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        <title>Noites de Cabíria</title>
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        <description>“You know, I think that movies are a conspiracy because they set you up from the time you’re a little kid... They set you up to believe in everything, in ideals and strength and good guys and romance - and, of course, love” (Gena Rowlands em Minnie and Moskowitz, 1971). Noites de Cabíria é um podcast dedicado ao cinema sem outras regras que não o amor pelas imagens em movimento e por tudo o que elas provocam, insinuam, iluminam. Daniel Marques Pinto (professor universitário), Francisco Noronha (crítico, realizador e programador) e Pedro Ludgero (músico e realizador) conversam sobres as mais recentes estreias nas salas portuguesas, assim como ciclos, sessões especiais e outras efemérides da história do cinema.
Sigam este podcast no Instagram em @noitesdecabiria.</description>
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        <itunes:author>Casa Comum</itunes:author>
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            <itunes:name>Casa Comum</itunes:name>
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                    <![CDATA[12. Orfandade e desamor em “Os 400 Golpes”]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 27 Oct 2026 17:16:31 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Noites de Cabíria ao vivo: sob o signo da orfandade e do desamor – e, claro, de Antoine Doinel/Jean-Pierre Léaud (e Truffaut, e André Bazin…) –, o primeiro episódio ao vivo das Noites de Cabíria no Cinema Trindade fez-se em torno de Os 400 Golpes, de François Truffaut, com a participação do público na parte final da sessão. Acompanhem-nos neste excurso por um dos marcos fundadores da Nouvelle Vague e um pouco por toda a obra de Truffaut. Nota: por razões técnicas, os primeiros minutos da gravação áudio apresentam algum ruído, situação que é depois corrigida.]]>
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                    <![CDATA[11. Didática e política]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Eis as possibilidades didáticas e políticas do cinema: com Truly Naked, acompanhamos um rapaz criado no seio de uma família cujo ganha-pão é a produção de pornografia doméstica; com NAZA, dos israelitas Y. Abraham e R. Szor, os depoimentos de militares e membros dos serviços de inteligência de Israel levantam o pano ao sistema de morte utilizado no genocídio atualmente em curso na Palestina. À margem, derivas pelo cinema no feminino dos anos 70 (Je, Tu, Il, Elle, de C. Akerman; O Longo Adeus, de K. Muratova; e Alice Doesn’t Live Here Anymore, de M. Scorsese) e pelos vilões do cinema slasher […]]]>
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                    <![CDATA[10. De volta à sala de cinema]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:16:39 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No primeiro episódio depois da pausa de verão, o olhar concentra-se em O Jacaré (Basil da Cunha na sua “última dança” pelo bairro da Reboleira) e Cartas Amarelas (do turco İlker Çata, vencedor do Urso de Ouro na última Berlinale). Faz-se ainda uma ronda por A Amiga Silenciosa (Ildikó Enyedi), Soy Cuba (Mikhail Kalatozov) e James Stewart na… pastelaria. Neste 10.º episódio, aproveita-se a marca redonda para anunciar uma nova parceria entre as Noites de Cabíria e o Cinema Trindade, no âmbito da qual, a partir de outubro e uma vez por mês, as Noites passam a ser gravadas ao vivo […]]]>
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                    <![CDATA[9. Adolescência e adultícia, desejo e parentalidade]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:35:04 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Antes da pausa para as férias de verão, as Noites passam por Little Trouble Girls, da eslovena Urška Djukić, e L’aventura, da francesa Sophie Letourneur. Se o primeiro explora os mecanismos do desejo adolescente e do despertar sexual, o segundo examina sobretudo as engrenagens do quotidiano de um casal em férias com os filhos. Há ainda tempo para abordar o atual fenómeno do filme de terror (através de Backrooms e Obsessão) e, ainda, o livro At the Burning Abyss: Experiencing the Georg Trakl Poem, de Franz Fühmann. As Noites de Cabíria voltam em setembro. Veja este episódio em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1BzMr0Dd7uA]]>
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                    <![CDATA[9. Adolescência e adultícia, desejo e parentalidade]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[8. Determinação e ambiguidade]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No oitavo episódio, tentamos acompanhar a intensidade de duas personagens. Em Uma Mãe e o seu Filho, de Saeed Roustayi, uma mulher iraniana de meia-idade faz o menos pacífico dos lutos pela morte do seu filho. Com Dois Procuradores, Sergei Loznitsa recua a um dos períodos mais negros da história da União Soviética para sugerir que o “sistema” não pode ser questionado a partir de dentro. Mas há mais: a estreia de Leibniz – Crónica de um Pintura Perdida (Edgar Reitz), uma revisitação a Mean Streets (Martin Scorsese), a homenagem por ocasião do falecimento de Marjane Satrapi (Persépolis, 2007), a exposição […]]]>
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                    <![CDATA[7. Repressão e resistência estética]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 14 Jun 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[O que pode a resistência estética em contextos ditatoriais? Já distante da “nova vaga romena” do início dos anos 2000, Rádio Metronom (Alexandru Belc, 2022) dá-nos a pulsação adequada para interpretarmos a perda da inocência (nos seus múltiplos sentidos) na Roménia comunista e sinistra de Ceaușescu de 1972; já Divina Comédia (Ali Asgari, 2025), mais uma pérola do sempre estimulante cinema iraniano, acompanha a epopeia de um realizador contemporâneo em busca do simples paraíso de poder projetar o seu último filme em Teerão. A conversa espraia-se ainda por Nino (Pauline Loquès, 2025), pelo livro de entrevistas “Fellini Por Fellini”, o restauro e exibição de […]]]>
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                    <![CDATA[6. 100 anos (e 100 facetas) de Marilyn Monroe]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 29 May 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Num episódio especial, as Noites de Cabíria acontecem pela primeira vez ao vivo: no âmbito do ciclo de cinema Quem és tu, Norma Jeane? 100 anos de Marilyn Monroe, programado por Francisco Noronha, que decorreu em junho de 2026 na Casa Comum da U.Porto, parte-se de um dos filmes do ciclo, Bus Stop (Paragem de Autocarro, Joshua Logan, 1956), para debater o percurso artístico e biográfico (se é que eles se distinguem) daquele que é porventura o maior ícone popular do século XX.  Bem-vindos ao inesgotável mundo de Marilyn Monroe.]]>
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                <title>
                    <![CDATA[5. No litoral]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 14 May 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[A maresia (atlântica e mediterrânica) enche as Noites de Cabíria: em Romaria, Carla Simón acompanha a busca de uma estudante de cinema pela história dos pais biológicos, o que lhe permite conhecer o lado menos luminoso da movida espanhola, na sua declinação especificamente galega. Já o esplendor luminoso e luxuriante prometido no grande projeto meridional (em Sète, na Ocitânia francesa) de Abdellatif Kechiche deixa, neste segundo volume de Mektoub, My Love, um travo de frustração. Conversa-se ainda sobre Isabelle Huppert no Teatro Nacional S. João (Bérénice) e vários outros títulos da atualidade cinematográfica (Os Domingos, Entroncamento, Projecto Global).]]>
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                    <![CDATA[A maresia (atlântica e mediterrânica) enche as Noites de Cabíria: em Romaria, Carla Simón acompanha a busca de uma estudante de cinema pela história dos pais biológicos, o que lhe permite conhecer o lado menos luminoso da movida espanhola, na sua declinação especificamente galega. Já o esplendor luminoso e luxuriante prometido no grande projeto meridional (em Sète, na Ocitânia francesa) de Abdellatif Kechiche deixa, neste segundo volume de Mektoub, My Love, um travo de frustração. Conversa-se ainda sobre Isabelle Huppert no Teatro Nacional S. João (Bérénice) e vários outros títulos da atualidade cinematográfica (Os Domingos, Entroncamento, Projecto Global).]]>
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                    <![CDATA[5. No litoral]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[4. Do absurdismo ao nazismo]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Começamos nos anos 1930, na Argélia sob o jugo colonial francês, com O Estrangeiro (2025), de François Ozon; daí seguimos para a Alemanha hitleriana de Riefenstahl (2024), onde Leni Riefenstahl, mulher corajosa e cobarde, intrépida e mitómana, celebrou, com a sua câmara, o III Reich, para depois passar o resto da vida a negar o seu nazismo. Conversa-se ainda sobre Histórias do Vale Bom, de José Luis Guerín (2025); a edição de Flores Silvestres, livro de poesia de Abbas Kiarostami; e o fenómeno da imitação na pintura e no cinema. Por fim, dá-se nota do ciclo de cinema e debates Quem és tu, […]]]>
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                <title>
                    <![CDATA[3. Entre Nova Iorque (“Blue Moon”) e Inhambane (“Balane 3”)]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No terceiro episódio, viajamos por diferentes latitudes: primeiramente, fechamo-nos, em Blue Moon (Richard Linklater), com Lorenz Hart (Ethan Hawke) no Sardi’s, histórico restaurante nova-iorquino, na noite de estreia (31 de março de 1943) de Oklahoma!, musical de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II; já em Balane 3, seguimos a câmara do português Ico Costa por um bairro moçambicano de Inhambane e o seu vibrante quotidiano, no qual o sexo é assunto de (quase) todas as conversas. Há ainda tempo para um olhar sobre o (esquizofrénico) fenómeno “Óscares”, o “affair Timothée Chalamet” e a iconografia cristã de… Verónica de Jerusalém.]]>
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                <title>
                    <![CDATA[2. Um estranho "sport movie" e a cronologia do trauma]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:42:06 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[O olhar demora-se por Marty Supreme, o primeiro filme “pós-separação” de Josh Safdie (irmão de Benny Safdie), e A Cronologia da Água, estreia na longa-metragem de Kristen Stewart a partir do livro de memórias da escritora americana Lidia Yuknavitch. E ainda: Die My Love, Miroirs No. 3 e O Bolo do Presidente.]]>
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                    <![CDATA[1. A redefinição do "coming-of-age" e uma homenagem pouco orwelliana a Orwell]]>
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                <pubDate>Sun, 15 Mar 2026 00:49:39 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No episódio inaugural das Noites de Cabíria, os filmes em foco são a família e suas vicissitudes de Valor Sentimental (Joachim Trier, 2025), bem como a vida, obra e legado de George Orwell em Orwell: 2+2=5 (2025, Raoul Peck). O olhar percorre ainda, de forma mais sintética, Sex e Love (Dag Johan Haugerud, 2025), a cópia restaurada pelo aniversário dos 25 anos de Rasganço (Raquel Freire, 2001), Sinners (Ryan Coogler, 2025) e o resistente e vital cinema iraniano de A Semente do Figo Sagrado (Mohammad Rasoulof, 2025). 15-03-2026]]>
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