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        <description>Bem-vindo ao KolplaCast, o podcast de atualização científica da Kolplast. Semanalmente, apresentamos uma síntese clara e objetiva de estudos revisados por pares e open access, conectando a literatura científica a aplicações reais em saúde e diagnóstico. Cada episódio parte de um tema atual e relaciona o conhecimento produzido pela ciência a soluções e rotinas que fazem diferença no cotidiano de profissionais e instituições. Conteúdo educativo, baseado em evidências, pronto para ouvir e aplicar.</description>
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                <itunes:subtitle>Bem-vindo ao KolplaCast, o podcast de atualização científica da Kolplast. Semanalmente, apresentamos uma síntese clara e objetiva de estudos revisados por pares e open access, conectando a literatura científica a aplicações reais em saúde e diagnóstico. Cada episódio parte de um tema atual e relaciona o conhecimento produzido pela ciência a soluções e rotinas que fazem diferença no cotidiano de profissionais e instituições. Conteúdo educativo, baseado em evidências, pronto para ouvir e aplicar.</itunes:subtitle>
        <itunes:author>Gustavo Barcelos Barra</itunes:author>
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        <itunes:summary>Bem-vindo ao KolplaCast, o podcast de atualização científica da Kolplast. Semanalmente, apresentamos uma síntese clara e objetiva de estudos revisados por pares e open access, conectando a literatura científica a aplicações reais em saúde e diagnóstico. Cada episódio parte de um tema atual e relaciona o conhecimento produzido pela ciência a soluções e rotinas que fazem diferença no cotidiano de profissionais e instituições. Conteúdo educativo, baseado em evidências, pronto para ouvir e aplicar.</itunes:summary>
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            <itunes:name>Gustavo Barcelos Barra</itunes:name>
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                    <![CDATA[Autocoleta para HPV em mulheres acima de 60 anos]]>
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                <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 09:35:44 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Gustavo Barcelos Barra</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como mulheres de 64 anos ou mais percebem a autocoleta vaginal para testes de HPV em comparação à coleta realizada por uma profissional de saúde, a partir de um estudo qualitativo conduzido na Suécia.</p>
<p>Destaques do Estudo:<br />Este estudo qualitativo entrevistou 18 mulheres entre 64 e 69 anos que haviam realizado autocoleta vaginal e/ou coleta por parteira/enfermeira obstétrica, utilizando uma abordagem fenomenográfica para mapear diferentes maneiras de perceber cada método. As participantes relataram confiança em sua capacidade de realizar a autocoleta quando recebiam instruções claras, valorizando ao mesmo tempo a segurança de saber que a profissional pode identificar outras alterações ginecológicas e responder dúvidas durante a consulta. A autocoleta foi descrita como mais confortável, menos constrangedora e mais prática, permitindo fazer o exame em casa, economizar tempo e reduzir custos de deslocamento, o que também foi visto como benefício para o sistema de saúde. As mulheres destacaram a importância de receber instruções detalhadas com ilustrações sobre como coletar a amostra, mas revelaram lacunas importantes de conhecimento sobre HPV, sobre a mudança do rastreamento citológico para o teste de HPV e sobre o significado de um resultado positivo, especialmente nessa faixa etária.</p>
<p>Conclusão:<br />O estudo conclui que a autocoleta para HPV é bem aceita por mulheres mais velhas e pode complementar a coleta profissional, desde que acompanhada de informações claras sobre HPV, resultados de exame e caminhos de seguimento.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o estudo não avalie dispositivos específicos, a valorização da autocoleta como alternativa confortável, prática e aceitável para mulheres mais velhas se alinha diretamente ao uso do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril e descartável composto por tubo tipo falcon com base reta, tampa de dupla rosca, aba limitadora de profundidade e haste com cerdas macias, desenvolvido para autocoleta de material celular vaginal destinado à triagem de HPV por biologia molecular. Ao permitir que a paciente realize a coleta em ambiente de privacidade, com boa capacidade de coleta, proteção adequada da amostra no tubo de transporte e possibilidade de armazenamento em temperatura ambiente antes do envio, o Coari contribui para ampliar o acesso ao rastreamento, reduzir barreiras socioculturais e apoiar a segurança e a eficiência do fluxo de trabalho laboratorial. Para mais detalhes sobre o dispositivo, indicações de uso e recomendações de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Hälleberg Nyman M, Lillsunde Larsson G, Blomberg K, Schröder A. Older women’s perceptions of HPV self-sampling and HPV-sampling performed by a midwife – a phenomenographic study. BMC Public Health. 2024;24:211. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12889-024-17723-7</p>
<p>Licença:<br />Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" title="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="noreferrer noopener">https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</a></p>
<p>Kolplast:<br />Site oficial: <a href="https://kolplast.com.br" target="_blank" title="https://kolplast.com.br" rel="noreferrer noopener">https://kolplast.com.br</a></p>
<p>No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como mulheres de 64 anos ou mais percebem a autocoleta vaginal para testes de HPV em comparação à coleta realizada por uma profissional de saúde, a partir de um estudo qualitativo conduzido na Suécia.
Destaques do Estudo:Este estudo qualitativo entrevistou 18 mulheres entre 64 e 69 anos que haviam realizado autocoleta vaginal e/ou coleta por parteira/enfermeira obstétrica, utilizando uma abordagem fenomenográfica para mapear diferentes maneiras de perceber cada método. As participantes relataram confiança em sua capacidade de realizar a autocoleta quando recebiam instruções claras, valorizando ao mesmo tempo a segurança de saber que a profissional pode identificar outras alterações ginecológicas e responder dúvidas durante a consulta. A autocoleta foi descrita como mais confortável, menos constrangedora e mais prática, permitindo fazer o exame em casa, economizar tempo e reduzir custos de deslocamento, o que também foi visto como benefício para o sistema de saúde. As mulheres destacaram a importância de receber instruções detalhadas com ilustrações sobre como coletar a amostra, mas revelaram lacunas importantes de conhecimento sobre HPV, sobre a mudança do rastreamento citológico para o teste de HPV e sobre o significado de um resultado positivo, especialmente nessa faixa etária.
Conclusão:O estudo conclui que a autocoleta para HPV é bem aceita por mulheres mais velhas e pode complementar a coleta profissional, desde que acompanhada de informações claras sobre HPV, resultados de exame e caminhos de seguimento.
Conexão Kolplast:Embora o estudo não avalie dispositivos específicos, a valorização da autocoleta como alternativa confortável, prática e aceitável para mulheres mais velhas se alinha diretamente ao uso do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril e descartável composto por tubo tipo falcon com base reta, tampa de dupla rosca, aba limitadora de profundidade e haste com cerdas macias, desenvolvido para autocoleta de material celular vaginal destinado à triagem de HPV por biologia molecular. Ao permitir que a paciente realize a coleta em ambiente de privacidade, com boa capacidade de coleta, proteção adequada da amostra no tubo de transporte e possibilidade de armazenamento em temperatura ambiente antes do envio, o Coari contribui para ampliar o acesso ao rastreamento, reduzir barreiras socioculturais e apoiar a segurança e a eficiência do fluxo de trabalho laboratorial. Para mais detalhes sobre o dispositivo, indicações de uso e recomendações de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.
Referência:Hälleberg Nyman M, Lillsunde Larsson G, Blomberg K, Schröder A. Older women’s perceptions of HPV self-sampling and HPV-sampling performed by a midwife – a phenomenographic study. BMC Public Health. 2024;24:211. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12889-024-17723-7
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.]]>
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                    <![CDATA[<p>Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como mulheres de 64 anos ou mais percebem a autocoleta vaginal para testes de HPV em comparação à coleta realizada por uma profissional de saúde, a partir de um estudo qualitativo conduzido na Suécia.</p>
<p>Destaques do Estudo:<br />Este estudo qualitativo entrevistou 18 mulheres entre 64 e 69 anos que haviam realizado autocoleta vaginal e/ou coleta por parteira/enfermeira obstétrica, utilizando uma abordagem fenomenográfica para mapear diferentes maneiras de perceber cada método. As participantes relataram confiança em sua capacidade de realizar a autocoleta quando recebiam instruções claras, valorizando ao mesmo tempo a segurança de saber que a profissional pode identificar outras alterações ginecológicas e responder dúvidas durante a consulta. A autocoleta foi descrita como mais confortável, menos constrangedora e mais prática, permitindo fazer o exame em casa, economizar tempo e reduzir custos de deslocamento, o que também foi visto como benefício para o sistema de saúde. As mulheres destacaram a importância de receber instruções detalhadas com ilustrações sobre como coletar a amostra, mas revelaram lacunas importantes de conhecimento sobre HPV, sobre a mudança do rastreamento citológico para o teste de HPV e sobre o significado de um resultado positivo, especialmente nessa faixa etária.</p>
<p>Conclusão:<br />O estudo conclui que a autocoleta para HPV é bem aceita por mulheres mais velhas e pode complementar a coleta profissional, desde que acompanhada de informações claras sobre HPV, resultados de exame e caminhos de seguimento.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o estudo não avalie dispositivos específicos, a valorização da autocoleta como alternativa confortável, prática e aceitável para mulheres mais velhas se alinha diretamente ao uso do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril e descartável composto por tubo tipo falcon com base reta, tampa de dupla rosca, aba limitadora de profundidade e haste com cerdas macias, desenvolvido para autocoleta de material celular vaginal destinado à triagem de HPV por biologia molecular. Ao permitir que a paciente realize a coleta em ambiente de privacidade, com boa capacidade de coleta, proteção adequada da amostra no tubo de transporte e possibilidade de armazenamento em temperatura ambiente antes do envio, o Coari contribui para ampliar o acesso ao rastreamento, reduzir barreiras socioculturais e apoiar a segurança e a eficiência do fluxo de trabalho laboratorial. Para mais detalhes sobre o dispositivo, indicações de uso e recomendações de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Hälleberg Nyman M, Lillsunde Larsson G, Blomberg K, Schröder A. Older women’s perceptions of HPV self-sampling and HPV-sampling performed by a midwife – a phenomenographic study. BMC Public Health. 2024;24:211. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12889-024-17723-7</p>
<p>Licença:<br />Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" title="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="noreferrer noopener">https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</a></p>
<p>Kolplast:<br />Site oficial: <a href="https://kolplast.com.br" target="_blank" title="https://kolplast.com.br" rel="noreferrer noopener">https://kolplast.com.br</a></p>
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Destaques do Estudo:Este estudo qualitativo entrevistou 18 mulheres entre 64 e 69 anos que haviam realizado autocoleta vaginal e/ou coleta por parteira/enfermeira obstétrica, utilizando uma abordagem fenomenográfica para mapear diferentes maneiras de perceber cada método. As participantes relataram confiança em sua capacidade de realizar a autocoleta quando recebiam instruções claras, valorizando ao mesmo tempo a segurança de saber que a profissional pode identificar outras alterações ginecológicas e responder dúvidas durante a consulta. A autocoleta foi descrita como mais confortável, menos constrangedora e mais prática, permitindo fazer o exame em casa, economizar tempo e reduzir custos de deslocamento, o que também foi visto como benefício para o sistema de saúde. As mulheres destacaram a importância de receber instruções detalhadas com ilustrações sobre como coletar a amostra, mas revelaram lacunas importantes de conhecimento sobre HPV, sobre a mudança do rastreamento citológico para o teste de HPV e sobre o significado de um resultado positivo, especialmente nessa faixa etária.
Conclusão:O estudo conclui que a autocoleta para HPV é bem aceita por mulheres mais velhas e pode complementar a coleta profissional, desde que acompanhada de informações claras sobre HPV, resultados de exame e caminhos de seguimento.
Conexão Kolplast:Embora o estudo não avalie dispositivos específicos, a valorização da autocoleta como alternativa confortável, prática e aceitável para mulheres mais velhas se alinha diretamente ao uso do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril e descartável composto por tubo tipo falcon com base reta, tampa de dupla rosca, aba limitadora de profundidade e haste com cerdas macias, desenvolvido para autocoleta de material celular vaginal destinado à triagem de HPV por biologia molecular. Ao permitir que a paciente realize a coleta em ambiente de privacidade, com boa capacidade de coleta, proteção adequada da amostra no tubo de transporte e possibilidade de armazenamento em temperatura ambiente antes do envio, o Coari contribui para ampliar o acesso ao rastreamento, reduzir barreiras socioculturais e apoiar a segurança e a eficiência do fluxo de trabalho laboratorial. Para mais detalhes sobre o dispositivo, indicações de uso e recomendações de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.
Referência:Hälleberg Nyman M, Lillsunde Larsson G, Blomberg K, Schröder A. Older women’s perceptions of HPV self-sampling and HPV-sampling performed by a midwife – a phenomenographic study. BMC Public Health. 2024;24:211. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12889-024-17723-7
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.]]>
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                <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 09:32:55 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Gustavo Barcelos Barra</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como a comparação entre DNA de saliva e de sangue em pacientes com deficiência intelectual sindrômica pode revelar mosaicismos genômicos que passam despercebidos em testes feitos apenas com amostras sanguíneas.</p>
<p>Destaques do Estudo:<br />Neste estudo, os autores analisam resultados de SNP-microarray em dezenas de milhares de amostras, identificando um subgrupo de 370 indivíduos que realizaram o teste tanto em sangue quanto em saliva, incluindo 224 com deficiência intelectual sindrômica e 146 com deficiência intelectual isolada. Entre os pacientes com deficiência intelectual sindrômica, a saliva revelou mosaicismo patogênico em 20 indivíduos que não apresentavam alterações detectáveis no sangue, principalmente aneuploidias e grandes variantes de número de cópias terminais com tamanhos na faixa de dezenas de megabases e níveis de mosaico entre 5% e 40%. Em contraste, as alterações estruturais não mosaicas mostraram concordância completa entre sangue e saliva, com CNVs menores, predominantemente intersticiais e de tamanho médio próximo de 0,6–0,7 Mb. A análise sugere que células epiteliais de origem ectodérmica presentes na saliva e em amostras bucais aumentam a sensibilidade para mosaicismo limitado a determinados tecidos, enquanto o DNA de origem hematopoiética do sangue pode mascarar linhagens celulares minoritárias. Com base nesses achados, os autores propõem saliva ou células bucais como tecido de primeira escolha para microarranjos em indivíduos com deficiência intelectual sindrômica e como opção complementar em casos em que CMA ou sequenciamentos em sangue não identificam uma causa genética conclusiva.</p>
<p>Conclusão:<br />O estudo reforça que a escolha da matriz biológica é estratégica em genética diagnóstica, mostrando que o uso de saliva pode aumentar de forma relevante o rendimento na detecção de mosaicismo patogênico em pacientes com deficiência intelectual sindrômica.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o estudo não avalie kits específicos de coleta, a recomendação de priorizar saliva e material bucal para investigar mosaicismo genômico dialoga diretamente com o uso do Kolplagene, da Kolplast, como solução padronizada para coleta oral em testes genéticos. O Kolplagene é um sistema de coleta não invasiva com swab de espuma sintética e tubo contendo solução preservante, que inativa nucleases, mantém a estabilidade e integridade do DNA por até 30 dias em temperatura ambiente e reduz a necessidade de cadeia fria durante o transporte. Ao fornecer amostra líquida padronizada, rastreável por código de barras e compatível com diferentes plataformas de extração e painéis genômicos, o Kolplagene apoia a implementação segura e eficiente de microarranjos, exomas e outros testes moleculares baseados em DNA bucal. Para mais informações sobre indicações, benefícios técnicos e orientações de uso, o link para o material do produto Kolplagene está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Francis DI, Stark Z, Scheffer IE, Tan TY, Murali K, Gallacher L, et al. Comparing saliva and blood for the detection of mosaic genomic abnormalities that cause syndromic intellectual disability. European Journal of Human Genetics. 2023;31:521–525. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41431-022-01232-5</p>
<p>Licença:<br />Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) –<a href="%20https%3A/creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" title="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="noreferrer noopener"> https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</a></p>
<p>Kolplast:<br />Site oficial: <a href="https://kolplast.com.br" target="_blank" title="https://kolplast.com.br" rel="noreferrer noopener">https://kolplast.com.br</a></p>
<p>No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.</p>]]>
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                    <![CDATA[Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como a comparação entre DNA de saliva e de sangue em pacientes com deficiência intelectual sindrômica pode revelar mosaicismos genômicos que passam despercebidos em testes feitos apenas com amostras sanguíneas.
Destaques do Estudo:Neste estudo, os autores analisam resultados de SNP-microarray em dezenas de milhares de amostras, identificando um subgrupo de 370 indivíduos que realizaram o teste tanto em sangue quanto em saliva, incluindo 224 com deficiência intelectual sindrômica e 146 com deficiência intelectual isolada. Entre os pacientes com deficiência intelectual sindrômica, a saliva revelou mosaicismo patogênico em 20 indivíduos que não apresentavam alterações detectáveis no sangue, principalmente aneuploidias e grandes variantes de número de cópias terminais com tamanhos na faixa de dezenas de megabases e níveis de mosaico entre 5% e 40%. Em contraste, as alterações estruturais não mosaicas mostraram concordância completa entre sangue e saliva, com CNVs menores, predominantemente intersticiais e de tamanho médio próximo de 0,6–0,7 Mb. A análise sugere que células epiteliais de origem ectodérmica presentes na saliva e em amostras bucais aumentam a sensibilidade para mosaicismo limitado a determinados tecidos, enquanto o DNA de origem hematopoiética do sangue pode mascarar linhagens celulares minoritárias. Com base nesses achados, os autores propõem saliva ou células bucais como tecido de primeira escolha para microarranjos em indivíduos com deficiência intelectual sindrômica e como opção complementar em casos em que CMA ou sequenciamentos em sangue não identificam uma causa genética conclusiva.
Conclusão:O estudo reforça que a escolha da matriz biológica é estratégica em genética diagnóstica, mostrando que o uso de saliva pode aumentar de forma relevante o rendimento na detecção de mosaicismo patogênico em pacientes com deficiência intelectual sindrômica.
Conexão Kolplast:Embora o estudo não avalie kits específicos de coleta, a recomendação de priorizar saliva e material bucal para investigar mosaicismo genômico dialoga diretamente com o uso do Kolplagene, da Kolplast, como solução padronizada para coleta oral em testes genéticos. O Kolplagene é um sistema de coleta não invasiva com swab de espuma sintética e tubo contendo solução preservante, que inativa nucleases, mantém a estabilidade e integridade do DNA por até 30 dias em temperatura ambiente e reduz a necessidade de cadeia fria durante o transporte. Ao fornecer amostra líquida padronizada, rastreável por código de barras e compatível com diferentes plataformas de extração e painéis genômicos, o Kolplagene apoia a implementação segura e eficiente de microarranjos, exomas e outros testes moleculares baseados em DNA bucal. Para mais informações sobre indicações, benefícios técnicos e orientações de uso, o link para o material do produto Kolplagene está disponível na descrição do episódio.
Referência:Francis DI, Stark Z, Scheffer IE, Tan TY, Murali K, Gallacher L, et al. Comparing saliva and blood for the detection of mosaic genomic abnormalities that cause syndromic intellectual disability. European Journal of Human Genetics. 2023;31:521–525. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41431-022-01232-5
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.]]>
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                    <![CDATA[Saliva x sangue na detecção de mosaicismo genômico]]>
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<p>Destaques do Estudo:<br />Neste estudo, os autores analisam resultados de SNP-microarray em dezenas de milhares de amostras, identificando um subgrupo de 370 indivíduos que realizaram o teste tanto em sangue quanto em saliva, incluindo 224 com deficiência intelectual sindrômica e 146 com deficiência intelectual isolada. Entre os pacientes com deficiência intelectual sindrômica, a saliva revelou mosaicismo patogênico em 20 indivíduos que não apresentavam alterações detectáveis no sangue, principalmente aneuploidias e grandes variantes de número de cópias terminais com tamanhos na faixa de dezenas de megabases e níveis de mosaico entre 5% e 40%. Em contraste, as alterações estruturais não mosaicas mostraram concordância completa entre sangue e saliva, com CNVs menores, predominantemente intersticiais e de tamanho médio próximo de 0,6–0,7 Mb. A análise sugere que células epiteliais de origem ectodérmica presentes na saliva e em amostras bucais aumentam a sensibilidade para mosaicismo limitado a determinados tecidos, enquanto o DNA de origem hematopoiética do sangue pode mascarar linhagens celulares minoritárias. Com base nesses achados, os autores propõem saliva ou células bucais como tecido de primeira escolha para microarranjos em indivíduos com deficiência intelectual sindrômica e como opção complementar em casos em que CMA ou sequenciamentos em sangue não identificam uma causa genética conclusiva.</p>
<p>Conclusão:<br />O estudo reforça que a escolha da matriz biológica é estratégica em genética diagnóstica, mostrando que o uso de saliva pode aumentar de forma relevante o rendimento na detecção de mosaicismo patogênico em pacientes com deficiência intelectual sindrômica.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o estudo não avalie kits específicos de coleta, a recomendação de priorizar saliva e material bucal para investigar mosaicismo genômico dialoga diretamente com o uso do Kolplagene, da Kolplast, como solução padronizada para coleta oral em testes genéticos. O Kolplagene é um sistema de coleta não invasiva com swab de espuma sintética e tubo contendo solução preservante, que inativa nucleases, mantém a estabilidade e integridade do DNA por até 30 dias em temperatura ambiente e reduz a necessidade de cadeia fria durante o transporte. Ao fornecer amostra líquida padronizada, rastreável por código de barras e compatível com diferentes plataformas de extração e painéis genômicos, o Kolplagene apoia a implementação segura e eficiente de microarranjos, exomas e outros testes moleculares baseados em DNA bucal. Para mais informações sobre indicações, benefícios técnicos e orientações de uso, o link para o material do produto Kolplagene está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Francis DI, Stark Z, Scheffer IE, Tan TY, Murali K, Gallacher L, et al. Comparing saliva and blood for the detection of mosaic genomic abnormalities that cause syndromic intellectual disability. European Journal of Human Genetics. 2023;31:521–525. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41431-022-01232-5</p>
<p>Licença:<br />Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) –<a href="%20https%3A/creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" title="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="noreferrer noopener"> https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</a></p>
<p>Kolplast:<br />Site oficial: <a href="https://kolplast.com.br" target="_blank" title="https://kolplast.com.br" rel="noreferrer noopener">https://kolplast.com.br</a></p>
<p>No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.</p>]]>
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                    <![CDATA[Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como a comparação entre DNA de saliva e de sangue em pacientes com deficiência intelectual sindrômica pode revelar mosaicismos genômicos que passam despercebidos em testes feitos apenas com amostras sanguíneas.
Destaques do Estudo:Neste estudo, os autores analisam resultados de SNP-microarray em dezenas de milhares de amostras, identificando um subgrupo de 370 indivíduos que realizaram o teste tanto em sangue quanto em saliva, incluindo 224 com deficiência intelectual sindrômica e 146 com deficiência intelectual isolada. Entre os pacientes com deficiência intelectual sindrômica, a saliva revelou mosaicismo patogênico em 20 indivíduos que não apresentavam alterações detectáveis no sangue, principalmente aneuploidias e grandes variantes de número de cópias terminais com tamanhos na faixa de dezenas de megabases e níveis de mosaico entre 5% e 40%. Em contraste, as alterações estruturais não mosaicas mostraram concordância completa entre sangue e saliva, com CNVs menores, predominantemente intersticiais e de tamanho médio próximo de 0,6–0,7 Mb. A análise sugere que células epiteliais de origem ectodérmica presentes na saliva e em amostras bucais aumentam a sensibilidade para mosaicismo limitado a determinados tecidos, enquanto o DNA de origem hematopoiética do sangue pode mascarar linhagens celulares minoritárias. Com base nesses achados, os autores propõem saliva ou células bucais como tecido de primeira escolha para microarranjos em indivíduos com deficiência intelectual sindrômica e como opção complementar em casos em que CMA ou sequenciamentos em sangue não identificam uma causa genética conclusiva.
Conclusão:O estudo reforça que a escolha da matriz biológica é estratégica em genética diagnóstica, mostrando que o uso de saliva pode aumentar de forma relevante o rendimento na detecção de mosaicismo patogênico em pacientes com deficiência intelectual sindrômica.
Conexão Kolplast:Embora o estudo não avalie kits específicos de coleta, a recomendação de priorizar saliva e material bucal para investigar mosaicismo genômico dialoga diretamente com o uso do Kolplagene, da Kolplast, como solução padronizada para coleta oral em testes genéticos. O Kolplagene é um sistema de coleta não invasiva com swab de espuma sintética e tubo contendo solução preservante, que inativa nucleases, mantém a estabilidade e integridade do DNA por até 30 dias em temperatura ambiente e reduz a necessidade de cadeia fria durante o transporte. Ao fornecer amostra líquida padronizada, rastreável por código de barras e compatível com diferentes plataformas de extração e painéis genômicos, o Kolplagene apoia a implementação segura e eficiente de microarranjos, exomas e outros testes moleculares baseados em DNA bucal. Para mais informações sobre indicações, benefícios técnicos e orientações de uso, o link para o material do produto Kolplagene está disponível na descrição do episódio.
Referência:Francis DI, Stark Z, Scheffer IE, Tan TY, Murali K, Gallacher L, et al. Comparing saliva and blood for the detection of mosaic genomic abnormalities that cause syndromic intellectual disability. European Journal of Human Genetics. 2023;31:521–525. Disponível em: https://doi.org/10.1038/s41431-022-01232-5
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico clínico, coleta de amostras, biossegurança e fluxos de trabalho em laboratório.]]>
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                    <![CDATA[Gustavo Barcelos Barra]]>
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                    <![CDATA[Autocoleta para HPV: evidências da África Subsaariana]]>
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                <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 09:28:54 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Gustavo Barcelos Barra</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como a autocoleta de amostras cervicovaginais para testes de HPV pode aumentar de forma significativa a cobertura do rastreamento do câncer do colo do útero em contextos de poucos recursos, a partir de uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados realizados em países da África Subsaariana.</p>
<p>Destaques do Estudo:<br />O artigo reúne quatro ensaios clínicos randomizados conduzidos na Nigéria, Etiópia, Quênia e Uganda, envolvendo mais de oito mil mulheres entre 25 e 65 anos, para comparar o desempenho da autocoleta de amostras para HPV com a coleta feita por profissionais de saúde. A análise conjunta mostra que a oferta de kits de autocoleta aumenta em cerca de 70% a adesão ao rastreamento em comparação aos modelos tradicionais baseados em coleta em serviços de saúde, com impacto ainda maior quando os kits são entregues em casa, no trabalho ou em campanhas comunitárias. Os estudos também evidenciam que a autocoleta é bem aceita pelas participantes, considerada simples e pouco constrangedora, o que ajuda a superar barreiras culturais, geográficas e sociais ao exame ginecológico. Em termos de seguimento, não houve diferença relevante na proporção de mulheres HPV-positivas que foram vinculadas ao cuidado entre os grupos de autocoleta e de coleta em serviço, embora os autores ressaltem a importância de estratégias adicionais para garantir que o encaminhamento e o tratamento ocorram em tempo oportuno.</p>
<p>Conclusão:<br />Os resultados sugerem que a autocoleta para testes de HPV é uma estratégia eficaz e viável para ampliar o acesso ao rastreamento do câncer do colo do útero, especialmente em regiões com barreiras de acesso aos serviços de saúde, e deve ser considerada em programas que buscam atingir as metas globais de eliminação da doença.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o artigo não avalie dispositivos específicos, os dados reforçam o potencial da autocoleta como ferramenta para ampliar o rastreamento em populações de difícil acesso, alinhando-se ao conceito do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril, descartável e de fácil manuseio, composto por tubo tipo falcon e escova de cerdas macias com limitador de profundidade, desenvolvido para que a própria paciente colete material cervicovaginal destinado a testes de biologia molecular para HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Ao permitir coleta delicada, redução de constrangimento e proteção adequada da amostra até o laboratório, o Coari apoia boas práticas de rastreio, segurança do paciente e eficiência de fluxo de trabalho em programas de diagnóstico molecular. Para conhecer as indicações de uso, modo de aplicação e condições de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Tesfahunei HA, Ghebreyesus MS, Assefa DG, Zeleke ED, Acam J, Joseph M, et al. Human papillomavirus self-sampling versus standard clinician-sampling for cervical cancer screening in sub-Saharan Africa: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Infectious Agents and Cancer. 2021;16:43. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5" target="_blank" title="https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5</a></p>
<p>Licença:<br />Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" title="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="noreferrer noopener">https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</a></p>
<p>Kolplast:<br />Site oficial: <a href="https://kolplast.com.br" target="_blank" title="https://kolplast.com.br" rel="noreferrer noopener">https://kolplast.com.br</a></p>
<p>No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico cl...</p>]]>
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                    <![CDATA[Neste episódio do Kolplast Talks, exploramos como a autocoleta de amostras cervicovaginais para testes de HPV pode aumentar de forma significativa a cobertura do rastreamento do câncer do colo do útero em contextos de poucos recursos, a partir de uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados realizados em países da África Subsaariana.
Destaques do Estudo:O artigo reúne quatro ensaios clínicos randomizados conduzidos na Nigéria, Etiópia, Quênia e Uganda, envolvendo mais de oito mil mulheres entre 25 e 65 anos, para comparar o desempenho da autocoleta de amostras para HPV com a coleta feita por profissionais de saúde. A análise conjunta mostra que a oferta de kits de autocoleta aumenta em cerca de 70% a adesão ao rastreamento em comparação aos modelos tradicionais baseados em coleta em serviços de saúde, com impacto ainda maior quando os kits são entregues em casa, no trabalho ou em campanhas comunitárias. Os estudos também evidenciam que a autocoleta é bem aceita pelas participantes, considerada simples e pouco constrangedora, o que ajuda a superar barreiras culturais, geográficas e sociais ao exame ginecológico. Em termos de seguimento, não houve diferença relevante na proporção de mulheres HPV-positivas que foram vinculadas ao cuidado entre os grupos de autocoleta e de coleta em serviço, embora os autores ressaltem a importância de estratégias adicionais para garantir que o encaminhamento e o tratamento ocorram em tempo oportuno.
Conclusão:Os resultados sugerem que a autocoleta para testes de HPV é uma estratégia eficaz e viável para ampliar o acesso ao rastreamento do câncer do colo do útero, especialmente em regiões com barreiras de acesso aos serviços de saúde, e deve ser considerada em programas que buscam atingir as metas globais de eliminação da doença.
Conexão Kolplast:Embora o artigo não avalie dispositivos específicos, os dados reforçam o potencial da autocoleta como ferramenta para ampliar o rastreamento em populações de difícil acesso, alinhando-se ao conceito do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril, descartável e de fácil manuseio, composto por tubo tipo falcon e escova de cerdas macias com limitador de profundidade, desenvolvido para que a própria paciente colete material cervicovaginal destinado a testes de biologia molecular para HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Ao permitir coleta delicada, redução de constrangimento e proteção adequada da amostra até o laboratório, o Coari apoia boas práticas de rastreio, segurança do paciente e eficiência de fluxo de trabalho em programas de diagnóstico molecular. Para conhecer as indicações de uso, modo de aplicação e condições de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.
Referência:Tesfahunei HA, Ghebreyesus MS, Assefa DG, Zeleke ED, Acam J, Joseph M, et al. Human papillomavirus self-sampling versus standard clinician-sampling for cervical cancer screening in sub-Saharan Africa: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Infectious Agents and Cancer. 2021;16:43. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
No Kolplast Talks você acompanha avanços em diagnóstico cl...]]>
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<p>Destaques do Estudo:<br />O artigo reúne quatro ensaios clínicos randomizados conduzidos na Nigéria, Etiópia, Quênia e Uganda, envolvendo mais de oito mil mulheres entre 25 e 65 anos, para comparar o desempenho da autocoleta de amostras para HPV com a coleta feita por profissionais de saúde. A análise conjunta mostra que a oferta de kits de autocoleta aumenta em cerca de 70% a adesão ao rastreamento em comparação aos modelos tradicionais baseados em coleta em serviços de saúde, com impacto ainda maior quando os kits são entregues em casa, no trabalho ou em campanhas comunitárias. Os estudos também evidenciam que a autocoleta é bem aceita pelas participantes, considerada simples e pouco constrangedora, o que ajuda a superar barreiras culturais, geográficas e sociais ao exame ginecológico. Em termos de seguimento, não houve diferença relevante na proporção de mulheres HPV-positivas que foram vinculadas ao cuidado entre os grupos de autocoleta e de coleta em serviço, embora os autores ressaltem a importância de estratégias adicionais para garantir que o encaminhamento e o tratamento ocorram em tempo oportuno.</p>
<p>Conclusão:<br />Os resultados sugerem que a autocoleta para testes de HPV é uma estratégia eficaz e viável para ampliar o acesso ao rastreamento do câncer do colo do útero, especialmente em regiões com barreiras de acesso aos serviços de saúde, e deve ser considerada em programas que buscam atingir as metas globais de eliminação da doença.</p>
<p>Conexão Kolplast:<br />Embora o artigo não avalie dispositivos específicos, os dados reforçam o potencial da autocoleta como ferramenta para ampliar o rastreamento em populações de difícil acesso, alinhando-se ao conceito do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril, descartável e de fácil manuseio, composto por tubo tipo falcon e escova de cerdas macias com limitador de profundidade, desenvolvido para que a própria paciente colete material cervicovaginal destinado a testes de biologia molecular para HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Ao permitir coleta delicada, redução de constrangimento e proteção adequada da amostra até o laboratório, o Coari apoia boas práticas de rastreio, segurança do paciente e eficiência de fluxo de trabalho em programas de diagnóstico molecular. Para conhecer as indicações de uso, modo de aplicação e condições de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.</p>
<p>Referência:<br />Tesfahunei HA, Ghebreyesus MS, Assefa DG, Zeleke ED, Acam J, Joseph M, et al. Human papillomavirus self-sampling versus standard clinician-sampling for cervical cancer screening in sub-Saharan Africa: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Infectious Agents and Cancer. 2021;16:43. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5" target="_blank" title="https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5</a></p>
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Destaques do Estudo:O artigo reúne quatro ensaios clínicos randomizados conduzidos na Nigéria, Etiópia, Quênia e Uganda, envolvendo mais de oito mil mulheres entre 25 e 65 anos, para comparar o desempenho da autocoleta de amostras para HPV com a coleta feita por profissionais de saúde. A análise conjunta mostra que a oferta de kits de autocoleta aumenta em cerca de 70% a adesão ao rastreamento em comparação aos modelos tradicionais baseados em coleta em serviços de saúde, com impacto ainda maior quando os kits são entregues em casa, no trabalho ou em campanhas comunitárias. Os estudos também evidenciam que a autocoleta é bem aceita pelas participantes, considerada simples e pouco constrangedora, o que ajuda a superar barreiras culturais, geográficas e sociais ao exame ginecológico. Em termos de seguimento, não houve diferença relevante na proporção de mulheres HPV-positivas que foram vinculadas ao cuidado entre os grupos de autocoleta e de coleta em serviço, embora os autores ressaltem a importância de estratégias adicionais para garantir que o encaminhamento e o tratamento ocorram em tempo oportuno.
Conclusão:Os resultados sugerem que a autocoleta para testes de HPV é uma estratégia eficaz e viável para ampliar o acesso ao rastreamento do câncer do colo do útero, especialmente em regiões com barreiras de acesso aos serviços de saúde, e deve ser considerada em programas que buscam atingir as metas globais de eliminação da doença.
Conexão Kolplast:Embora o artigo não avalie dispositivos específicos, os dados reforçam o potencial da autocoleta como ferramenta para ampliar o rastreamento em populações de difícil acesso, alinhando-se ao conceito do dispositivo para autocoleta Coari, da Kolplast. O Coari é um dispositivo estéril, descartável e de fácil manuseio, composto por tubo tipo falcon e escova de cerdas macias com limitador de profundidade, desenvolvido para que a própria paciente colete material cervicovaginal destinado a testes de biologia molecular para HPV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Ao permitir coleta delicada, redução de constrangimento e proteção adequada da amostra até o laboratório, o Coari apoia boas práticas de rastreio, segurança do paciente e eficiência de fluxo de trabalho em programas de diagnóstico molecular. Para conhecer as indicações de uso, modo de aplicação e condições de armazenamento, o link para o material do produto Coari está disponível na descrição do episódio.
Referência:Tesfahunei HA, Ghebreyesus MS, Assefa DG, Zeleke ED, Acam J, Joseph M, et al. Human papillomavirus self-sampling versus standard clinician-sampling for cervical cancer screening in sub-Saharan Africa: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Infectious Agents and Cancer. 2021;16:43. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s13027-021-00380-5
Licença:Este episódio é baseado em um artigo de acesso aberto publicado sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) – https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Kolplast:Site oficial: https://kolplast.com.br
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