liberdade, mas sim numa nova relação: saúde-economia”, diz-nos Carlos Magno. Nos EUA, regressa-se à rua e à luta de classes: as repercussões de Minneapolis fazem furor nas capas e primeiras páginas. A América está de joelhos e Donald Trump joga golfe num cemitério, com as campas abertas a servir de buracos, acusa a The Week.



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                <title>
                    <![CDATA[17. A semiótica do vírus. Da caricatura de Trump à modelo japonesa da Vogue com a máscara transparente.]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 02 Jun 2020 10:51:50 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Os trajes médicos foram substituídos pelas fardas policiais. A morte de George Floyd em Minneapolis está na ótica do mundo. “I can’t breathe” ecoou entre jornais, revistas, televisões e rádios. Ainda na América, na capa do Financial Times, Donald Trump e o “grande” coronavírus estão destinados ao <em>meltdown</em>.</p>



<p>Numa primeira avaliação genérica do comportamento da imprensa durante a pandemia, Carlos Magno observa que os jornalistas tiveram de aprender com esta invasão silenciosa, perigosa, feita por um vírus desconhecido que ainda não conseguimos expulsar: aprender a esperar e aprender a confirmar notícias antes de as divulgar.</p>



<p>A semiótica da pandemia ornamenta-se de luvas, máscaras e mãos. E, por isso, a Vogue japonesa traz uma modelo, a preto e branco com uma máscara transparente, que deixa ver as partes do corpo agora proibidas: o nariz e a boca.</p>



<p>(02/06/2020)</p>



<p></p>
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                                    </description>
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Os trajes médicos foram substituídos pelas fardas policiais. A morte de George Floyd em Minneapolis está na ótica do mundo. “I can’t breathe” ecoou entre jornais, revistas, televisões e rádios. Ainda na América, na capa do Financial Times, Donald Trump e o “grande” coronavírus estão destinados ao meltdown.



Numa primeira avaliação genérica do comportamento da imprensa durante a pandemia, Carlos Magno observa que os jornalistas tiveram de aprender com esta invasão silenciosa, perigosa, feita por um vírus desconhecido que ainda não conseguimos expulsar: aprender a esperar e aprender a confirmar notícias antes de as divulgar.



A semiótica da pandemia ornamenta-se de luvas, máscaras e mãos. E, por isso, a Vogue japonesa traz uma modelo, a preto e branco com uma máscara transparente, que deixa ver as partes do corpo agora proibidas: o nariz e a boca.



(02/06/2020)




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<p>Os trajes médicos foram substituídos pelas fardas policiais. A morte de George Floyd em Minneapolis está na ótica do mundo. “I can’t breathe” ecoou entre jornais, revistas, televisões e rádios. Ainda na América, na capa do Financial Times, Donald Trump e o “grande” coronavírus estão destinados ao <em>meltdown</em>.</p>



<p>Numa primeira avaliação genérica do comportamento da imprensa durante a pandemia, Carlos Magno observa que os jornalistas tiveram de aprender com esta invasão silenciosa, perigosa, feita por um vírus desconhecido que ainda não conseguimos expulsar: aprender a esperar e aprender a confirmar notícias antes de as divulgar.</p>



<p>A semiótica da pandemia ornamenta-se de luvas, máscaras e mãos. E, por isso, a Vogue japonesa traz uma modelo, a preto e branco com uma máscara transparente, que deixa ver as partes do corpo agora proibidas: o nariz e a boca.</p>



<p>(02/06/2020)</p>



<p></p>
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Os trajes médicos foram substituídos pelas fardas policiais. A morte de George Floyd em Minneapolis está na ótica do mundo. “I can’t breathe” ecoou entre jornais, revistas, televisões e rádios. Ainda na América, na capa do Financial Times, Donald Trump e o “grande” coronavírus estão destinados ao meltdown.



Numa primeira avaliação genérica do comportamento da imprensa durante a pandemia, Carlos Magno observa que os jornalistas tiveram de aprender com esta invasão silenciosa, perigosa, feita por um vírus desconhecido que ainda não conseguimos expulsar: aprender a esperar e aprender a confirmar notícias antes de as divulgar.



A semiótica da pandemia ornamenta-se de luvas, máscaras e mãos. E, por isso, a Vogue japonesa traz uma modelo, a preto e branco com uma máscara transparente, que deixa ver as partes do corpo agora proibidas: o nariz e a boca.



(02/06/2020)




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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[16. A primeira página do New York Times e a falsa da Folha de São Paulo. Filosofia editorial no papel e no digital.]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 27 May 2020 01:53:25 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Vale a pena visitar a <a href="https://www.nytimes.com/interactive/2020/05/24/us/us-coronavirus-deaths-100000.html?fbclid=IwAR0UbVwhKr3sDyXg2W478KbOR5YfUKy-RVm6LVsWYWvjGxng_BjAPNY2Bcg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeira página do New York Times</a>, que correu o mundo, e ter a perceção da “perda incalculável” de que aí se fala. Carlos Magno destaca também o falso número da capa da Folha de São Paulo, que gerou mais cliques e partilhas do que a verdadeira. Eis algumas das imagens que nos passam pela retina. </p>



<p>(26/05/2020)</p>
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Vale a pena visitar a primeira página do New York Times, que correu o mundo, e ter a perceção da “perda incalculável” de que aí se fala. Carlos Magno destaca também o falso número da capa da Folha de São Paulo, que gerou mais cliques e partilhas do que a verdadeira. Eis algumas das imagens que nos passam pela retina. 



(26/05/2020)
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<p>(26/05/2020)</p>
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Vale a pena visitar a primeira página do New York Times, que correu o mundo, e ter a perceção da “perda incalculável” de que aí se fala. Carlos Magno destaca também o falso número da capa da Folha de São Paulo, que gerou mais cliques e partilhas do que a verdadeira. Eis algumas das imagens que nos passam pela retina. 



(26/05/2020)
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                <title>
                    <![CDATA[15. Teorias da conspiração. O que muda ou acelera. Fake news e charlatães.]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 19 May 2020 21:07:46 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Donald Trump continua nos holofotes do mundo. Carlos Magno guia-nos pela teoria QAnon, conspirativa, defensora de uma “cabala mundial de pedófilos que adoram Satanás e que governam o mundo, e teriam continuado (…) se não fosse a eleição de Donald Trump há 4 anos”. Vale a pena passar os olhos pelo artigo de Moisés Naím, no El País, um intelectual venezuelano exilado, que escreve <a href="https://elpais.com/opinion/2020-05-16/la-pandemia-reacciones-exageraciones-y-confusiones.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La pandemia: Reacciones, exageraciones y confusiones</a> . O vírus não sai das capas das revistas internacionais, agora em desconfinamento.</p>



<p>(19/05/2020)</p>
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Donald Trump continua nos holofotes do mundo. Carlos Magno guia-nos pela teoria QAnon, conspirativa, defensora de uma “cabala mundial de pedófilos que adoram Satanás e que governam o mundo, e teriam continuado (…) se não fosse a eleição de Donald Trump há 4 anos”. Vale a pena passar os olhos pelo artigo de Moisés Naím, no El País, um intelectual venezuelano exilado, que escreve La pandemia: Reacciones, exageraciones y confusiones . O vírus não sai das capas das revistas internacionais, agora em desconfinamento.



(19/05/2020)
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<p>Donald Trump continua nos holofotes do mundo. Carlos Magno guia-nos pela teoria QAnon, conspirativa, defensora de uma “cabala mundial de pedófilos que adoram Satanás e que governam o mundo, e teriam continuado (…) se não fosse a eleição de Donald Trump há 4 anos”. Vale a pena passar os olhos pelo artigo de Moisés Naím, no El País, um intelectual venezuelano exilado, que escreve <a href="https://elpais.com/opinion/2020-05-16/la-pandemia-reacciones-exageraciones-y-confusiones.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La pandemia: Reacciones, exageraciones y confusiones</a> . O vírus não sai das capas das revistas internacionais, agora em desconfinamento.</p>



<p>(19/05/2020)</p>
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Donald Trump continua nos holofotes do mundo. Carlos Magno guia-nos pela teoria QAnon, conspirativa, defensora de uma “cabala mundial de pedófilos que adoram Satanás e que governam o mundo, e teriam continuado (…) se não fosse a eleição de Donald Trump há 4 anos”. Vale a pena passar os olhos pelo artigo de Moisés Naím, no El País, um intelectual venezuelano exilado, que escreve La pandemia: Reacciones, exageraciones y confusiones . O vírus não sai das capas das revistas internacionais, agora em desconfinamento.



(19/05/2020)
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                    <![CDATA[14. Volta ao mundo quase desconfinada]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 15 May 2020 00:26:13 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>O globo com máscara continua a ser o retrato do mundo. Há imagens que é preciso saber ver, ler e interiorizar. Fechadas em casa, as pessoas constroem a torre dos livros da primavera 2020; e entre a segurança e a privacidade não há escolha possível.</p>



<p>(14/05/2020)</p>
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O globo com máscara continua a ser o retrato do mundo. Há imagens que é preciso saber ver, ler e interiorizar. Fechadas em casa, as pessoas constroem a torre dos livros da primavera 2020; e entre a segurança e a privacidade não há escolha possível.



(14/05/2020)
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<p>O globo com máscara continua a ser o retrato do mundo. Há imagens que é preciso saber ver, ler e interiorizar. Fechadas em casa, as pessoas constroem a torre dos livros da primavera 2020; e entre a segurança e a privacidade não há escolha possível.</p>



<p>(14/05/2020)</p>
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O globo com máscara continua a ser o retrato do mundo. Há imagens que é preciso saber ver, ler e interiorizar. Fechadas em casa, as pessoas constroem a torre dos livros da primavera 2020; e entre a segurança e a privacidade não há escolha possível.



(14/05/2020)
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                    <![CDATA[13. O vírus na torre de Babel]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 15 May 2020 00:25:35 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A mistura de línguas na imprensa global tem como palavra transversal a Covid. Shakespeare escreveu o Rei Lear durante a quarentena da peste. Já não há línguas puras. As primeiras páginas de jornais e capas de revista revelam esta tendência.</p>



<p>(14/05/2020)</p>
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A mistura de línguas na imprensa global tem como palavra transversal a Covid. Shakespeare escreveu o Rei Lear durante a quarentena da peste. Já não há línguas puras. As primeiras páginas de jornais e capas de revista revelam esta tendência.



(14/05/2020)
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<p>A mistura de línguas na imprensa global tem como palavra transversal a Covid. Shakespeare escreveu o Rei Lear durante a quarentena da peste. Já não há línguas puras. As primeiras páginas de jornais e capas de revista revelam esta tendência.</p>



<p>(14/05/2020)</p>
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A mistura de línguas na imprensa global tem como palavra transversal a Covid. Shakespeare escreveu o Rei Lear durante a quarentena da peste. Já não há línguas puras. As primeiras páginas de jornais e capas de revista revelam esta tendência.



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                    <![CDATA[12. Perguntar com palavras, responder com imagens]]>
                </title>
                <pubDate>Sat, 09 May 2020 15:02:09 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?</p>



<p>Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.</p>



<p>(09/05/2020)</p>
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                    <![CDATA[
Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?



Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.



(09/05/2020)
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<p>Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?</p>



<p>Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.</p>



<p>(09/05/2020)</p>
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Muito vai ter que mudar na edição dos jornais e revistas depois da pandemia. Perante a crise da imprensa e a angústia geral, o Guardian pergunta: como ser criativo em tempo de crise?



Na revista brasileira Piauí vemos Bolsonaro, o presidente brasileiro a beijar “apaixonadamente” o esqueleto da morte. As revistas estão de quarentena – algumas vestem apenas uma máscara, outras adornam-se com teclas e outras, como a Fact do Dubai ilustra um Ramadão passado em casa, com um vírus corona no lugar das estrelas. O mundo mudou muito, mas muito pouca gente quer mudar e sair da zona de conforto, como é o caso dos jornais.



(09/05/2020)
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                <title>
                    <![CDATA[11. Você compra uma revista só pela capa? Quanto vale a primeira página de um jornal?]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 07 May 2020 19:20:15 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>As imagens surgem a uma velocidade mais lenta. Certos de que não voltaremos ao que éramos, esperamos a segunda vaga. A Vogue leva à capa a atriz Judi Dench, 85 anos, homenageando os que resistem ao COVID. É ou não tempo de esperança? O que será das férias num mundo em clausura, e uma rentrée que não se sabe se é, ou o que é? E mais: máscaras, moda, marketing, mensagens, música…</p>
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As imagens surgem a uma velocidade mais lenta. Certos de que não voltaremos ao que éramos, esperamos a segunda vaga. A Vogue leva à capa a atriz Judi Dench, 85 anos, homenageando os que resistem ao COVID. É ou não tempo de esperança? O que será das férias num mundo em clausura, e uma rentrée que não se sabe se é, ou o que é? E mais: máscaras, moda, marketing, mensagens, música…
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<p>As imagens surgem a uma velocidade mais lenta. Certos de que não voltaremos ao que éramos, esperamos a segunda vaga. A Vogue leva à capa a atriz Judi Dench, 85 anos, homenageando os que resistem ao COVID. É ou não tempo de esperança? O que será das férias num mundo em clausura, e uma rentrée que não se sabe se é, ou o que é? E mais: máscaras, moda, marketing, mensagens, música…</p>
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As imagens surgem a uma velocidade mais lenta. Certos de que não voltaremos ao que éramos, esperamos a segunda vaga. A Vogue leva à capa a atriz Judi Dench, 85 anos, homenageando os que resistem ao COVID. É ou não tempo de esperança? O que será das férias num mundo em clausura, e uma rentrée que não se sabe se é, ou o que é? E mais: máscaras, moda, marketing, mensagens, música…
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                    <![CDATA[10. A pandemia no feminino. Mulheres lideram o combate.]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 30 Apr 2020 23:41:55 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Máscaras e luvas, gente à janela, ruas desertas, cidades vazias. Médicos e enfermeiros, cientistas economistas. Estatísticas e gráficos. Nas capas das revistas, as imagens que procuram fazer a síntese perfeita dos momentos de uma invasão – por um desconhecido – que destruiu a nossa forma de vida em sociedade.</p>



<p>(01/05/2020)</p>
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Máscaras e luvas, gente à janela, ruas desertas, cidades vazias. Médicos e enfermeiros, cientistas economistas. Estatísticas e gráficos. Nas capas das revistas, as imagens que procuram fazer a síntese perfeita dos momentos de uma invasão – por um desconhecido – que destruiu a nossa forma de vida em sociedade.



(01/05/2020)
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<p>(01/05/2020)</p>
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Máscaras e luvas, gente à janela, ruas desertas, cidades vazias. Médicos e enfermeiros, cientistas economistas. Estatísticas e gráficos. Nas capas das revistas, as imagens que procuram fazer a síntese perfeita dos momentos de uma invasão – por um desconhecido – que destruiu a nossa forma de vida em sociedade.



(01/05/2020)
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                    <![CDATA[9. O cisne negro]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 30 Apr 2020 23:35:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os <em>media</em> passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento.  Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.</p>



<p>(01/05/2020)</p>
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                    <![CDATA[
Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os media passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento.  Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.



(01/05/2020)
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<p>Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os <em>media</em> passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento.  Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.</p>



<p>(01/05/2020)</p>
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Da improbabilidade do cisne negro às feridas nacionais, do cansaço do confinamento à esperança de novos tempos, os media passados em revista por Carlo Magno trazem-nos frases sintomáticas, espaços em branco, e o ato de rir como medicamento.  Se “estar longe faz-nos sentir tão próximos”, temos o contraponto da indiferença de Jair Bolsonaro perante o aumento das mortes no Brasil, clamando: “e daí? Sou Messias, mas não faço milagres”. A fechar, o New Yorker, que nos propõe um guia da cidade agora vazia – para quando pudermos voltar a sair.



(01/05/2020)
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                <pubDate>Fri, 24 Apr 2020 23:19:59 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Será possível contarmos o 25 de abril através das palavras de ordem e das frases então escritas nas paredes? Sim, afinal todas as revoluções têm legendas. Carlos Magno propõe-nos uma leitura das paredes em vez dos jornais.</p>



<p>(25/04/2020)</p>
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Será possível contarmos o 25 de abril através das palavras de ordem e das frases então escritas nas paredes? Sim, afinal todas as revoluções têm legendas. Carlos Magno propõe-nos uma leitura das paredes em vez dos jornais.



(25/04/2020)
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<p>Será possível contarmos o 25 de abril através das palavras de ordem e das frases então escritas nas paredes? Sim, afinal todas as revoluções têm legendas. Carlos Magno propõe-nos uma leitura das paredes em vez dos jornais.</p>



<p>(25/04/2020)</p>
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Será possível contarmos o 25 de abril através das palavras de ordem e das frases então escritas nas paredes? Sim, afinal todas as revoluções têm legendas. Carlos Magno propõe-nos uma leitura das paredes em vez dos jornais.



(25/04/2020)
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                    <![CDATA[7. A economia é como uma bicicleta]]>
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                <pubDate>Tue, 21 Apr 2020 15:22:24 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>No quiosque virtual de Carlos Magno, as notícias parecem girar sobre si próprias, acumulando perguntas de um mundo interrompido: será o fim da globalização? Quem está ao comando disto tudo? Depois da tempestade, como será o mundo? Todos sabemos que a economia é como uma bicicleta (se para, cai), mas se até agora dominaram os números, vai sendo o tempo de humanizar tudo isto.</p>



<p>(21/04/2020)</p>



<p></p>



<p></p>
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No quiosque virtual de Carlos Magno, as notícias parecem girar sobre si próprias, acumulando perguntas de um mundo interrompido: será o fim da globalização? Quem está ao comando disto tudo? Depois da tempestade, como será o mundo? Todos sabemos que a economia é como uma bicicleta (se para, cai), mas se até agora dominaram os números, vai sendo o tempo de humanizar tudo isto.



(21/04/2020)








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<p>No quiosque virtual de Carlos Magno, as notícias parecem girar sobre si próprias, acumulando perguntas de um mundo interrompido: será o fim da globalização? Quem está ao comando disto tudo? Depois da tempestade, como será o mundo? Todos sabemos que a economia é como uma bicicleta (se para, cai), mas se até agora dominaram os números, vai sendo o tempo de humanizar tudo isto.</p>



<p>(21/04/2020)</p>



<p></p>



<p></p>
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No quiosque virtual de Carlos Magno, as notícias parecem girar sobre si próprias, acumulando perguntas de um mundo interrompido: será o fim da globalização? Quem está ao comando disto tudo? Depois da tempestade, como será o mundo? Todos sabemos que a economia é como uma bicicleta (se para, cai), mas se até agora dominaram os números, vai sendo o tempo de humanizar tudo isto.



(21/04/2020)








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                </title>
                <pubDate>Sat, 18 Apr 2020 01:11:33 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Neste período dominado por máscaras – na economia, na medicina e na política – e em que o editorialismo ocupa o lugar da atitude crítica, as primeiras páginas da imprensa global repetem ideias e conselhos paternalistas para o combate à experiência de um tempo que parece estender-se sem fim.

(18/04/2020)]]>
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                <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 12:34:02 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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(15/04/2020)]]>
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                <pubDate>Sat, 04 Apr 2020 22:39:38 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>É para os grandes filósofos vivos que se viram as perguntas do sistema mediático internacional. O esloveno Žižek e o sul-coreano Byung-Chul Han são os mais citados talvez porque foram os primeiros a publicar textos sobre o coronavírus e as suas consequências imediatas.</p><p>(05/04/2020)</p>]]>
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                    <![CDATA[É para os grandes filósofos vivos que se viram as perguntas do sistema mediático internacional. O esloveno Žižek e o sul-coreano Byung-Chul Han são os mais citados talvez porque foram os primeiros a publicar textos sobre o coronavírus e as suas consequências imediatas.(05/04/2020)]]>
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                    <![CDATA[3. Filosofia e pandemia]]>
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                    <![CDATA[<p>É para os grandes filósofos vivos que se viram as perguntas do sistema mediático internacional. O esloveno Žižek e o sul-coreano Byung-Chul Han são os mais citados talvez porque foram os primeiros a publicar textos sobre o coronavírus e as suas consequências imediatas.</p><p>(05/04/2020)</p>]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[2. Cinema e Vírus]]>
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                <pubDate>Fri, 03 Apr 2020 23:43:54 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Nas capas de jornais e revistas em tempo de quarentena abundam imagens proféticas do cinema.</p><p>(04/04/2020)</p>]]>
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                    <![CDATA[Nas capas de jornais e revistas em tempo de quarentena abundam imagens proféticas do cinema.(04/04/2020)]]>
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                    <![CDATA[<p>Nas capas de jornais e revistas em tempo de quarentena abundam imagens proféticas do cinema.</p><p>(04/04/2020)</p>]]>
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                    <![CDATA[1. Os dias da quarentena]]>
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                <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 01:20:35 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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