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        <title>Noites de Cabíria</title>
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        <description>“You know, I think that movies are a conspiracy because they set you up from the time you’re a little kid... They set you up to believe in everything, in ideals and strength and good guys and romance - and, of course, love” (Gena Rowlands em Minnie and Moskowitz, 1971). Noites de Cabíria é um podcast dedicado ao cinema sem outras regras que não o amor pelas imagens em movimento e por tudo o que elas provocam, insinuam, iluminam. Daniel Marques Pinto (professor universitário), Francisco Noronha (crítico, realizador e programador) e Pedro Ludgero (músico e realizador) conversam sobres as mais recentes estreias nas salas portuguesas, assim como ciclos, sessões especiais e outras efemérides da história do cinema.
Sigam este podcast no Instagram em @noitesdecabiria.</description>
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        <itunes:author>Casa Comum</itunes:author>
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            <itunes:name>Casa Comum</itunes:name>
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                    <![CDATA[6. 100 anos (e 100 facetas) de Marilyn Monroe]]>
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                <pubDate>Fri, 29 May 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Num episódio especial, as Noites de Cabíria acontecem pela primeira vez ao vivo: no âmbito do ciclo de cinema Quem és tu, Norma Jeane? 100 anos de Marilyn Monroe, programado por Francisco Noronha, que decorreu em junho de 2026 na Casa Comum da U.Porto, parte-se de um dos filmes do ciclo, Bus Stop (Paragem de Autocarro, Joshua Logan, 1956), para debater o percurso artístico e biográfico (se é que eles se distinguem) daquele que é porventura o maior ícone popular do século XX.  Bem-vindos ao inesgotável mundo de Marilyn Monroe.]]>
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                    <![CDATA[5. No litoral]]>
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                <pubDate>Thu, 14 May 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[A maresia (atlântica e mediterrânica) enche as Noites de Cabíria: em Romaria, Carla Simón acompanha a busca de uma estudante de cinema pela história dos pais biológicos, o que lhe permite conhecer o lado menos luminoso da movida espanhola, na sua declinação especificamente galega. Já o esplendor luminoso e luxuriante prometido no grande projeto meridional (em Sète, na Ocitânia francesa) de Abdellatif Kechiche deixa, neste segundo volume de Mektoub, My Love, um travo de frustração. Conversa-se ainda sobre Isabelle Huppert no Teatro Nacional S. João (Bérénice) e vários outros títulos da atualidade cinematográfica (Os Domingos, Entroncamento, Projecto Global).]]>
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                    <![CDATA[4. Do absurdismo ao nazismo]]>
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                <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[Começamos nos anos 1930, na Argélia sob o jugo colonial francês, com O Estrangeiro (2025), de François Ozon; daí seguimos para a Alemanha hitleriana de Riefenstahl (2024), onde Leni Riefenstahl, mulher corajosa e cobarde, intrépida e mitómana, celebrou, com a sua câmara, o III Reich, para depois passar o resto da vida a negar o seu nazismo. Conversa-se ainda sobre Histórias do Vale Bom, de José Luis Guerín (2025); a edição de Flores Silvestres, livro de poesia de Abbas Kiarostami; e o fenómeno da imitação na pintura e no cinema. Por fim, dá-se nota do ciclo de cinema e debates Quem és tu, […]]]>
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                    <![CDATA[3. Entre Nova Iorque (“Blue Moon”) e Inhambane (“Balane 3”)]]>
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                <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 23:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No terceiro episódio, viajamos por diferentes latitudes: primeiramente, fechamo-nos, em Blue Moon (Richard Linklater), com Lorenz Hart (Ethan Hawke) no Sardi’s, histórico restaurante nova-iorquino, na noite de estreia (31 de março de 1943) de Oklahoma!, musical de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II; já em Balane 3, seguimos a câmara do português Ico Costa por um bairro moçambicano de Inhambane e o seu vibrante quotidiano, no qual o sexo é assunto de (quase) todas as conversas. Há ainda tempo para um olhar sobre o (esquizofrénico) fenómeno “Óscares”, o “affair Timothée Chalamet” e a iconografia cristã de… Verónica de Jerusalém.]]>
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                    <![CDATA[3. Entre Nova Iorque (“Blue Moon”) e Inhambane (“Balane 3”)]]>
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                <title>
                    <![CDATA[2. Um estranho "sport movie" e a cronologia do trauma]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:42:06 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[O olhar demora-se por Marty Supreme, o primeiro filme “pós-separação” de Josh Safdie (irmão de Benny Safdie), e A Cronologia da Água, estreia na longa-metragem de Kristen Stewart a partir do livro de memórias da escritora americana Lidia Yuknavitch. E ainda: Die My Love, Miroirs No. 3 e O Bolo do Presidente.]]>
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                    <![CDATA[1. A redefinição do "coming-of-age" e uma homenagem pouco orwelliana a Orwell]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 15 Mar 2026 00:49:39 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[No episódio inaugural das Noites de Cabíria, os filmes em foco são a família e suas vicissitudes de Valor Sentimental (Joachim Trier, 2025), bem como a vida, obra e legado de George Orwell em Orwell: 2+2=5 (2025, Raoul Peck). O olhar percorre ainda, de forma mais sintética, Sex e Love (Dag Johan Haugerud, 2025), a cópia restaurada pelo aniversário dos 25 anos de Rasganço (Raquel Freire, 2001), Sinners (Ryan Coogler, 2025) e o resistente e vital cinema iraniano de A Semente do Figo Sagrado (Mohammad Rasoulof, 2025). 15-03-2026]]>
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