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        <description>Ciclo de debates online organizado sob a inspiração da obra de João Lobo Antunes com o mesmo título, em que se refere à importância da ciência e da escuta como as duas armas de que dispunha para tratar e cuidar dos seus doentes: “Que outros, na literatura, na arte, na filosofia, em qualquer saber que tenha como objecto o ser e o seu tempo, nos ajudem a melhor escutar e a melhor dizer.” Produção do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN).

Com Paula Silva e Susana Magalhães

Casa Comum
https://up.pt/casacomum/</description>
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                    <![CDATA[18. Cuidar de quem cuidou: dar voz aos pós-cuidadores]]>
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                <pubDate>Sat, 29 Jul 2023 22:09:15 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Vivemos mais anos, convivendo com doenças que acabam por chegar a nossa casa, sejam experienciadas na primeira pessoa, sejam hóspedes inesperados que entram na vida de quem nos é próximo.
O estatuto do cuidador informal constitui a expressão jurídica de uma realidade que continua a aumentar e que é frequentemente vivida na solidão de quem suspende a sua vida para cuidar.  Apesar desta solidão e de todas as dificuldades que vão surgindo, os cuidadores são reconhecidos e têm uma rede (frágil, por vezes vezes insuficiente e ineficaz) que procura apoiá-los.
E os pós-cuidadores? O que sabemos nós sobre “a experiência vivida do pós-cuidador na reconstrução da vida quotidiana após o falecimento da pessoa cuidada” (Afonso, C. (2021). <em>Reconstrução da vida quotidiana: experiência vivida do pós-cuidador familiar</em>)?
Que redes de apoio podemos desenhar e implementar para este grupo cada vez mais vasto e que permanece silencioso na nossa sociedade?</p>



<p>Para refletirmos sobre este tema tão premente, contamos com a participação de:
<strong>Catarina Afons</strong>o, doutorada em Enfermagem e pós-doutoranda na área de Medicina Narrativa, professora adjunta na Escola Superior de Santarém;
<strong>Manuel Barbosa</strong>, assistente de medicina geral e familiar com competência em medicina paliativa, coordenador da equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos Maia / Valongo;
<strong>Sandra Prata</strong>, psicóloga clínica na equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Maia Valongo;
<strong>Teresa Moreira</strong>, pós-cuidadora e diretora executiva da APELA.</p>



<p>Conversa <em>online</em> realizada a 18 de julho de 2O23, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN).</p>]]>
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                    <![CDATA[Vivemos mais anos, convivendo com doenças que acabam por chegar a nossa casa, sejam experienciadas na primeira pessoa, sejam hóspedes inesperados que entram na vida de quem nos é próximo.
O estatuto do cuidador informal constitui a expressão jurídica de uma realidade que continua a aumentar e que é frequentemente vivida na solidão de quem suspende a sua vida para cuidar.  Apesar desta solidão e de todas as dificuldades que vão surgindo, os cuidadores são reconhecidos e têm uma rede (frágil, por vezes vezes insuficiente e ineficaz) que procura apoiá-los.
E os pós-cuidadores? O que sabemos nós sobre “a experiência vivida do pós-cuidador na reconstrução da vida quotidiana após o falecimento da pessoa cuidada” (Afonso, C. (2021). Reconstrução da vida quotidiana: experiência vivida do pós-cuidador familiar)?
Que redes de apoio podemos desenhar e implementar para este grupo cada vez mais vasto e que permanece silencioso na nossa sociedade?



Para refletirmos sobre este tema tão premente, contamos com a participação de:
Catarina Afonso, doutorada em Enfermagem e pós-doutoranda na área de Medicina Narrativa, professora adjunta na Escola Superior de Santarém;
Manuel Barbosa, assistente de medicina geral e familiar com competência em medicina paliativa, coordenador da equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos Maia / Valongo;
Sandra Prata, psicóloga clínica na equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Maia Valongo;
Teresa Moreira, pós-cuidadora e diretora executiva da APELA.



Conversa online realizada a 18 de julho de 2O23, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN).]]>
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                    <![CDATA[18. Cuidar de quem cuidou: dar voz aos pós-cuidadores]]>
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                    <![CDATA[<p>Vivemos mais anos, convivendo com doenças que acabam por chegar a nossa casa, sejam experienciadas na primeira pessoa, sejam hóspedes inesperados que entram na vida de quem nos é próximo.
O estatuto do cuidador informal constitui a expressão jurídica de uma realidade que continua a aumentar e que é frequentemente vivida na solidão de quem suspende a sua vida para cuidar.  Apesar desta solidão e de todas as dificuldades que vão surgindo, os cuidadores são reconhecidos e têm uma rede (frágil, por vezes vezes insuficiente e ineficaz) que procura apoiá-los.
E os pós-cuidadores? O que sabemos nós sobre “a experiência vivida do pós-cuidador na reconstrução da vida quotidiana após o falecimento da pessoa cuidada” (Afonso, C. (2021). <em>Reconstrução da vida quotidiana: experiência vivida do pós-cuidador familiar</em>)?
Que redes de apoio podemos desenhar e implementar para este grupo cada vez mais vasto e que permanece silencioso na nossa sociedade?</p>



<p>Para refletirmos sobre este tema tão premente, contamos com a participação de:
<strong>Catarina Afons</strong>o, doutorada em Enfermagem e pós-doutoranda na área de Medicina Narrativa, professora adjunta na Escola Superior de Santarém;
<strong>Manuel Barbosa</strong>, assistente de medicina geral e familiar com competência em medicina paliativa, coordenador da equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos Maia / Valongo;
<strong>Sandra Prata</strong>, psicóloga clínica na equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Maia Valongo;
<strong>Teresa Moreira</strong>, pós-cuidadora e diretora executiva da APELA.</p>



<p>Conversa <em>online</em> realizada a 18 de julho de 2O23, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN).</p>]]>
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O estatuto do cuidador informal constitui a expressão jurídica de uma realidade que continua a aumentar e que é frequentemente vivida na solidão de quem suspende a sua vida para cuidar.  Apesar desta solidão e de todas as dificuldades que vão surgindo, os cuidadores são reconhecidos e têm uma rede (frágil, por vezes vezes insuficiente e ineficaz) que procura apoiá-los.
E os pós-cuidadores? O que sabemos nós sobre “a experiência vivida do pós-cuidador na reconstrução da vida quotidiana após o falecimento da pessoa cuidada” (Afonso, C. (2021). Reconstrução da vida quotidiana: experiência vivida do pós-cuidador familiar)?
Que redes de apoio podemos desenhar e implementar para este grupo cada vez mais vasto e que permanece silencioso na nossa sociedade?



Para refletirmos sobre este tema tão premente, contamos com a participação de:
Catarina Afonso, doutorada em Enfermagem e pós-doutoranda na área de Medicina Narrativa, professora adjunta na Escola Superior de Santarém;
Manuel Barbosa, assistente de medicina geral e familiar com competência em medicina paliativa, coordenador da equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos Maia / Valongo;
Sandra Prata, psicóloga clínica na equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Maia Valongo;
Teresa Moreira, pós-cuidadora e diretora executiva da APELA.



Conversa online realizada a 18 de julho de 2O23, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN).]]>
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                    <![CDATA[17. Morrer no hospital: olhares e vivências]]>
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                <pubDate>Fri, 12 May 2023 16:08:14 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[<p>Morre-se maioritariamente no hospital, ou seja, a morte institucionalizou-se. Morrer em casa é melhor do que morrer no hospital? Não necessariamente. A morte silenciada, varrida para debaixo do tapete, transvestida, não é apanágio dos cuidados de saúde, sendo antes um fenómeno cultural e social de países maioritariamente ocidentais. No mundo das <em>não coisas</em> (Byung Chul-han), passamos a viver na Nuvem, trocamos o toque pela informação digital, concentramo-nos na fugacidade, esquecendo a nossa real temporalidade.
Como vivemos a morte em contexto hospitalar? Que competências é necessário ter para cuidar de quem está a morrer e dos seus familiares? Como cuidamos dos profissionais de saúde que convivem frequentemente com a perda, a fragilidade, o erro? Como preparamos os jovens estudantes e internos a (con)viver (com) a (sua/do outro) morte?
Para conversar sobre estas e outras questões, assumindo que "devemos falar sobre a morte, porque a vida é certa" (parafraseando de forma inversa o adágio "vamos à vida, que a morte é certa”), estiveram presentes:</p>



<p>Andreia Cerqueira Moura, enfermeira, Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Centro Hospitalar Universitário de Santo António;
António Carneiro, médico internista e intensivista, Hospital da Luz Arrábida;
Magda Freitas, enfermeira, Serviço de Cuidados Paliativos do Instituto Português de Oncologia – Porto;
Margarida Branco, psicóloga clínica e psico-oncologista, Centro Hospitalar Universitário de Santo António, Unidade de Psiquiatria de Ligação e Psicologia da Saúde do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental, Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos, Unidade Funcional de Dor Crónica e Grupo de Apoio ao Luto;
Luís Marques Loureiro, médico, assistente hospitalar de medicina interna, Centro Hospitalar do Baixo Vouga; doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.</p>



<p>Conversa <em>online</em> realizada a 2 de maio de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: as intervenções de Luís Marques Loureiro sofrem de alguns cortes provocados por deficiências da ligação de rede, que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras; as intervenções finais não incluem as de António Carneiro porque o médico teve de abandonar prematuramente o encontro.</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[Morre-se maioritariamente no hospital, ou seja, a morte institucionalizou-se. Morrer em casa é melhor do que morrer no hospital? Não necessariamente. A morte silenciada, varrida para debaixo do tapete, transvestida, não é apanágio dos cuidados de saúde, sendo antes um fenómeno cultural e social de países maioritariamente ocidentais. No mundo das não coisas (Byung Chul-han), passamos a viver na Nuvem, trocamos o toque pela informação digital, concentramo-nos na fugacidade, esquecendo a nossa real temporalidade.
Como vivemos a morte em contexto hospitalar? Que competências é necessário ter para cuidar de quem está a morrer e dos seus familiares? Como cuidamos dos profissionais de saúde que convivem frequentemente com a perda, a fragilidade, o erro? Como preparamos os jovens estudantes e internos a (con)viver (com) a (sua/do outro) morte?
Para conversar sobre estas e outras questões, assumindo que "devemos falar sobre a morte, porque a vida é certa" (parafraseando de forma inversa o adágio "vamos à vida, que a morte é certa”), estiveram presentes:



Andreia Cerqueira Moura, enfermeira, Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Centro Hospitalar Universitário de Santo António;
António Carneiro, médico internista e intensivista, Hospital da Luz Arrábida;
Magda Freitas, enfermeira, Serviço de Cuidados Paliativos do Instituto Português de Oncologia – Porto;
Margarida Branco, psicóloga clínica e psico-oncologista, Centro Hospitalar Universitário de Santo António, Unidade de Psiquiatria de Ligação e Psicologia da Saúde do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental, Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos, Unidade Funcional de Dor Crónica e Grupo de Apoio ao Luto;
Luís Marques Loureiro, médico, assistente hospitalar de medicina interna, Centro Hospitalar do Baixo Vouga; doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.



Conversa online realizada a 2 de maio de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: as intervenções de Luís Marques Loureiro sofrem de alguns cortes provocados por deficiências da ligação de rede, que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras; as intervenções finais não incluem as de António Carneiro porque o médico teve de abandonar prematuramente o encontro.]]>
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Como vivemos a morte em contexto hospitalar? Que competências é necessário ter para cuidar de quem está a morrer e dos seus familiares? Como cuidamos dos profissionais de saúde que convivem frequentemente com a perda, a fragilidade, o erro? Como preparamos os jovens estudantes e internos a (con)viver (com) a (sua/do outro) morte?
Para conversar sobre estas e outras questões, assumindo que "devemos falar sobre a morte, porque a vida é certa" (parafraseando de forma inversa o adágio "vamos à vida, que a morte é certa”), estiveram presentes:</p>



<p>Andreia Cerqueira Moura, enfermeira, Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Centro Hospitalar Universitário de Santo António;
António Carneiro, médico internista e intensivista, Hospital da Luz Arrábida;
Magda Freitas, enfermeira, Serviço de Cuidados Paliativos do Instituto Português de Oncologia – Porto;
Margarida Branco, psicóloga clínica e psico-oncologista, Centro Hospitalar Universitário de Santo António, Unidade de Psiquiatria de Ligação e Psicologia da Saúde do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental, Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos, Unidade Funcional de Dor Crónica e Grupo de Apoio ao Luto;
Luís Marques Loureiro, médico, assistente hospitalar de medicina interna, Centro Hospitalar do Baixo Vouga; doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.</p>



<p>Conversa <em>online</em> realizada a 2 de maio de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: as intervenções de Luís Marques Loureiro sofrem de alguns cortes provocados por deficiências da ligação de rede, que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras; as intervenções finais não incluem as de António Carneiro porque o médico teve de abandonar prematuramente o encontro.</p>]]>
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Como vivemos a morte em contexto hospitalar? Que competências é necessário ter para cuidar de quem está a morrer e dos seus familiares? Como cuidamos dos profissionais de saúde que convivem frequentemente com a perda, a fragilidade, o erro? Como preparamos os jovens estudantes e internos a (con)viver (com) a (sua/do outro) morte?
Para conversar sobre estas e outras questões, assumindo que "devemos falar sobre a morte, porque a vida é certa" (parafraseando de forma inversa o adágio "vamos à vida, que a morte é certa”), estiveram presentes:



Andreia Cerqueira Moura, enfermeira, Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente do Centro Hospitalar Universitário de Santo António;
António Carneiro, médico internista e intensivista, Hospital da Luz Arrábida;
Magda Freitas, enfermeira, Serviço de Cuidados Paliativos do Instituto Português de Oncologia – Porto;
Margarida Branco, psicóloga clínica e psico-oncologista, Centro Hospitalar Universitário de Santo António, Unidade de Psiquiatria de Ligação e Psicologia da Saúde do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental, Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos, Unidade Funcional de Dor Crónica e Grupo de Apoio ao Luto;
Luís Marques Loureiro, médico, assistente hospitalar de medicina interna, Centro Hospitalar do Baixo Vouga; doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.



Conversa online realizada a 2 de maio de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: as intervenções de Luís Marques Loureiro sofrem de alguns cortes provocados por deficiências da ligação de rede, que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras; as intervenções finais não incluem as de António Carneiro porque o médico teve de abandonar prematuramente o encontro.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
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                    <![CDATA[16. Integridade na velhice]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 16 Feb 2023 17:42:31 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                <description>
                                            <![CDATA[<p>A velhice é frequentemente representada como período da vida marcado pela fragilidade, pela vulnerabilidade subjacente a uma autonomia mais debilitada, a uma maior dependência do Outro, a uma aproximação ao fim, pelo tempo cronológico, e ao princípio, pelo tempo inscrito nas memórias.</p>



<p>Mas a velhice é tempo de inteireza, com camadas de vulnerabilidade que não se colam à pele. Como é a velhice representada na nossa sociedade e no contexto específico dos cuidados de saúde? Que impacto têm estas representações no modo como se cuida? Como enquadramos a velhice num sistema de cuidados de saúde marcado pela procura de ordem, objetividade, causalidade e correlação entre a palavra e a realidade?</p>



<p>Para discutirmos esta temática, contamos com a presença de Carmen Garcia, enfermeira na área da geriatria, colunista do jornal Público, autora de dois livros infantis <em>bestseller</em> em Portugal – <em>Uma Lição de Amor</em> e <em>Uma Lição Vinda do Mar</em> –, sendo <em>A Última Solidão</em> o seu primeiro livro de ficção; Paulo Almeida, médico geriatra do Centro Hospitalar de S. João, responsável pela Consulta de Oncogeriatria; e Susana Piedade, mestre em Ciências da Comunicação, com especialização em marketing e publicidade e escritora, tendo sido finalista do Prémio LeYa com dois dos seus livros de ficção: <em>As Histórias Que não Se Contam</em> e <em>Três Mulheres no Beiral</em>.</p>



<p>Conversa <em>online</em> mantida a 30 de janeiro de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: a primeira intervenção de Carmen Garcia sofre de alguns cortes provocados por deficiências da ligação que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras.</p>]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[A velhice é frequentemente representada como período da vida marcado pela fragilidade, pela vulnerabilidade subjacente a uma autonomia mais debilitada, a uma maior dependência do Outro, a uma aproximação ao fim, pelo tempo cronológico, e ao princípio, pelo tempo inscrito nas memórias.



Mas a velhice é tempo de inteireza, com camadas de vulnerabilidade que não se colam à pele. Como é a velhice representada na nossa sociedade e no contexto específico dos cuidados de saúde? Que impacto têm estas representações no modo como se cuida? Como enquadramos a velhice num sistema de cuidados de saúde marcado pela procura de ordem, objetividade, causalidade e correlação entre a palavra e a realidade?



Para discutirmos esta temática, contamos com a presença de Carmen Garcia, enfermeira na área da geriatria, colunista do jornal Público, autora de dois livros infantis bestseller em Portugal – Uma Lição de Amor e Uma Lição Vinda do Mar –, sendo A Última Solidão o seu primeiro livro de ficção; Paulo Almeida, médico geriatra do Centro Hospitalar de S. João, responsável pela Consulta de Oncogeriatria; e Susana Piedade, mestre em Ciências da Comunicação, com especialização em marketing e publicidade e escritora, tendo sido finalista do Prémio LeYa com dois dos seus livros de ficção: As Histórias Que não Se Contam e Três Mulheres no Beiral.



Conversa online mantida a 30 de janeiro de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: a primeira intervenção de Carmen Garcia sofre de alguns cortes provocados por deficiências da ligação que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras.]]>
                </itunes:subtitle>
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                    <![CDATA[16. Integridade na velhice]]>
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                    <![CDATA[<p>A velhice é frequentemente representada como período da vida marcado pela fragilidade, pela vulnerabilidade subjacente a uma autonomia mais debilitada, a uma maior dependência do Outro, a uma aproximação ao fim, pelo tempo cronológico, e ao princípio, pelo tempo inscrito nas memórias.</p>



<p>Mas a velhice é tempo de inteireza, com camadas de vulnerabilidade que não se colam à pele. Como é a velhice representada na nossa sociedade e no contexto específico dos cuidados de saúde? Que impacto têm estas representações no modo como se cuida? Como enquadramos a velhice num sistema de cuidados de saúde marcado pela procura de ordem, objetividade, causalidade e correlação entre a palavra e a realidade?</p>



<p>Para discutirmos esta temática, contamos com a presença de Carmen Garcia, enfermeira na área da geriatria, colunista do jornal Público, autora de dois livros infantis <em>bestseller</em> em Portugal – <em>Uma Lição de Amor</em> e <em>Uma Lição Vinda do Mar</em> –, sendo <em>A Última Solidão</em> o seu primeiro livro de ficção; Paulo Almeida, médico geriatra do Centro Hospitalar de S. João, responsável pela Consulta de Oncogeriatria; e Susana Piedade, mestre em Ciências da Comunicação, com especialização em marketing e publicidade e escritora, tendo sido finalista do Prémio LeYa com dois dos seus livros de ficção: <em>As Histórias Que não Se Contam</em> e <em>Três Mulheres no Beiral</em>.</p>



<p>Conversa <em>online</em> mantida a 30 de janeiro de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: a primeira intervenção de Carmen Garcia sofre de alguns cortes provocados por deficiências da ligação que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras.</p>]]>
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                    <![CDATA[A velhice é frequentemente representada como período da vida marcado pela fragilidade, pela vulnerabilidade subjacente a uma autonomia mais debilitada, a uma maior dependência do Outro, a uma aproximação ao fim, pelo tempo cronológico, e ao princípio, pelo tempo inscrito nas memórias.



Mas a velhice é tempo de inteireza, com camadas de vulnerabilidade que não se colam à pele. Como é a velhice representada na nossa sociedade e no contexto específico dos cuidados de saúde? Que impacto têm estas representações no modo como se cuida? Como enquadramos a velhice num sistema de cuidados de saúde marcado pela procura de ordem, objetividade, causalidade e correlação entre a palavra e a realidade?



Para discutirmos esta temática, contamos com a presença de Carmen Garcia, enfermeira na área da geriatria, colunista do jornal Público, autora de dois livros infantis bestseller em Portugal – Uma Lição de Amor e Uma Lição Vinda do Mar –, sendo A Última Solidão o seu primeiro livro de ficção; Paulo Almeida, médico geriatra do Centro Hospitalar de S. João, responsável pela Consulta de Oncogeriatria; e Susana Piedade, mestre em Ciências da Comunicação, com especialização em marketing e publicidade e escritora, tendo sido finalista do Prémio LeYa com dois dos seus livros de ficção: As Histórias Que não Se Contam e Três Mulheres no Beiral.



Conversa online mantida a 30 de janeiro de 2023, com moderação de Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão. Nota: a primeira intervenção de Carmen Garcia sofre de alguns cortes provocados por deficiências da ligação que, contudo, não impedem a compreensão do sentido das suas palavras.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[15. A espessura da vulnerabilidade nos cuidados de saúde]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 19 Dec 2022 17:47:32 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Neste episódio do <em>podcast</em> Germen <em>Ouvir com Outros Olhos</em>, resultado de uma conversa <em>online</em> tida a 12/12/2022, refletimos sobre as camadas de vulnerabilidade (visíveis e invisíveis) que nos constituem e sobre o modo como um olhar cruzado entre quem cuida dentro de instituições de saúde e quem cuida na comunidade pode, de facto, fazer a diferença.</p>



<p>Com:</p>



<p>– Catarina Viegas, médica interna de formação específica em Anestesiologia do CHUPorto;</p>



<p>– Joana Morais e Castro, licenciada em Direito e especialista em direitos humanos. Colabora na Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica do Porto - Porto (ATES/UCP) como docente e consultora. Participa em diversos projetos sociais, nomeadamente como membro do Vozes de Esperança da ENCONTRAR+SE. Procura promover a valorização da diferença e da diversidade humana;</p>



<p>– Manuela Vidigal Bertão, médica de medicina interna, integra a equipa intra-hospitalar de cuidados paliativos do CHUPorto e é co-coordenadora do GERMEN;</p>



<p>– Mariana Abranches Pinto, arquiteta paisagista, coordenadora dos projetos "Porto Compassivo" e "Vizinhos Compassivos"; presidente da Compassio, uma associação para a construção de comunidades compassivas.</p>



<p>Moderação de Susana Magalhães, coordenadora do Germen; i3S-UP.</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[Neste episódio do podcast Germen Ouvir com Outros Olhos, resultado de uma conversa online tida a 12/12/2022, refletimos sobre as camadas de vulnerabilidade (visíveis e invisíveis) que nos constituem e sobre o modo como um olhar cruzado entre quem cuida dentro de instituições de saúde e quem cuida na comunidade pode, de facto, fazer a diferença.



Com:



– Catarina Viegas, médica interna de formação específica em Anestesiologia do CHUPorto;



– Joana Morais e Castro, licenciada em Direito e especialista em direitos humanos. Colabora na Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica do Porto - Porto (ATES/UCP) como docente e consultora. Participa em diversos projetos sociais, nomeadamente como membro do Vozes de Esperança da ENCONTRAR+SE. Procura promover a valorização da diferença e da diversidade humana;



– Manuela Vidigal Bertão, médica de medicina interna, integra a equipa intra-hospitalar de cuidados paliativos do CHUPorto e é co-coordenadora do GERMEN;



– Mariana Abranches Pinto, arquiteta paisagista, coordenadora dos projetos "Porto Compassivo" e "Vizinhos Compassivos"; presidente da Compassio, uma associação para a construção de comunidades compassivas.



Moderação de Susana Magalhães, coordenadora do Germen; i3S-UP.]]>
                </itunes:subtitle>
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                    <![CDATA[15. A espessura da vulnerabilidade nos cuidados de saúde]]>
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                    <![CDATA[<p>Neste episódio do <em>podcast</em> Germen <em>Ouvir com Outros Olhos</em>, resultado de uma conversa <em>online</em> tida a 12/12/2022, refletimos sobre as camadas de vulnerabilidade (visíveis e invisíveis) que nos constituem e sobre o modo como um olhar cruzado entre quem cuida dentro de instituições de saúde e quem cuida na comunidade pode, de facto, fazer a diferença.</p>



<p>Com:</p>



<p>– Catarina Viegas, médica interna de formação específica em Anestesiologia do CHUPorto;</p>



<p>– Joana Morais e Castro, licenciada em Direito e especialista em direitos humanos. Colabora na Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica do Porto - Porto (ATES/UCP) como docente e consultora. Participa em diversos projetos sociais, nomeadamente como membro do Vozes de Esperança da ENCONTRAR+SE. Procura promover a valorização da diferença e da diversidade humana;</p>



<p>– Manuela Vidigal Bertão, médica de medicina interna, integra a equipa intra-hospitalar de cuidados paliativos do CHUPorto e é co-coordenadora do GERMEN;</p>



<p>– Mariana Abranches Pinto, arquiteta paisagista, coordenadora dos projetos "Porto Compassivo" e "Vizinhos Compassivos"; presidente da Compassio, uma associação para a construção de comunidades compassivas.</p>



<p>Moderação de Susana Magalhães, coordenadora do Germen; i3S-UP.</p>]]>
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                    <![CDATA[Neste episódio do podcast Germen Ouvir com Outros Olhos, resultado de uma conversa online tida a 12/12/2022, refletimos sobre as camadas de vulnerabilidade (visíveis e invisíveis) que nos constituem e sobre o modo como um olhar cruzado entre quem cuida dentro de instituições de saúde e quem cuida na comunidade pode, de facto, fazer a diferença.



Com:



– Catarina Viegas, médica interna de formação específica em Anestesiologia do CHUPorto;



– Joana Morais e Castro, licenciada em Direito e especialista em direitos humanos. Colabora na Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica do Porto - Porto (ATES/UCP) como docente e consultora. Participa em diversos projetos sociais, nomeadamente como membro do Vozes de Esperança da ENCONTRAR+SE. Procura promover a valorização da diferença e da diversidade humana;



– Manuela Vidigal Bertão, médica de medicina interna, integra a equipa intra-hospitalar de cuidados paliativos do CHUPorto e é co-coordenadora do GERMEN;



– Mariana Abranches Pinto, arquiteta paisagista, coordenadora dos projetos "Porto Compassivo" e "Vizinhos Compassivos"; presidente da Compassio, uma associação para a construção de comunidades compassivas.



Moderação de Susana Magalhães, coordenadora do Germen; i3S-UP.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[14. (Con)viver com Diabetes]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 25 Jul 2022 16:50:25 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Neste episódio do podcast Germen Ouvir com outros Olhos, intitulado “(Con)viver com Diabetes”, refletimos sobre os desafios que uma doença crónica como a diabetes coloca a quem adoece e a quem cuida. Trata-se de um hóspede inesperado que se instala permanentemente e que requer um envolvimento ativo por parte de quem com ele tem de conviver.</p>



<p>Os avanços científicos, o papel da educação terapêutica e das humanidades médicas, a experiência da doença na primeira pessoa, em diálogo com as narrativas de profissionais de saúde e os horizontes futuros, são alguns dos tópicos abordada numa conversa alicerçada na escuta – escuta esta capaz de mudar olhares e atitudes. Para tal, contamos com a presença de Cristina Valadas, diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Beatriz Ângelo, João Manuel Valente Nabais, vice-reitor da Universidade de Évora e vice-presidente da Federação Internacional da Diabetes, e Francisco do Rosário, diretor do Serviço de Endocrinologia do Hospital da Luz, em Lisboa. </p>



<p>Este debate foi gravado no dia 06/07/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).</p>]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[Neste episódio do podcast Germen Ouvir com outros Olhos, intitulado “(Con)viver com Diabetes”, refletimos sobre os desafios que uma doença crónica como a diabetes coloca a quem adoece e a quem cuida. Trata-se de um hóspede inesperado que se instala permanentemente e que requer um envolvimento ativo por parte de quem com ele tem de conviver.



Os avanços científicos, o papel da educação terapêutica e das humanidades médicas, a experiência da doença na primeira pessoa, em diálogo com as narrativas de profissionais de saúde e os horizontes futuros, são alguns dos tópicos abordada numa conversa alicerçada na escuta – escuta esta capaz de mudar olhares e atitudes. Para tal, contamos com a presença de Cristina Valadas, diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Beatriz Ângelo, João Manuel Valente Nabais, vice-reitor da Universidade de Évora e vice-presidente da Federação Internacional da Diabetes, e Francisco do Rosário, diretor do Serviço de Endocrinologia do Hospital da Luz, em Lisboa. 



Este debate foi gravado no dia 06/07/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).]]>
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<p>Os avanços científicos, o papel da educação terapêutica e das humanidades médicas, a experiência da doença na primeira pessoa, em diálogo com as narrativas de profissionais de saúde e os horizontes futuros, são alguns dos tópicos abordada numa conversa alicerçada na escuta – escuta esta capaz de mudar olhares e atitudes. Para tal, contamos com a presença de Cristina Valadas, diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Beatriz Ângelo, João Manuel Valente Nabais, vice-reitor da Universidade de Évora e vice-presidente da Federação Internacional da Diabetes, e Francisco do Rosário, diretor do Serviço de Endocrinologia do Hospital da Luz, em Lisboa. </p>



<p>Este debate foi gravado no dia 06/07/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).</p>]]>
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                    <![CDATA[Neste episódio do podcast Germen Ouvir com outros Olhos, intitulado “(Con)viver com Diabetes”, refletimos sobre os desafios que uma doença crónica como a diabetes coloca a quem adoece e a quem cuida. Trata-se de um hóspede inesperado que se instala permanentemente e que requer um envolvimento ativo por parte de quem com ele tem de conviver.



Os avanços científicos, o papel da educação terapêutica e das humanidades médicas, a experiência da doença na primeira pessoa, em diálogo com as narrativas de profissionais de saúde e os horizontes futuros, são alguns dos tópicos abordada numa conversa alicerçada na escuta – escuta esta capaz de mudar olhares e atitudes. Para tal, contamos com a presença de Cristina Valadas, diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Beatriz Ângelo, João Manuel Valente Nabais, vice-reitor da Universidade de Évora e vice-presidente da Federação Internacional da Diabetes, e Francisco do Rosário, diretor do Serviço de Endocrinologia do Hospital da Luz, em Lisboa. 



Este debate foi gravado no dia 06/07/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[13. Viver com ELA]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 28 Apr 2022 16:11:14 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>No debate online Germen Ouvir com outros olhos: "Viver com ELA", escutámos quem sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), quem cuida destes doentes enquanto profissional de saúde, e quem coordena organismos de intervenção sobre esta doença. </p>



<p>O desafio que colocámos aos nossos oradores e aos nossos ouvintes foi VER a experiência da doença na sua espessura, ou seja, na sua humanidade, sempre única e singular, sem possibilidade de ser replicada (ao contrário da evidência científica, que procura encontrar padrões, repetições, conjugando terapêuticas e pessoas que se cruzam na sua homogeneidade e não na sua diversidade). Para promovermos a reflexão e ampliarmos olhares e conhecimentos, tivemos a presença de:</p>



<p>Elga Freire – médica internista com competência em cuidados paliativos; coordenadora da equipa intra-hospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL); responsável pela consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a consulta multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares); professora auxiliar convidada do ICBAS.</p>



<p>Teresa Moreira – cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).</p>



<p>Fátima Silva – enfermeira especialista do Serviço de Fisiatria do CHUPorto; enfermeira da consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a Consulta Multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares).</p>



<p>Maria dos Anjos Viana e Paulo Talhadas Santos – vozes e olhares sobre a experiência da doença e sobre o cuidado que a acolhe, integra e dá sentido.</p>



<p>Este debate foi gravado no dia 12/04/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).</p>]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[No debate online Germen Ouvir com outros olhos: "Viver com ELA", escutámos quem sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), quem cuida destes doentes enquanto profissional de saúde, e quem coordena organismos de intervenção sobre esta doença. 



O desafio que colocámos aos nossos oradores e aos nossos ouvintes foi VER a experiência da doença na sua espessura, ou seja, na sua humanidade, sempre única e singular, sem possibilidade de ser replicada (ao contrário da evidência científica, que procura encontrar padrões, repetições, conjugando terapêuticas e pessoas que se cruzam na sua homogeneidade e não na sua diversidade). Para promovermos a reflexão e ampliarmos olhares e conhecimentos, tivemos a presença de:



Elga Freire – médica internista com competência em cuidados paliativos; coordenadora da equipa intra-hospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL); responsável pela consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a consulta multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares); professora auxiliar convidada do ICBAS.



Teresa Moreira – cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).



Fátima Silva – enfermeira especialista do Serviço de Fisiatria do CHUPorto; enfermeira da consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a Consulta Multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares).



Maria dos Anjos Viana e Paulo Talhadas Santos – vozes e olhares sobre a experiência da doença e sobre o cuidado que a acolhe, integra e dá sentido.



Este debate foi gravado no dia 12/04/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).]]>
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                                <itunes:title>
                    <![CDATA[13. Viver com ELA]]>
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                    <![CDATA[<p>No debate online Germen Ouvir com outros olhos: "Viver com ELA", escutámos quem sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), quem cuida destes doentes enquanto profissional de saúde, e quem coordena organismos de intervenção sobre esta doença. </p>



<p>O desafio que colocámos aos nossos oradores e aos nossos ouvintes foi VER a experiência da doença na sua espessura, ou seja, na sua humanidade, sempre única e singular, sem possibilidade de ser replicada (ao contrário da evidência científica, que procura encontrar padrões, repetições, conjugando terapêuticas e pessoas que se cruzam na sua homogeneidade e não na sua diversidade). Para promovermos a reflexão e ampliarmos olhares e conhecimentos, tivemos a presença de:</p>



<p>Elga Freire – médica internista com competência em cuidados paliativos; coordenadora da equipa intra-hospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL); responsável pela consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a consulta multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares); professora auxiliar convidada do ICBAS.</p>



<p>Teresa Moreira – cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).</p>



<p>Fátima Silva – enfermeira especialista do Serviço de Fisiatria do CHUPorto; enfermeira da consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a Consulta Multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares).</p>



<p>Maria dos Anjos Viana e Paulo Talhadas Santos – vozes e olhares sobre a experiência da doença e sobre o cuidado que a acolhe, integra e dá sentido.</p>



<p>Este debate foi gravado no dia 12/04/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).</p>]]>
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                    <![CDATA[No debate online Germen Ouvir com outros olhos: "Viver com ELA", escutámos quem sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), quem cuida destes doentes enquanto profissional de saúde, e quem coordena organismos de intervenção sobre esta doença. 



O desafio que colocámos aos nossos oradores e aos nossos ouvintes foi VER a experiência da doença na sua espessura, ou seja, na sua humanidade, sempre única e singular, sem possibilidade de ser replicada (ao contrário da evidência científica, que procura encontrar padrões, repetições, conjugando terapêuticas e pessoas que se cruzam na sua homogeneidade e não na sua diversidade). Para promovermos a reflexão e ampliarmos olhares e conhecimentos, tivemos a presença de:



Elga Freire – médica internista com competência em cuidados paliativos; coordenadora da equipa intra-hospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL); responsável pela consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a consulta multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares); professora auxiliar convidada do ICBAS.



Teresa Moreira – cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).



Fátima Silva – enfermeira especialista do Serviço de Fisiatria do CHUPorto; enfermeira da consulta de ventiloterapia para doentes neuromusculares; integra a Consulta Multidisciplinar para doentes neuromusculares do CHUPorto (Centro de Referência Europeu em Doenças Neuromusculares).



Maria dos Anjos Viana e Paulo Talhadas Santos – vozes e olhares sobre a experiência da doença e sobre o cuidado que a acolhe, integra e dá sentido.



Este debate foi gravado no dia 12/04/2022, sendo moderado por Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão (Germen – Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa).]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[12. Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 13 Feb 2022 13:47:49 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Os cuidados de saúde constroem‑se pela raiz e precisam de se alicerçar com sentido, sem o qual correm o risco de se esvaziar, transformando‑se numa prescrição de gestos e procedimentos que atentam na doença, mas não na pessoa.</p>



<p>Neste podcast Germen conversamos sobre o livro Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos, com a organização de Elga Freire e Susana Magalhães, publicado pela editora Parsifal com o apoio de Angelini Pharma. Trata-se de uma obra singular, composta por narrativas que revelam a importância da escuta atenta, da presença, da relação terapêutica em cuidados paliativos. Cada texto é janela, ponto de partida para conhecimento co‑construído, para o lugar onde as humanidades e as ciências biomédicas se intersetam: a pessoa, que habita romances e poemas, filmes e pinturas, música e ensaios clínicos, arte e ciência. As Vozes que (se) contam são de profissionais de saúde, doentes e cuidadores, olhares que se cruzam para revelar a essência do cuidado.</p>



<p>Para sabermos mais sobre esta obra, que, já depois da gravação desta conversa, foi apresentada na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto, a 24 de fevereiro de 2022, contamos com a participação de Elga Freira, médica internista com competência em cuidados paliativos, coordenadora da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto, coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL) e professora auxiliar convidada do ICBAS; Carmen Carvalho, neonatologista, CMIN, presidente da direção da Sociedade Portuguesa de Neonatologia; Júlia Alves, enfermeira responsável da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; Sara Moreira, psiquiatra, do Serviço de Psiquiatria de Ligação do CHUPorto; e Teresa Moreira, cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).</p>



<p>Moderação: Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão</p>]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[Os cuidados de saúde constroem‑se pela raiz e precisam de se alicerçar com sentido, sem o qual correm o risco de se esvaziar, transformando‑se numa prescrição de gestos e procedimentos que atentam na doença, mas não na pessoa.



Neste podcast Germen conversamos sobre o livro Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos, com a organização de Elga Freire e Susana Magalhães, publicado pela editora Parsifal com o apoio de Angelini Pharma. Trata-se de uma obra singular, composta por narrativas que revelam a importância da escuta atenta, da presença, da relação terapêutica em cuidados paliativos. Cada texto é janela, ponto de partida para conhecimento co‑construído, para o lugar onde as humanidades e as ciências biomédicas se intersetam: a pessoa, que habita romances e poemas, filmes e pinturas, música e ensaios clínicos, arte e ciência. As Vozes que (se) contam são de profissionais de saúde, doentes e cuidadores, olhares que se cruzam para revelar a essência do cuidado.



Para sabermos mais sobre esta obra, que, já depois da gravação desta conversa, foi apresentada na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto, a 24 de fevereiro de 2022, contamos com a participação de Elga Freira, médica internista com competência em cuidados paliativos, coordenadora da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto, coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL) e professora auxiliar convidada do ICBAS; Carmen Carvalho, neonatologista, CMIN, presidente da direção da Sociedade Portuguesa de Neonatologia; Júlia Alves, enfermeira responsável da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; Sara Moreira, psiquiatra, do Serviço de Psiquiatria de Ligação do CHUPorto; e Teresa Moreira, cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).



Moderação: Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão]]>
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                                <itunes:title>
                    <![CDATA[12. Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos]]>
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                    <![CDATA[<p>Os cuidados de saúde constroem‑se pela raiz e precisam de se alicerçar com sentido, sem o qual correm o risco de se esvaziar, transformando‑se numa prescrição de gestos e procedimentos que atentam na doença, mas não na pessoa.</p>



<p>Neste podcast Germen conversamos sobre o livro Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos, com a organização de Elga Freire e Susana Magalhães, publicado pela editora Parsifal com o apoio de Angelini Pharma. Trata-se de uma obra singular, composta por narrativas que revelam a importância da escuta atenta, da presença, da relação terapêutica em cuidados paliativos. Cada texto é janela, ponto de partida para conhecimento co‑construído, para o lugar onde as humanidades e as ciências biomédicas se intersetam: a pessoa, que habita romances e poemas, filmes e pinturas, música e ensaios clínicos, arte e ciência. As Vozes que (se) contam são de profissionais de saúde, doentes e cuidadores, olhares que se cruzam para revelar a essência do cuidado.</p>



<p>Para sabermos mais sobre esta obra, que, já depois da gravação desta conversa, foi apresentada na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto, a 24 de fevereiro de 2022, contamos com a participação de Elga Freira, médica internista com competência em cuidados paliativos, coordenadora da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto, coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL) e professora auxiliar convidada do ICBAS; Carmen Carvalho, neonatologista, CMIN, presidente da direção da Sociedade Portuguesa de Neonatologia; Júlia Alves, enfermeira responsável da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; Sara Moreira, psiquiatra, do Serviço de Psiquiatria de Ligação do CHUPorto; e Teresa Moreira, cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).</p>



<p>Moderação: Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão</p>]]>
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                    <![CDATA[Os cuidados de saúde constroem‑se pela raiz e precisam de se alicerçar com sentido, sem o qual correm o risco de se esvaziar, transformando‑se numa prescrição de gestos e procedimentos que atentam na doença, mas não na pessoa.



Neste podcast Germen conversamos sobre o livro Vozes que (se) contam: olhares cruzados sobre cuidados paliativos, com a organização de Elga Freire e Susana Magalhães, publicado pela editora Parsifal com o apoio de Angelini Pharma. Trata-se de uma obra singular, composta por narrativas que revelam a importância da escuta atenta, da presença, da relação terapêutica em cuidados paliativos. Cada texto é janela, ponto de partida para conhecimento co‑construído, para o lugar onde as humanidades e as ciências biomédicas se intersetam: a pessoa, que habita romances e poemas, filmes e pinturas, música e ensaios clínicos, arte e ciência. As Vozes que (se) contam são de profissionais de saúde, doentes e cuidadores, olhares que se cruzam para revelar a essência do cuidado.



Para sabermos mais sobre esta obra, que, já depois da gravação desta conversa, foi apresentada na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto, a 24 de fevereiro de 2022, contamos com a participação de Elga Freira, médica internista com competência em cuidados paliativos, coordenadora da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto, coordenadora do Núcleo de Estudos de Medicina Paliativa (NEMPAL) e professora auxiliar convidada do ICBAS; Carmen Carvalho, neonatologista, CMIN, presidente da direção da Sociedade Portuguesa de Neonatologia; Júlia Alves, enfermeira responsável da equipa intrahospitalar de suporte em cuidados paliativos do CHUPorto; Sara Moreira, psiquiatra, do Serviço de Psiquiatria de Ligação do CHUPorto; e Teresa Moreira, cuidadora e coordenadora da Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica (APELA).



Moderação: Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão]]>
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                    <![CDATA[11. Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 05 Nov 2021 23:01:15 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Por que razão combate o corpo contra si mesmo? Que impacto tem uma doença autoimune na vida dos doentes? De que modo é que a medicina tem respondido a estas doenças? Que avanços científicos tem havido nesta área? O que podemos esperar no futuro?</p>



<p>Já são mais de 100 as doenças autoimunes e a sua prevalência tem crescido nos países desenvolvidos. Em Portugal estima-se que haja cerca de meio milhão de doentes, cinco por cento da população nacional.</p>



<p>Em “Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo”, promovemos um olhar interdisciplinar sobre as doenças autoimunes, abrindo espaço à partilha de conhecimentos sobre os desafios e as necessidades de quem vive com este tipo de doenças, de quem cuida e de quem investiga.</p>



<p>Os nossos convidados são: António Marinho, assistente hospitalar graduado de Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário do Porto e coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna; Salomé Pinho, <em>group leader</em> do Grupo de Investigação “Imunologia, Cancro e GlicoMedicina” (IPATIMUP/i3S) e professora afiliada da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; e Leonor Kendall, cujo testemunho sobre a sua experiência de doença constitui parte essencial deste diálogo interdisciplinar. (26.10.2021)</p>



<p>Com Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, GERMEN</p>
]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Por que razão combate o corpo contra si mesmo? Que impacto tem uma doença autoimune na vida dos doentes? De que modo é que a medicina tem respondido a estas doenças? Que avanços científicos tem havido nesta área? O que podemos esperar no futuro?



Já são mais de 100 as doenças autoimunes e a sua prevalência tem crescido nos países desenvolvidos. Em Portugal estima-se que haja cerca de meio milhão de doentes, cinco por cento da população nacional.



Em “Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo”, promovemos um olhar interdisciplinar sobre as doenças autoimunes, abrindo espaço à partilha de conhecimentos sobre os desafios e as necessidades de quem vive com este tipo de doenças, de quem cuida e de quem investiga.



Os nossos convidados são: António Marinho, assistente hospitalar graduado de Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário do Porto e coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna; Salomé Pinho, group leader do Grupo de Investigação “Imunologia, Cancro e GlicoMedicina” (IPATIMUP/i3S) e professora afiliada da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; e Leonor Kendall, cujo testemunho sobre a sua experiência de doença constitui parte essencial deste diálogo interdisciplinar. (26.10.2021)



Com Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, GERMEN
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                                <itunes:title>
                    <![CDATA[11. Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo]]>
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<p>Por que razão combate o corpo contra si mesmo? Que impacto tem uma doença autoimune na vida dos doentes? De que modo é que a medicina tem respondido a estas doenças? Que avanços científicos tem havido nesta área? O que podemos esperar no futuro?</p>



<p>Já são mais de 100 as doenças autoimunes e a sua prevalência tem crescido nos países desenvolvidos. Em Portugal estima-se que haja cerca de meio milhão de doentes, cinco por cento da população nacional.</p>



<p>Em “Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo”, promovemos um olhar interdisciplinar sobre as doenças autoimunes, abrindo espaço à partilha de conhecimentos sobre os desafios e as necessidades de quem vive com este tipo de doenças, de quem cuida e de quem investiga.</p>



<p>Os nossos convidados são: António Marinho, assistente hospitalar graduado de Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário do Porto e coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna; Salomé Pinho, <em>group leader</em> do Grupo de Investigação “Imunologia, Cancro e GlicoMedicina” (IPATIMUP/i3S) e professora afiliada da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; e Leonor Kendall, cujo testemunho sobre a sua experiência de doença constitui parte essencial deste diálogo interdisciplinar. (26.10.2021)</p>



<p>Com Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, GERMEN</p>
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Por que razão combate o corpo contra si mesmo? Que impacto tem uma doença autoimune na vida dos doentes? De que modo é que a medicina tem respondido a estas doenças? Que avanços científicos tem havido nesta área? O que podemos esperar no futuro?



Já são mais de 100 as doenças autoimunes e a sua prevalência tem crescido nos países desenvolvidos. Em Portugal estima-se que haja cerca de meio milhão de doentes, cinco por cento da população nacional.



Em “Viver com uma doença autoimune: quando o corpo combate contra si mesmo”, promovemos um olhar interdisciplinar sobre as doenças autoimunes, abrindo espaço à partilha de conhecimentos sobre os desafios e as necessidades de quem vive com este tipo de doenças, de quem cuida e de quem investiga.



Os nossos convidados são: António Marinho, assistente hospitalar graduado de Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário do Porto e coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna; Salomé Pinho, group leader do Grupo de Investigação “Imunologia, Cancro e GlicoMedicina” (IPATIMUP/i3S) e professora afiliada da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; e Leonor Kendall, cujo testemunho sobre a sua experiência de doença constitui parte essencial deste diálogo interdisciplinar. (26.10.2021)



Com Susana Magalhães e Manuela Vidigal Bertão, GERMEN
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[10. Cuidar da memória e de quem a perde: viver com Alzheimer]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 23:52:27 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, haverá cerca 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo, estimando-se que este número possa atingir os 75,6 milhões em 2030 e eventualmente triplicar em 2050 para os 135,5 milhões. A doença de Alzheimer destaca-se neste contexto, representando cerca de 60 a 70% dos casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).</p>



<p>Nesta conversa, abordamos o significado da doença na perspetiva científica e clínica e na perspetiva de quem adoece e de quem cuida, considerando que a resposta às demências tem de ser necessariamente multidisciplinar e dialógica. O momento da comunicação do diagnóstico, o acompanhamento de quem sofre, a experiência da doença, o estigma, a resposta terapêutica existente e a importância do Outro no reconhecimento da Pessoa que se perde de si, sem perder a sua identidade – são alguns dos temas abordados. Para tal, contamos com a participação de Catarina Alvarez, jurista, psicóloga e responsável pelas Relações Institucionais da Associação Alzheimer Portugal; João Massano, neurologista, coordenador do Centro de Investigação e Ensaios Clínicos do Centro Hospitalar Universitário de S. João e presidente do Grupo de Estudos e Envelhecimento Cerebral e Demências, e Rui Zink, escritor e professor na NOVA FCSH, membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M, autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, incluindo o livro “O avô tem uma borracha na cabeça” (2020), que conta a história de amizade entre um avô com Alzheimer e o seu neto, que decide ser o lápis que escreve o que a borracha teima em apagar.</p>
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                    <![CDATA[
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, haverá cerca 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo, estimando-se que este número possa atingir os 75,6 milhões em 2030 e eventualmente triplicar em 2050 para os 135,5 milhões. A doença de Alzheimer destaca-se neste contexto, representando cerca de 60 a 70% dos casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).



Nesta conversa, abordamos o significado da doença na perspetiva científica e clínica e na perspetiva de quem adoece e de quem cuida, considerando que a resposta às demências tem de ser necessariamente multidisciplinar e dialógica. O momento da comunicação do diagnóstico, o acompanhamento de quem sofre, a experiência da doença, o estigma, a resposta terapêutica existente e a importância do Outro no reconhecimento da Pessoa que se perde de si, sem perder a sua identidade – são alguns dos temas abordados. Para tal, contamos com a participação de Catarina Alvarez, jurista, psicóloga e responsável pelas Relações Institucionais da Associação Alzheimer Portugal; João Massano, neurologista, coordenador do Centro de Investigação e Ensaios Clínicos do Centro Hospitalar Universitário de S. João e presidente do Grupo de Estudos e Envelhecimento Cerebral e Demências, e Rui Zink, escritor e professor na NOVA FCSH, membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M, autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, incluindo o livro “O avô tem uma borracha na cabeça” (2020), que conta a história de amizade entre um avô com Alzheimer e o seu neto, que decide ser o lápis que escreve o que a borracha teima em apagar.
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<p>Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, haverá cerca 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo, estimando-se que este número possa atingir os 75,6 milhões em 2030 e eventualmente triplicar em 2050 para os 135,5 milhões. A doença de Alzheimer destaca-se neste contexto, representando cerca de 60 a 70% dos casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).</p>



<p>Nesta conversa, abordamos o significado da doença na perspetiva científica e clínica e na perspetiva de quem adoece e de quem cuida, considerando que a resposta às demências tem de ser necessariamente multidisciplinar e dialógica. O momento da comunicação do diagnóstico, o acompanhamento de quem sofre, a experiência da doença, o estigma, a resposta terapêutica existente e a importância do Outro no reconhecimento da Pessoa que se perde de si, sem perder a sua identidade – são alguns dos temas abordados. Para tal, contamos com a participação de Catarina Alvarez, jurista, psicóloga e responsável pelas Relações Institucionais da Associação Alzheimer Portugal; João Massano, neurologista, coordenador do Centro de Investigação e Ensaios Clínicos do Centro Hospitalar Universitário de S. João e presidente do Grupo de Estudos e Envelhecimento Cerebral e Demências, e Rui Zink, escritor e professor na NOVA FCSH, membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M, autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, incluindo o livro “O avô tem uma borracha na cabeça” (2020), que conta a história de amizade entre um avô com Alzheimer e o seu neto, que decide ser o lápis que escreve o que a borracha teima em apagar.</p>
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Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, haverá cerca 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo, estimando-se que este número possa atingir os 75,6 milhões em 2030 e eventualmente triplicar em 2050 para os 135,5 milhões. A doença de Alzheimer destaca-se neste contexto, representando cerca de 60 a 70% dos casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).



Nesta conversa, abordamos o significado da doença na perspetiva científica e clínica e na perspetiva de quem adoece e de quem cuida, considerando que a resposta às demências tem de ser necessariamente multidisciplinar e dialógica. O momento da comunicação do diagnóstico, o acompanhamento de quem sofre, a experiência da doença, o estigma, a resposta terapêutica existente e a importância do Outro no reconhecimento da Pessoa que se perde de si, sem perder a sua identidade – são alguns dos temas abordados. Para tal, contamos com a participação de Catarina Alvarez, jurista, psicóloga e responsável pelas Relações Institucionais da Associação Alzheimer Portugal; João Massano, neurologista, coordenador do Centro de Investigação e Ensaios Clínicos do Centro Hospitalar Universitário de S. João e presidente do Grupo de Estudos e Envelhecimento Cerebral e Demências, e Rui Zink, escritor e professor na NOVA FCSH, membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M, autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, incluindo o livro “O avô tem uma borracha na cabeça” (2020), que conta a história de amizade entre um avô com Alzheimer e o seu neto, que decide ser o lápis que escreve o que a borracha teima em apagar.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[9. Viver com Parkinson]]>
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                <pubDate>Thu, 06 May 2021 19:38:19 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Estima-se que cerca de 20 mil portugueses sofram de Parkinson. Para quem vive com esta doença, há um conjunto de desafios que exigem respostas atempadas e continuadas por parte de profissionais de saúde, cuidadores e sociedade em geral. Para debater este tema, convidámos Joaquim Ferreira, professor de Neurologia e Farmacologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretor clínico do CNS – Campus Neurológico; Maria Anjos Macedo, membro fundador e coordenadora da iniciativa “Dançar com Pk”; Leonor Tavares e Rafael Alvarez, professores reconhecidos da rede internacional <em>Dance for PD</em>®, que também integram o projeto “Dançar com Pk”. Alunos deste projeto dão voz à experiência da doença, permitindo que possamos <em>ouvir com outros olhos</em> quem vive e dança com Parkinson.</p>
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                    <![CDATA[
Estima-se que cerca de 20 mil portugueses sofram de Parkinson. Para quem vive com esta doença, há um conjunto de desafios que exigem respostas atempadas e continuadas por parte de profissionais de saúde, cuidadores e sociedade em geral. Para debater este tema, convidámos Joaquim Ferreira, professor de Neurologia e Farmacologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretor clínico do CNS – Campus Neurológico; Maria Anjos Macedo, membro fundador e coordenadora da iniciativa “Dançar com Pk”; Leonor Tavares e Rafael Alvarez, professores reconhecidos da rede internacional Dance for PD®, que também integram o projeto “Dançar com Pk”. Alunos deste projeto dão voz à experiência da doença, permitindo que possamos ouvir com outros olhos quem vive e dança com Parkinson.
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Estima-se que cerca de 20 mil portugueses sofram de Parkinson. Para quem vive com esta doença, há um conjunto de desafios que exigem respostas atempadas e continuadas por parte de profissionais de saúde, cuidadores e sociedade em geral. Para debater este tema, convidámos Joaquim Ferreira, professor de Neurologia e Farmacologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretor clínico do CNS – Campus Neurológico; Maria Anjos Macedo, membro fundador e coordenadora da iniciativa “Dançar com Pk”; Leonor Tavares e Rafael Alvarez, professores reconhecidos da rede internacional Dance for PD®, que também integram o projeto “Dançar com Pk”. Alunos deste projeto dão voz à experiência da doença, permitindo que possamos ouvir com outros olhos quem vive e dança com Parkinson.
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                    <![CDATA[8. A doença oncológica na infância e na adolescência]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 15:27:20 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A medicina narrativa convida-nos a sair da nossa zona de conforto e olhar a experiência da doença através dos olhares cruzados dos diferentes intervenientes nos cuidados de saúde.  Neste episódio do podcast GERMEN “Ouvir com Outros Olhos”, abordaremos a doença oncológica na infância e na adolescência, refletindo sobre os desafios inerentes à experiência da doença oncológica numa fase da vida particularmente vulnerável e abrindo espaço à partilha de respostas para fazer face a estes desafios.</p>



<p>Intervenientes: Filomena Maia,  coordenadora da área educativa do Serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto), no qual se integra a exposição “De que cor é o cancro”, baseada nos testemunhos das próprias crianças; Cristina Potier, Diretora Geral da Fundação Rui Osório de Castro, instituição que tem procurado apoiar e proteger as crianças com cancro e os seus familiares, focando a sua atividade em duas grandes áreas: informar e  promover a investigação; e Patarícia Cayatte, que dará o seu testemunho enquanto mãe da Frederica.</p>



<p>Gravação realizada no dia 23 de março de 2021 através da plataforma Zoom.</p>
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                                    </description>
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A medicina narrativa convida-nos a sair da nossa zona de conforto e olhar a experiência da doença através dos olhares cruzados dos diferentes intervenientes nos cuidados de saúde.  Neste episódio do podcast GERMEN “Ouvir com Outros Olhos”, abordaremos a doença oncológica na infância e na adolescência, refletindo sobre os desafios inerentes à experiência da doença oncológica numa fase da vida particularmente vulnerável e abrindo espaço à partilha de respostas para fazer face a estes desafios.



Intervenientes: Filomena Maia,  coordenadora da área educativa do Serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto), no qual se integra a exposição “De que cor é o cancro”, baseada nos testemunhos das próprias crianças; Cristina Potier, Diretora Geral da Fundação Rui Osório de Castro, instituição que tem procurado apoiar e proteger as crianças com cancro e os seus familiares, focando a sua atividade em duas grandes áreas: informar e  promover a investigação; e Patarícia Cayatte, que dará o seu testemunho enquanto mãe da Frederica.



Gravação realizada no dia 23 de março de 2021 através da plataforma Zoom.
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                    <![CDATA[8. A doença oncológica na infância e na adolescência]]>
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                <content:encoded>
                    <![CDATA[
<p>A medicina narrativa convida-nos a sair da nossa zona de conforto e olhar a experiência da doença através dos olhares cruzados dos diferentes intervenientes nos cuidados de saúde.  Neste episódio do podcast GERMEN “Ouvir com Outros Olhos”, abordaremos a doença oncológica na infância e na adolescência, refletindo sobre os desafios inerentes à experiência da doença oncológica numa fase da vida particularmente vulnerável e abrindo espaço à partilha de respostas para fazer face a estes desafios.</p>



<p>Intervenientes: Filomena Maia,  coordenadora da área educativa do Serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto), no qual se integra a exposição “De que cor é o cancro”, baseada nos testemunhos das próprias crianças; Cristina Potier, Diretora Geral da Fundação Rui Osório de Castro, instituição que tem procurado apoiar e proteger as crianças com cancro e os seus familiares, focando a sua atividade em duas grandes áreas: informar e  promover a investigação; e Patarícia Cayatte, que dará o seu testemunho enquanto mãe da Frederica.</p>



<p>Gravação realizada no dia 23 de março de 2021 através da plataforma Zoom.</p>
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                    <![CDATA[
A medicina narrativa convida-nos a sair da nossa zona de conforto e olhar a experiência da doença através dos olhares cruzados dos diferentes intervenientes nos cuidados de saúde.  Neste episódio do podcast GERMEN “Ouvir com Outros Olhos”, abordaremos a doença oncológica na infância e na adolescência, refletindo sobre os desafios inerentes à experiência da doença oncológica numa fase da vida particularmente vulnerável e abrindo espaço à partilha de respostas para fazer face a estes desafios.



Intervenientes: Filomena Maia,  coordenadora da área educativa do Serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto), no qual se integra a exposição “De que cor é o cancro”, baseada nos testemunhos das próprias crianças; Cristina Potier, Diretora Geral da Fundação Rui Osório de Castro, instituição que tem procurado apoiar e proteger as crianças com cancro e os seus familiares, focando a sua atividade em duas grandes áreas: informar e  promover a investigação; e Patarícia Cayatte, que dará o seu testemunho enquanto mãe da Frederica.



Gravação realizada no dia 23 de março de 2021 através da plataforma Zoom.
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                    <![CDATA[7. O envelhecimento no séc. XXI]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 10 Dec 2020 12:03:08 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                    https://ouvir-com-outros-olhos.castos.com/podcasts/7623/episodes/7-o-envelhecimento-no-sec-xxi</guid>
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                                            <![CDATA[
<p>O envelhecimento é hoje moldado pela falta de perspetivas que a sociedade ocidental oferece a uma população cada vez mais envelhecida e, paralelamente, pelo mundo novo que a ciência tem descoberto e que é promissor em termos de qualidade de vida e prevenção/tratamento de doenças. Por outro lado, a pandemia revelou todo um conjunto de problemas que estavam silenciados, nomeadamente o problema dos lares, e trouxe novamente para o foco da nossa atenção questões éticas de cuidados de saúde nos mais velhos, que são habitualmente doentes crónicos, alguns complexos, na generalidade bastante isolados e nalguns casos até mesmo abandonados.</p>



<p>Para discutirmos esta temática, convidámos:</p>



<p>Walter Osswald, Prof. Catedrático Aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, personalidade de relevo no estudo da Medicina e da Bioética em Portugal;</p>



<p>Elsa Logarinho, licenciada em Bioquímica e Doutorada em Ciências Biomédicas, líder do Grupo de Investigação em Envelhecimento e Aneuploidia do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde–i3S;</p>



<p>António Rui Leal, médico com mestrado em Medicina Desportiva e doutoramento em Ciências Médicas pelo ICBAS, onde é Professor Convidado, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Sanitus;</p>



<p>Tomás Magalhães, licenciado em Física, mestre em Nanotecnologia, empreendedor e autor do website Despolariza.</p>



<p>Gravação efetuada na Sala do Conselho da Reitoria da U.Porto, em 3/12/2020</p>
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O envelhecimento é hoje moldado pela falta de perspetivas que a sociedade ocidental oferece a uma população cada vez mais envelhecida e, paralelamente, pelo mundo novo que a ciência tem descoberto e que é promissor em termos de qualidade de vida e prevenção/tratamento de doenças. Por outro lado, a pandemia revelou todo um conjunto de problemas que estavam silenciados, nomeadamente o problema dos lares, e trouxe novamente para o foco da nossa atenção questões éticas de cuidados de saúde nos mais velhos, que são habitualmente doentes crónicos, alguns complexos, na generalidade bastante isolados e nalguns casos até mesmo abandonados.



Para discutirmos esta temática, convidámos:



Walter Osswald, Prof. Catedrático Aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, personalidade de relevo no estudo da Medicina e da Bioética em Portugal;



Elsa Logarinho, licenciada em Bioquímica e Doutorada em Ciências Biomédicas, líder do Grupo de Investigação em Envelhecimento e Aneuploidia do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde–i3S;



António Rui Leal, médico com mestrado em Medicina Desportiva e doutoramento em Ciências Médicas pelo ICBAS, onde é Professor Convidado, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Sanitus;



Tomás Magalhães, licenciado em Física, mestre em Nanotecnologia, empreendedor e autor do website Despolariza.



Gravação efetuada na Sala do Conselho da Reitoria da U.Porto, em 3/12/2020
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<p>O envelhecimento é hoje moldado pela falta de perspetivas que a sociedade ocidental oferece a uma população cada vez mais envelhecida e, paralelamente, pelo mundo novo que a ciência tem descoberto e que é promissor em termos de qualidade de vida e prevenção/tratamento de doenças. Por outro lado, a pandemia revelou todo um conjunto de problemas que estavam silenciados, nomeadamente o problema dos lares, e trouxe novamente para o foco da nossa atenção questões éticas de cuidados de saúde nos mais velhos, que são habitualmente doentes crónicos, alguns complexos, na generalidade bastante isolados e nalguns casos até mesmo abandonados.</p>



<p>Para discutirmos esta temática, convidámos:</p>



<p>Walter Osswald, Prof. Catedrático Aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, personalidade de relevo no estudo da Medicina e da Bioética em Portugal;</p>



<p>Elsa Logarinho, licenciada em Bioquímica e Doutorada em Ciências Biomédicas, líder do Grupo de Investigação em Envelhecimento e Aneuploidia do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde–i3S;</p>



<p>António Rui Leal, médico com mestrado em Medicina Desportiva e doutoramento em Ciências Médicas pelo ICBAS, onde é Professor Convidado, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Sanitus;</p>



<p>Tomás Magalhães, licenciado em Física, mestre em Nanotecnologia, empreendedor e autor do website Despolariza.</p>



<p>Gravação efetuada na Sala do Conselho da Reitoria da U.Porto, em 3/12/2020</p>
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O envelhecimento é hoje moldado pela falta de perspetivas que a sociedade ocidental oferece a uma população cada vez mais envelhecida e, paralelamente, pelo mundo novo que a ciência tem descoberto e que é promissor em termos de qualidade de vida e prevenção/tratamento de doenças. Por outro lado, a pandemia revelou todo um conjunto de problemas que estavam silenciados, nomeadamente o problema dos lares, e trouxe novamente para o foco da nossa atenção questões éticas de cuidados de saúde nos mais velhos, que são habitualmente doentes crónicos, alguns complexos, na generalidade bastante isolados e nalguns casos até mesmo abandonados.



Para discutirmos esta temática, convidámos:



Walter Osswald, Prof. Catedrático Aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, personalidade de relevo no estudo da Medicina e da Bioética em Portugal;



Elsa Logarinho, licenciada em Bioquímica e Doutorada em Ciências Biomédicas, líder do Grupo de Investigação em Envelhecimento e Aneuploidia do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde–i3S;



António Rui Leal, médico com mestrado em Medicina Desportiva e doutoramento em Ciências Médicas pelo ICBAS, onde é Professor Convidado, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Sanitus;



Tomás Magalhães, licenciado em Física, mestre em Nanotecnologia, empreendedor e autor do website Despolariza.



Gravação efetuada na Sala do Conselho da Reitoria da U.Porto, em 3/12/2020
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                <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 12:23:13 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>“Dar voz à esperança em cuidados de saúde” é o novo episódio do podcast <em>Ouvir com outros Olhos</em>, uma conversa que contou com a presença de Júlio Machado Vaz, psiquiatra, professor jubilado da U.Porto, escritor e presença assídua na rádio e televisão desde há vários anos; Manuel Sobrinho Simões, anatomopatologista (considerado como o mais influente do mundo em 2015), especialista em cancro da tiroide, diretor do IPATIMUP, codiretor do i3S e Professor Emérito da U.Porto, e Manuela Vidigal Bertão, médica internista e da equipa intra-hospitalar e suporte de cuidados paliativos no Centro Hospitalar Universitário do Porto; membro do GERMEN.</p>



<p>Entre uma abordagem concreta, envolvendo escalas para medir a esperança e kits de esperança para profissionais de saúde, e uma abordagem mais abstrata, refletimos sobre o sentido deste conceito na nossa existência, com especial enfoque nos cuidados de saúde. O momento atual, particularmente suscetível de causar desesperança, convida-nos a uma reflexão cuidada sobre os fatores que promovem e os que podem apagar a esperança.</p>
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                    <![CDATA[
“Dar voz à esperança em cuidados de saúde” é o novo episódio do podcast Ouvir com outros Olhos, uma conversa que contou com a presença de Júlio Machado Vaz, psiquiatra, professor jubilado da U.Porto, escritor e presença assídua na rádio e televisão desde há vários anos; Manuel Sobrinho Simões, anatomopatologista (considerado como o mais influente do mundo em 2015), especialista em cancro da tiroide, diretor do IPATIMUP, codiretor do i3S e Professor Emérito da U.Porto, e Manuela Vidigal Bertão, médica internista e da equipa intra-hospitalar e suporte de cuidados paliativos no Centro Hospitalar Universitário do Porto; membro do GERMEN.



Entre uma abordagem concreta, envolvendo escalas para medir a esperança e kits de esperança para profissionais de saúde, e uma abordagem mais abstrata, refletimos sobre o sentido deste conceito na nossa existência, com especial enfoque nos cuidados de saúde. O momento atual, particularmente suscetível de causar desesperança, convida-nos a uma reflexão cuidada sobre os fatores que promovem e os que podem apagar a esperança.
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<p>“Dar voz à esperança em cuidados de saúde” é o novo episódio do podcast <em>Ouvir com outros Olhos</em>, uma conversa que contou com a presença de Júlio Machado Vaz, psiquiatra, professor jubilado da U.Porto, escritor e presença assídua na rádio e televisão desde há vários anos; Manuel Sobrinho Simões, anatomopatologista (considerado como o mais influente do mundo em 2015), especialista em cancro da tiroide, diretor do IPATIMUP, codiretor do i3S e Professor Emérito da U.Porto, e Manuela Vidigal Bertão, médica internista e da equipa intra-hospitalar e suporte de cuidados paliativos no Centro Hospitalar Universitário do Porto; membro do GERMEN.</p>



<p>Entre uma abordagem concreta, envolvendo escalas para medir a esperança e kits de esperança para profissionais de saúde, e uma abordagem mais abstrata, refletimos sobre o sentido deste conceito na nossa existência, com especial enfoque nos cuidados de saúde. O momento atual, particularmente suscetível de causar desesperança, convida-nos a uma reflexão cuidada sobre os fatores que promovem e os que podem apagar a esperança.</p>
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“Dar voz à esperança em cuidados de saúde” é o novo episódio do podcast Ouvir com outros Olhos, uma conversa que contou com a presença de Júlio Machado Vaz, psiquiatra, professor jubilado da U.Porto, escritor e presença assídua na rádio e televisão desde há vários anos; Manuel Sobrinho Simões, anatomopatologista (considerado como o mais influente do mundo em 2015), especialista em cancro da tiroide, diretor do IPATIMUP, codiretor do i3S e Professor Emérito da U.Porto, e Manuela Vidigal Bertão, médica internista e da equipa intra-hospitalar e suporte de cuidados paliativos no Centro Hospitalar Universitário do Porto; membro do GERMEN.



Entre uma abordagem concreta, envolvendo escalas para medir a esperança e kits de esperança para profissionais de saúde, e uma abordagem mais abstrata, refletimos sobre o sentido deste conceito na nossa existência, com especial enfoque nos cuidados de saúde. O momento atual, particularmente suscetível de causar desesperança, convida-nos a uma reflexão cuidada sobre os fatores que promovem e os que podem apagar a esperança.
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                <pubDate>Thu, 09 Jul 2020 12:53:54 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A interdisciplinaridade da medicina narrativa é espaço de hospitalidade pelo convite à reflexão sobre as dimensões narrativas dos cuidados de saúde: tempo e espaço, personagens, voz e enredo. Para o quinto podcast GERMEN <em>Ouvir com outros olhos: dar voz ao espaço</em> convidámos o arquiteto Luís Faria e o médico e fotógrafo Estêvão Lafuente para debater o espaço em que somos cuidados e onde cuidamos, interrogando-nos sobre o modo como a hospitalidade, essência da medicina narrativa, é promovida ou desconstruída nos diferentes contextos de cuidados de saúde.</p>



<p>Gravação efetuada na Casa Comum da Universidade do Porto em 02/07/2020</p>
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A interdisciplinaridade da medicina narrativa é espaço de hospitalidade pelo convite à reflexão sobre as dimensões narrativas dos cuidados de saúde: tempo e espaço, personagens, voz e enredo. Para o quinto podcast GERMEN Ouvir com outros olhos: dar voz ao espaço convidámos o arquiteto Luís Faria e o médico e fotógrafo Estêvão Lafuente para debater o espaço em que somos cuidados e onde cuidamos, interrogando-nos sobre o modo como a hospitalidade, essência da medicina narrativa, é promovida ou desconstruída nos diferentes contextos de cuidados de saúde.



Gravação efetuada na Casa Comum da Universidade do Porto em 02/07/2020
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<p>A interdisciplinaridade da medicina narrativa é espaço de hospitalidade pelo convite à reflexão sobre as dimensões narrativas dos cuidados de saúde: tempo e espaço, personagens, voz e enredo. Para o quinto podcast GERMEN <em>Ouvir com outros olhos: dar voz ao espaço</em> convidámos o arquiteto Luís Faria e o médico e fotógrafo Estêvão Lafuente para debater o espaço em que somos cuidados e onde cuidamos, interrogando-nos sobre o modo como a hospitalidade, essência da medicina narrativa, é promovida ou desconstruída nos diferentes contextos de cuidados de saúde.</p>



<p>Gravação efetuada na Casa Comum da Universidade do Porto em 02/07/2020</p>
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                    <![CDATA[
A interdisciplinaridade da medicina narrativa é espaço de hospitalidade pelo convite à reflexão sobre as dimensões narrativas dos cuidados de saúde: tempo e espaço, personagens, voz e enredo. Para o quinto podcast GERMEN Ouvir com outros olhos: dar voz ao espaço convidámos o arquiteto Luís Faria e o médico e fotógrafo Estêvão Lafuente para debater o espaço em que somos cuidados e onde cuidamos, interrogando-nos sobre o modo como a hospitalidade, essência da medicina narrativa, é promovida ou desconstruída nos diferentes contextos de cuidados de saúde.



Gravação efetuada na Casa Comum da Universidade do Porto em 02/07/2020
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
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                    <![CDATA[4. Cuidar de quem cuida]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 05 Jun 2020 19:03:48 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Cuidar de quem cuida em contexto profissional é a temática do quarto podcast GERMEN. </p>



<p>Em que medida a atual pandemia afetou os cuidadores informais e os profissionais de saúde? De que modo as instituições de saúde em Portugal cuidam dos seus profissionais? O que mudou com o atual reconhecimento público da importância do papel dos profissionais de saúde e a necessidade muitas vezes ocultada de cuidarem de si próprios? Para fomentar o debate tivemos em estúdio Eduardo Carqueja – diretor do Serviço de Psicologia do Centro Hospitalar Universitário de São João –  e Patrícia Ferreira – enfermeira de medicina intensiva no Centro Hospitalar Universitário de São João.</p>



<p>Gravação efetuada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva (MHNC-UP) em 04/06/2020</p>
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                    <![CDATA[
Cuidar de quem cuida em contexto profissional é a temática do quarto podcast GERMEN. 



Em que medida a atual pandemia afetou os cuidadores informais e os profissionais de saúde? De que modo as instituições de saúde em Portugal cuidam dos seus profissionais? O que mudou com o atual reconhecimento público da importância do papel dos profissionais de saúde e a necessidade muitas vezes ocultada de cuidarem de si próprios? Para fomentar o debate tivemos em estúdio Eduardo Carqueja – diretor do Serviço de Psicologia do Centro Hospitalar Universitário de São João –  e Patrícia Ferreira – enfermeira de medicina intensiva no Centro Hospitalar Universitário de São João.



Gravação efetuada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva (MHNC-UP) em 04/06/2020
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<p>Cuidar de quem cuida em contexto profissional é a temática do quarto podcast GERMEN. </p>



<p>Em que medida a atual pandemia afetou os cuidadores informais e os profissionais de saúde? De que modo as instituições de saúde em Portugal cuidam dos seus profissionais? O que mudou com o atual reconhecimento público da importância do papel dos profissionais de saúde e a necessidade muitas vezes ocultada de cuidarem de si próprios? Para fomentar o debate tivemos em estúdio Eduardo Carqueja – diretor do Serviço de Psicologia do Centro Hospitalar Universitário de São João –  e Patrícia Ferreira – enfermeira de medicina intensiva no Centro Hospitalar Universitário de São João.</p>



<p>Gravação efetuada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva (MHNC-UP) em 04/06/2020</p>
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                    <![CDATA[
Cuidar de quem cuida em contexto profissional é a temática do quarto podcast GERMEN. 



Em que medida a atual pandemia afetou os cuidadores informais e os profissionais de saúde? De que modo as instituições de saúde em Portugal cuidam dos seus profissionais? O que mudou com o atual reconhecimento público da importância do papel dos profissionais de saúde e a necessidade muitas vezes ocultada de cuidarem de si próprios? Para fomentar o debate tivemos em estúdio Eduardo Carqueja – diretor do Serviço de Psicologia do Centro Hospitalar Universitário de São João –  e Patrícia Ferreira – enfermeira de medicina intensiva no Centro Hospitalar Universitário de São João.



Gravação efetuada na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva (MHNC-UP) em 04/06/2020
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[3. Dar voz ao tempo]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 11 May 2020 23:30:30 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Dar voz ao tempo é o tema do terceiro podcast GERMEN, para o qual convidámos Ana Soares, que exerceu a profissão de cabeleireira e nos trouxe a experiência da doença oncológica, no âmbito da qual participou no projeto “Conhecer a doença: os doentes em primeiro lugar”, desenvolvido no IPATIMUP; Dilermando Sobral, médico de família na USF Ramalde, docente voluntário de Comunicação Clínica na FMUP e interessado em Medicina Narrativa; Margarida Branco, psicóloga clínica no Centro Hospitalar Universitário do Porto, cujas funções se desenvolvem essencialmente na área dos Cuidados Paliativos, Doenças Neuromusculares e Luto. Integra o Grupo de Apoio ao Luto do CHUP e faz parte do Gabinete de Educação Médica do ICBAS/CHUP.</p>
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Dar voz ao tempo é o tema do terceiro podcast GERMEN, para o qual convidámos Ana Soares, que exerceu a profissão de cabeleireira e nos trouxe a experiência da doença oncológica, no âmbito da qual participou no projeto “Conhecer a doença: os doentes em primeiro lugar”, desenvolvido no IPATIMUP; Dilermando Sobral, médico de família na USF Ramalde, docente voluntário de Comunicação Clínica na FMUP e interessado em Medicina Narrativa; Margarida Branco, psicóloga clínica no Centro Hospitalar Universitário do Porto, cujas funções se desenvolvem essencialmente na área dos Cuidados Paliativos, Doenças Neuromusculares e Luto. Integra o Grupo de Apoio ao Luto do CHUP e faz parte do Gabinete de Educação Médica do ICBAS/CHUP.
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                    <![CDATA[3. Dar voz ao tempo]]>
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<p>Dar voz ao tempo é o tema do terceiro podcast GERMEN, para o qual convidámos Ana Soares, que exerceu a profissão de cabeleireira e nos trouxe a experiência da doença oncológica, no âmbito da qual participou no projeto “Conhecer a doença: os doentes em primeiro lugar”, desenvolvido no IPATIMUP; Dilermando Sobral, médico de família na USF Ramalde, docente voluntário de Comunicação Clínica na FMUP e interessado em Medicina Narrativa; Margarida Branco, psicóloga clínica no Centro Hospitalar Universitário do Porto, cujas funções se desenvolvem essencialmente na área dos Cuidados Paliativos, Doenças Neuromusculares e Luto. Integra o Grupo de Apoio ao Luto do CHUP e faz parte do Gabinete de Educação Médica do ICBAS/CHUP.</p>
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Dar voz ao tempo é o tema do terceiro podcast GERMEN, para o qual convidámos Ana Soares, que exerceu a profissão de cabeleireira e nos trouxe a experiência da doença oncológica, no âmbito da qual participou no projeto “Conhecer a doença: os doentes em primeiro lugar”, desenvolvido no IPATIMUP; Dilermando Sobral, médico de família na USF Ramalde, docente voluntário de Comunicação Clínica na FMUP e interessado em Medicina Narrativa; Margarida Branco, psicóloga clínica no Centro Hospitalar Universitário do Porto, cujas funções se desenvolvem essencialmente na área dos Cuidados Paliativos, Doenças Neuromusculares e Luto. Integra o Grupo de Apoio ao Luto do CHUP e faz parte do Gabinete de Educação Médica do ICBAS/CHUP.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[2. Dar voz ao erro]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 22 Apr 2020 13:44:23 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Dar voz ao erro é o tema do segundo podcast GERMEN.  Em 2011, o então responsável pelas iniciativas da segurança do doente da Organização Mundial de Saúde, Sir Liam Donaldson, afirmou que “Errar é humano, encobrir é indesculpável e não aprender com os erros é imperdoável”. É o mote para este debate com Filomena Girão, advogada e sócia da FAF Advogados, Henrique Barros, epidemiologista, Professor Catedrático da FMUP, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e, desde 2018, da Comissão Nacional de Saúde, e Pedro Amorim, anestesiologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto. </p>
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                    <![CDATA[
Dar voz ao erro é o tema do segundo podcast GERMEN.  Em 2011, o então responsável pelas iniciativas da segurança do doente da Organização Mundial de Saúde, Sir Liam Donaldson, afirmou que “Errar é humano, encobrir é indesculpável e não aprender com os erros é imperdoável”. É o mote para este debate com Filomena Girão, advogada e sócia da FAF Advogados, Henrique Barros, epidemiologista, Professor Catedrático da FMUP, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e, desde 2018, da Comissão Nacional de Saúde, e Pedro Amorim, anestesiologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto. 
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<p>Dar voz ao erro é o tema do segundo podcast GERMEN.  Em 2011, o então responsável pelas iniciativas da segurança do doente da Organização Mundial de Saúde, Sir Liam Donaldson, afirmou que “Errar é humano, encobrir é indesculpável e não aprender com os erros é imperdoável”. É o mote para este debate com Filomena Girão, advogada e sócia da FAF Advogados, Henrique Barros, epidemiologista, Professor Catedrático da FMUP, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e, desde 2018, da Comissão Nacional de Saúde, e Pedro Amorim, anestesiologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto. </p>
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Dar voz ao erro é o tema do segundo podcast GERMEN.  Em 2011, o então responsável pelas iniciativas da segurança do doente da Organização Mundial de Saúde, Sir Liam Donaldson, afirmou que “Errar é humano, encobrir é indesculpável e não aprender com os erros é imperdoável”. É o mote para este debate com Filomena Girão, advogada e sócia da FAF Advogados, Henrique Barros, epidemiologista, Professor Catedrático da FMUP, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e, desde 2018, da Comissão Nacional de Saúde, e Pedro Amorim, anestesiologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto. 
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[1. A pandemia de COVID-19]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 06 Apr 2020 19:23:01 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>A pandemia de COVID-19 confronta-nos com uma mudança brusca de modos de estar e de ser, com questões éticas, culturais e políticas que têm impacto na saúde e no modo como nos posicionamos no mundo. Face ao desconhecido e à incerteza, as histórias que contamos e que escutamos são certamente um recurso essencial. Com Miguel Ricou, psicólogo e professor de Bioética da Faculdade de Medicina da U. Porto, Joana Tavares, farmacêutica, investigadora no i3S na área das doenças parasitárias, e Jorge Mendes, interno de medicina interna no Hospital Universitário de Coimbra.</p>]]>
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                    <![CDATA[A pandemia de COVID-19 confronta-nos com uma mudança brusca de modos de estar e de ser, com questões éticas, culturais e políticas que têm impacto na saúde e no modo como nos posicionamos no mundo. Face ao desconhecido e à incerteza, as histórias que contamos e que escutamos são certamente um recurso essencial. Com Miguel Ricou, psicólogo e professor de Bioética da Faculdade de Medicina da U. Porto, Joana Tavares, farmacêutica, investigadora no i3S na área das doenças parasitárias, e Jorge Mendes, interno de medicina interna no Hospital Universitário de Coimbra.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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