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        <description>São ao todo 12 estudos contendo: Jesus e o Espiritismo; o símbolo da videira; interpretação simbólica do Evangelho; Religiosidade de Allan Kardec.</description>
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        <itunes:author>Grupo Marcos</itunes:author>
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                <title>
                    <![CDATA[Encontro 12 - Diálogo mediúnico]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:29:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                    <![CDATA[Encontro 12 - Diálogo mediúnico]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[Encontro 12 - O Espiritismo é a terceira revelação]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 13 Nov 2022 14:16:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p> </p>
<p>1. As Três Revelações: Moisés, Cristo e o Espiritismo<br />A lei do Antigo Testamento está personificada em Moisés; a do Novo<br />Testamento está personificada no Cristo. O Espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, mas pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, e por uma multidão inumerável de intermediários. (Texto de Allan Kardec em O<br />Evangelho Segundo o Espiritismo).</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ 
1. As Três Revelações: Moisés, Cristo e o EspiritismoA lei do Antigo Testamento está personificada em Moisés; a do NovoTestamento está personificada no Cristo. O Espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, mas pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, e por uma multidão inumerável de intermediários. (Texto de Allan Kardec em OEvangelho Segundo o Espiritismo).]]>
                </itunes:subtitle>
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                    <![CDATA[Encontro 12 - O Espiritismo é a terceira revelação]]>
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                    <![CDATA[<p> </p>
<p>1. As Três Revelações: Moisés, Cristo e o Espiritismo<br />A lei do Antigo Testamento está personificada em Moisés; a do Novo<br />Testamento está personificada no Cristo. O Espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, mas pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, e por uma multidão inumerável de intermediários. (Texto de Allan Kardec em O<br />Evangelho Segundo o Espiritismo).</p>]]>
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                    <![CDATA[ 
1. As Três Revelações: Moisés, Cristo e o EspiritismoA lei do Antigo Testamento está personificada em Moisés; a do NovoTestamento está personificada no Cristo. O Espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, mas pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, e por uma multidão inumerável de intermediários. (Texto de Allan Kardec em OEvangelho Segundo o Espiritismo).]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[Encontro 11 - Diálogo mediúnico]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 07 Nov 2022 12:27:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[]]>
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                    <![CDATA[Encontro 11 - Diálogo mediúnico]]>
                </itunes:title>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[Encontro 11 - Leão da tribo de Judá]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 06 Nov 2022 14:19:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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<p style="text-align:justify;">DEPOIS chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros;  Ajuntai-vos, e ouvi, filhos de Jacó; e ouvi a Israel vosso pai.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />(…)</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. 9 Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.  Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. (Gênese, 49, 1-2, 8-11)</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Bíblia Sagrada, de Almeida, João Ferreira. Edição do Kindle.</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ 
DEPOIS chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros;  Ajuntai-vos, e ouvi, filhos de Jacó; e ouvi a Israel vosso pai.
(…)
Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. 9 Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.  Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. (Gênese, 49, 1-2, 8-11)
Bíblia Sagrada, de Almeida, João Ferreira. Edição do Kindle.]]>
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                    <![CDATA[Encontro 11 - Leão da tribo de Judá]]>
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                    <![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align:justify;">DEPOIS chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros;  Ajuntai-vos, e ouvi, filhos de Jacó; e ouvi a Israel vosso pai.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />(…)</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. 9 Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.  Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. (Gênese, 49, 1-2, 8-11)</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Bíblia Sagrada, de Almeida, João Ferreira. Edição do Kindle.</p>]]>
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                    <![CDATA[ 
DEPOIS chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros;  Ajuntai-vos, e ouvi, filhos de Jacó; e ouvi a Israel vosso pai.
(…)
Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. 9 Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.  Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas. (Gênese, 49, 1-2, 8-11)
Bíblia Sagrada, de Almeida, João Ferreira. Edição do Kindle.]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <![CDATA[Encontro 10 - Diálogo mediúnico]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 31 Oct 2022 12:24:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                    <![CDATA[Encontro 10 - Diálogo mediúnico]]>
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                    <![CDATA[Encontro 10 -  A crucificação]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 30 Oct 2022 14:11:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p> </p>
<p>19:1 Sendo assim, Pilatos tomou a Jesus e o açoitou. 19:2 E os soldados,<br />trançando1 uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça e vestiram-no com um manto2 púrpura. 19:3 Vinham até ele e diziam: Salve3 o rei dos<br />judeus! E davam-lhe bofetadas4. 19:4 Novamente Pilatos dirigiu-se para fora, e diz a eles: Eis que o conduzo para fora {até} vós, para que saibais que não encontro nenhum motivo {de condenação} nele. 19:5 Então Jesus se dirigiu para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto púrpura. Diz a eles<br />{Pilatos}: Eis o homem. 19:6 Assim que o viram, os sumos sacerdotes e os<br />guardas5 gritaram, dizendo: Crucifica-o! Crucifica-o! Pilatos lhes diz: Tomaio vós e crucificai-o, pois eu não encontro nele motivo {de condenação}. 19:7<br />Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma Lei, e segundo a Lei deve6<br />morrer, porque se fez filho de Deus. 19:8 Quando, então, Pilatos ouviu esta<br />palavra, mais atemorizado ficou. 19:9 Entrou no pretório7 novamente, e diz a Jesus: Donde és tu? Jesus, porém, não lhe deu resposta. 19:10 Então Pilatos lhe diz: Não falas comigo? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e tenho autoridade para te crucificar? 19:11 Respondeu Jesus: Não terias nenhuma autoridade sobre mim se do alto não te fosse dada. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado. 19:12 Desde então, Pilatos buscava soltá-lo; os judeus, porém, gritavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei contesta8 César. 19:13 Então, ao ouvir estas palavras, Pilatos conduziu Jesus para fora, sentou-se no estrado9, no lugar chamado “Litóstrotos” {Pavimento de Pedra}, em hebraico10 Gabatá. 19:14 Era a preparação11 da Páscoa, por volta da hora sexta12; {Pilatos} diz aos judeus: Eis o vosso rei. 19:15 Eles, então, gritaram: Tira! Tira! Crucificai-o!<br />Pilatos lhes diz: Crucificarei o vosso rei? Responderam os sumos sacerdotes: Não temos rei senão César! 19:16 Sendo assim, o entregou para eles, a fim de que fosse crucificado. Então tomaram a Jesus.<br />Haroldo Dutra Dias. O Novo Testamento (pp. 622-623). FEB. Edição do Kindle</p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ 
19:1 Sendo assim, Pilatos tomou a Jesus e o açoitou. 19:2 E os soldados,trançando1 uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça e vestiram-no com um manto2 púrpura. 19:3 Vinham até ele e diziam: Salve3 o rei dosjudeus! E davam-lhe bofetadas4. 19:4 Novamente Pilatos dirigiu-se para fora, e diz a eles: Eis que o conduzo para fora {até} vós, para que saibais que não encontro nenhum motivo {de condenação} nele. 19:5 Então Jesus se dirigiu para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto púrpura. Diz a eles{Pilatos}: Eis o homem. 19:6 Assim que o viram, os sumos sacerdotes e osguardas5 gritaram, dizendo: Crucifica-o! Crucifica-o! Pilatos lhes diz: Tomaio vós e crucificai-o, pois eu não encontro nele motivo {de condenação}. 19:7Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma Lei, e segundo a Lei deve6morrer, porque se fez filho de Deus. 19:8 Quando, então, Pilatos ouviu estapalavra, mais atemorizado ficou. 19:9 Entrou no pretório7 novamente, e diz a Jesus: Donde és tu? Jesus, porém, não lhe deu resposta. 19:10 Então Pilatos lhe diz: Não falas comigo? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e tenho autoridade para te crucificar? 19:11 Respondeu Jesus: Não terias nenhuma autoridade sobre mim se do alto não te fosse dada. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado. 19:12 Desde então, Pilatos buscava soltá-lo; os judeus, porém, gritavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei contesta8 César. 19:13 Então, ao ouvir estas palavras, Pilatos conduziu Jesus para fora, sentou-se no estrado9, no lugar chamado “Litóstrotos” {Pavimento de Pedra}, em hebraico10 Gabatá. 19:14 Era a preparação11 da Páscoa, por volta da hora sexta12; {Pilatos} diz aos judeus: Eis o vosso rei. 19:15 Eles, então, gritaram: Tira! Tira! Crucificai-o!Pilatos lhes diz: Crucificarei o vosso rei? Responderam os sumos sacerdotes: Não temos rei senão César! 19:16 Sendo assim, o entregou para eles, a fim de que fosse crucificado. Então tomaram a Jesus.Haroldo Dutra Dias. O Novo Testamento (pp. 622-623). FEB. Edição do Kindle]]>
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                    <![CDATA[Encontro 10 -  A crucificação]]>
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                    <![CDATA[<p> </p>
<p>19:1 Sendo assim, Pilatos tomou a Jesus e o açoitou. 19:2 E os soldados,<br />trançando1 uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça e vestiram-no com um manto2 púrpura. 19:3 Vinham até ele e diziam: Salve3 o rei dos<br />judeus! E davam-lhe bofetadas4. 19:4 Novamente Pilatos dirigiu-se para fora, e diz a eles: Eis que o conduzo para fora {até} vós, para que saibais que não encontro nenhum motivo {de condenação} nele. 19:5 Então Jesus se dirigiu para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto púrpura. Diz a eles<br />{Pilatos}: Eis o homem. 19:6 Assim que o viram, os sumos sacerdotes e os<br />guardas5 gritaram, dizendo: Crucifica-o! Crucifica-o! Pilatos lhes diz: Tomaio vós e crucificai-o, pois eu não encontro nele motivo {de condenação}. 19:7<br />Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma Lei, e segundo a Lei deve6<br />morrer, porque se fez filho de Deus. 19:8 Quando, então, Pilatos ouviu esta<br />palavra, mais atemorizado ficou. 19:9 Entrou no pretório7 novamente, e diz a Jesus: Donde és tu? Jesus, porém, não lhe deu resposta. 19:10 Então Pilatos lhe diz: Não falas comigo? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e tenho autoridade para te crucificar? 19:11 Respondeu Jesus: Não terias nenhuma autoridade sobre mim se do alto não te fosse dada. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado. 19:12 Desde então, Pilatos buscava soltá-lo; os judeus, porém, gritavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei contesta8 César. 19:13 Então, ao ouvir estas palavras, Pilatos conduziu Jesus para fora, sentou-se no estrado9, no lugar chamado “Litóstrotos” {Pavimento de Pedra}, em hebraico10 Gabatá. 19:14 Era a preparação11 da Páscoa, por volta da hora sexta12; {Pilatos} diz aos judeus: Eis o vosso rei. 19:15 Eles, então, gritaram: Tira! Tira! Crucificai-o!<br />Pilatos lhes diz: Crucificarei o vosso rei? Responderam os sumos sacerdotes: Não temos rei senão César! 19:16 Sendo assim, o entregou para eles, a fim de que fosse crucificado. Então tomaram a Jesus.<br />Haroldo Dutra Dias. O Novo Testamento (pp. 622-623). FEB. Edição do Kindle</p>]]>
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19:1 Sendo assim, Pilatos tomou a Jesus e o açoitou. 19:2 E os soldados,trançando1 uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça e vestiram-no com um manto2 púrpura. 19:3 Vinham até ele e diziam: Salve3 o rei dosjudeus! E davam-lhe bofetadas4. 19:4 Novamente Pilatos dirigiu-se para fora, e diz a eles: Eis que o conduzo para fora {até} vós, para que saibais que não encontro nenhum motivo {de condenação} nele. 19:5 Então Jesus se dirigiu para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto púrpura. Diz a eles{Pilatos}: Eis o homem. 19:6 Assim que o viram, os sumos sacerdotes e osguardas5 gritaram, dizendo: Crucifica-o! Crucifica-o! Pilatos lhes diz: Tomaio vós e crucificai-o, pois eu não encontro nele motivo {de condenação}. 19:7Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma Lei, e segundo a Lei deve6morrer, porque se fez filho de Deus. 19:8 Quando, então, Pilatos ouviu estapalavra, mais atemorizado ficou. 19:9 Entrou no pretório7 novamente, e diz a Jesus: Donde és tu? Jesus, porém, não lhe deu resposta. 19:10 Então Pilatos lhe diz: Não falas comigo? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e tenho autoridade para te crucificar? 19:11 Respondeu Jesus: Não terias nenhuma autoridade sobre mim se do alto não te fosse dada. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado. 19:12 Desde então, Pilatos buscava soltá-lo; os judeus, porém, gritavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei contesta8 César. 19:13 Então, ao ouvir estas palavras, Pilatos conduziu Jesus para fora, sentou-se no estrado9, no lugar chamado “Litóstrotos” {Pavimento de Pedra}, em hebraico10 Gabatá. 19:14 Era a preparação11 da Páscoa, por volta da hora sexta12; {Pilatos} diz aos judeus: Eis o vosso rei. 19:15 Eles, então, gritaram: Tira! Tira! Crucificai-o!Pilatos lhes diz: Crucificarei o vosso rei? Responderam os sumos sacerdotes: Não temos rei senão César! 19:16 Sendo assim, o entregou para eles, a fim de que fosse crucificado. Então tomaram a Jesus.Haroldo Dutra Dias. O Novo Testamento (pp. 622-623). FEB. Edição do Kindle]]>
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                    <![CDATA[Encontro 09 - Páscoa judaica e cristã]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 23 Oct 2022 14:14:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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<p style="text-align:justify;">Texto Antigo Testamento<br />“Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Arão no Egito: - Este mês será para vós o principal, será para vós o primeiro mês do ano. Dizei a toda a assembléia de Israel: No dia dez deste mês, cada um providenciará um rês para sua família, uma por casa. Se a família é muito pequena para consumi-la, <br />junte-se com o vizinho de casa; a rês será repartida conforme o número de comensais e o que cada um comer. Será um animal sem defeito, macho, de um ano, cordeiro ou cabrito. Vós o guardareis até o dia catorze do mês, e então toda a assembléia de Israel o matará ao entardecer. Com um pouco de sangue, aspergireis os dois batentes e a travessa da casa onde o tiverdes comido.<br />Nessa noite comereis a carne assada ao fogo, acompanhada de pão sem fermento e verduras amargas. Dela não comereis nada cru, nem cozinho em água, mas assado no forno: com cabeça, patas e entranhas. Não deixareis restos para o dia seguinte, e se algo sobrar o queimareis. E o comereis assim: com a cintura cingida, as sandálias nos pés, um bastão na mão; e o comereis com depressa, porque é a Páscoa do Senhor Nessa noite, atravessarei todo o território egípcio, matando todo os seus primogênitos, de homens e de animais; e farei justiça sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue será a vossa senha nas casas onde estiverdes: quando vir o sangue, passarei adiante; a praga exterminadora não vos tocará, quando eu passar ferindo o Egito. Esse dia será memorável para vós, nele celebrareis festa para o Senhor. Lei perpétua para todas as gerações.”</p>
<p style="text-align:justify;">(Êxodo, 12, 1-14). Bíblia do Peregrino.</p>]]>
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Texto Antigo Testamento“Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Arão no Egito: - Este mês será para vós o principal, será para vós o primeiro mês do ano. Dizei a toda a assembléia de Israel: No dia dez deste mês, cada um providenciará um rês para sua família, uma por casa. Se a família é muito pequena para consumi-la, junte-se com o vizinho de casa; a rês será repartida conforme o número de comensais e o que cada um comer. Será um animal sem defeito, macho, de um ano, cordeiro ou cabrito. Vós o guardareis até o dia catorze do mês, e então toda a assembléia de Israel o matará ao entardecer. Com um pouco de sangue, aspergireis os dois batentes e a travessa da casa onde o tiverdes comido.Nessa noite comereis a carne assada ao fogo, acompanhada de pão sem fermento e verduras amargas. Dela não comereis nada cru, nem cozinho em água, mas assado no forno: com cabeça, patas e entranhas. Não deixareis restos para o dia seguinte, e se algo sobrar o queimareis. E o comereis assim: com a cintura cingida, as sandálias nos pés, um bastão na mão; e o comereis com depressa, porque é a Páscoa do Senhor Nessa noite, atravessarei todo o território egípcio, matando todo os seus primogênitos, de homens e de animais; e farei justiça sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue será a vossa senha nas casas onde estiverdes: quando vir o sangue, passarei adiante; a praga exterminadora não vos tocará, quando eu passar ferindo o Egito. Esse dia será memorável para vós, nele celebrareis festa para o Senhor. Lei perpétua para todas as gerações.”
(Êxodo, 12, 1-14). Bíblia do Peregrino.]]>
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                    <![CDATA[Encontro 09 - Páscoa judaica e cristã]]>
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<p style="text-align:justify;">Texto Antigo Testamento<br />“Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Arão no Egito: - Este mês será para vós o principal, será para vós o primeiro mês do ano. Dizei a toda a assembléia de Israel: No dia dez deste mês, cada um providenciará um rês para sua família, uma por casa. Se a família é muito pequena para consumi-la, <br />junte-se com o vizinho de casa; a rês será repartida conforme o número de comensais e o que cada um comer. Será um animal sem defeito, macho, de um ano, cordeiro ou cabrito. Vós o guardareis até o dia catorze do mês, e então toda a assembléia de Israel o matará ao entardecer. Com um pouco de sangue, aspergireis os dois batentes e a travessa da casa onde o tiverdes comido.<br />Nessa noite comereis a carne assada ao fogo, acompanhada de pão sem fermento e verduras amargas. Dela não comereis nada cru, nem cozinho em água, mas assado no forno: com cabeça, patas e entranhas. Não deixareis restos para o dia seguinte, e se algo sobrar o queimareis. E o comereis assim: com a cintura cingida, as sandálias nos pés, um bastão na mão; e o comereis com depressa, porque é a Páscoa do Senhor Nessa noite, atravessarei todo o território egípcio, matando todo os seus primogênitos, de homens e de animais; e farei justiça sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue será a vossa senha nas casas onde estiverdes: quando vir o sangue, passarei adiante; a praga exterminadora não vos tocará, quando eu passar ferindo o Egito. Esse dia será memorável para vós, nele celebrareis festa para o Senhor. Lei perpétua para todas as gerações.”</p>
<p style="text-align:justify;">(Êxodo, 12, 1-14). Bíblia do Peregrino.</p>]]>
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                    <![CDATA[ 
Texto Antigo Testamento“Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Arão no Egito: - Este mês será para vós o principal, será para vós o primeiro mês do ano. Dizei a toda a assembléia de Israel: No dia dez deste mês, cada um providenciará um rês para sua família, uma por casa. Se a família é muito pequena para consumi-la, junte-se com o vizinho de casa; a rês será repartida conforme o número de comensais e o que cada um comer. Será um animal sem defeito, macho, de um ano, cordeiro ou cabrito. Vós o guardareis até o dia catorze do mês, e então toda a assembléia de Israel o matará ao entardecer. Com um pouco de sangue, aspergireis os dois batentes e a travessa da casa onde o tiverdes comido.Nessa noite comereis a carne assada ao fogo, acompanhada de pão sem fermento e verduras amargas. Dela não comereis nada cru, nem cozinho em água, mas assado no forno: com cabeça, patas e entranhas. Não deixareis restos para o dia seguinte, e se algo sobrar o queimareis. E o comereis assim: com a cintura cingida, as sandálias nos pés, um bastão na mão; e o comereis com depressa, porque é a Páscoa do Senhor Nessa noite, atravessarei todo o território egípcio, matando todo os seus primogênitos, de homens e de animais; e farei justiça sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue será a vossa senha nas casas onde estiverdes: quando vir o sangue, passarei adiante; a praga exterminadora não vos tocará, quando eu passar ferindo o Egito. Esse dia será memorável para vós, nele celebrareis festa para o Senhor. Lei perpétua para todas as gerações.”
(Êxodo, 12, 1-14). Bíblia do Peregrino.]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <![CDATA[Encontro 8 -  O sacrifício de Isaque]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 16 Oct 2022 14:09:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p> </p>
<p>Gênesis (22)<br />E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe:<br />Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.<br />E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vaite à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.<br />Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seu<br />jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortou<br />lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera.<br />Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe.<br />E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço<br />iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós.<br />E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e ele<br />tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos.<br />Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.<br />E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele<br />disse: Eis-me aqui.<br />Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada;<br />porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu<br />único filho.<br />Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele,<br />travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e<br />ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho.<br />E chamou Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.<br />Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus,<br />E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, e<br />não me negaste o teu filho, o teu único filho,<br />Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua<br />descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;<br />E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto<br />obedeceste à minha voz.<br />Então Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se, e foram juntos para<br />Berseba; e Abraão habitou em Berseba.<br />E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis que<br />também Milca deu filhos a Naor teu irmão.<br />Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel.<br />E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.<br />E a sua concubina, cujo nome era Reumá, ela lhe deu também a Tebá, Gaã,<br />Taás e Maaca</p>]]>
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                    <![CDATA[ 
Gênesis (22)E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe:Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vaite à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seujumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortoulenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera.Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe.E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moçoiremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós.E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e eletomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos.Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E eledisse: Eis-me aqui.Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada;porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teuúnico filho.Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele,travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, eofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho.E chamou Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus,E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, enão me negaste o teu filho, o teu único filho,Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tuadescendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquantoobedeceste à minha voz.Então Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se, e foram juntos paraBerseba; e Abraão habitou em Berseba.E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis quetambém Milca deu filhos a Naor teu irmão.Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel.E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.E a sua concubina, cujo nome era Reumá, ela lhe deu também a Tebá, Gaã,Taás e Maaca]]>
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                    <![CDATA[Encontro 8 -  O sacrifício de Isaque]]>
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                    <![CDATA[<p> </p>
<p>Gênesis (22)<br />E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe:<br />Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.<br />E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vaite à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.<br />Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seu<br />jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortou<br />lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera.<br />Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe.<br />E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço<br />iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós.<br />E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e ele<br />tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos.<br />Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.<br />E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele<br />disse: Eis-me aqui.<br />Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada;<br />porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu<br />único filho.<br />Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele,<br />travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e<br />ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho.<br />E chamou Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.<br />Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus,<br />E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, e<br />não me negaste o teu filho, o teu único filho,<br />Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua<br />descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;<br />E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto<br />obedeceste à minha voz.<br />Então Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se, e foram juntos para<br />Berseba; e Abraão habitou em Berseba.<br />E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis que<br />também Milca deu filhos a Naor teu irmão.<br />Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel.<br />E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.<br />E a sua concubina, cujo nome era Reumá, ela lhe deu também a Tebá, Gaã,<br />Taás e Maaca</p>]]>
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Gênesis (22)E aconteceu depois destas coisas, que provou Deus a Abraão, e disse-lhe:Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vaite à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e albardou o seujumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortoulenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera.Ao terceiro dia levantou Abraão os seus olhos, e viu o lugar de longe.E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moçoiremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós.E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho; e eletomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos.Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E eledisse: Eis-me aqui.Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada;porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teuúnico filho.Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele,travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, eofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho.E chamou Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus,E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, enão me negaste o teu filho, o teu único filho,Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tuadescendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquantoobedeceste à minha voz.Então Abraão tornou aos seus moços, e levantaram-se, e foram juntos paraBerseba; e Abraão habitou em Berseba.E sucedeu depois destas coisas, que anunciaram a Abraão, dizendo: Eis quetambém Milca deu filhos a Naor teu irmão.Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arã, E Quésede, e Hazo, e Pildas, e Jidlafe, e Betuel.E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz Milca a Naor, irmão de Abraão.E a sua concubina, cujo nome era Reumá, ela lhe deu também a Tebá, Gaã,Taás e Maaca]]>
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                    <![CDATA[Encontro 07 - O Consolador prometido: Espírito de Verdade]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 09 Oct 2022 14:11:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p> </p>
<p>3. Se me amais, guardai os meus mandamentos; e Eu rogarei a meu Pai e Ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, 14:15 a 17 e 26.)</p>
<p><br />Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo (p. 100). FEB Publisher. Edição do Kindle. </p>]]>
                                    </description>
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                    <![CDATA[ 
3. Se me amais, guardai os meus mandamentos; e Eu rogarei a meu Pai e Ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, 14:15 a 17 e 26.)
Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo (p. 100). FEB Publisher. Edição do Kindle. ]]>
                </itunes:subtitle>
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                    <![CDATA[Encontro 07 - O Consolador prometido: Espírito de Verdade]]>
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<p>3. Se me amais, guardai os meus mandamentos; e Eu rogarei a meu Pai e Ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, 14:15 a 17 e 26.)</p>
<p><br />Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo (p. 100). FEB Publisher. Edição do Kindle. </p>]]>
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3. Se me amais, guardai os meus mandamentos; e Eu rogarei a meu Pai e Ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, 14:15 a 17 e 26.)
Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo (p. 100). FEB Publisher. Edição do Kindle. ]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[Encontro 6 - O Cristo e sua sublime moral]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 02 Oct 2022 14:07:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>876. Fora do direito consagrado pela lei humana, qual é a base da justiça<br />fundamentada na lei natural?<br />“O Cristo vos disse: Querei para os outros o que quereríeis para vós mesmos. Deus colocou no coração do homem a regra de toda a verdadeira justiça, pelo desejo de cada um ver respeitados os seus direitos. Na incerteza do que deva fazer com relação ao seu semelhante, em dada circunstância, que o homem se pergunte como quereria que procedessem para com ele, em igual circunstância: Deus não podia dar-lhe um guia mais seguro do que a sua própria consciência.” O critério da verdadeira justiça está, com efeito, em querer-se para os outros o que se quereria para si mesmo e, não, em quererse para si o que se quereria para os outros, o que não é, em absoluto, a mesma coisa. Como não é natural que se queira o mal para si, tomando o seu desejo pessoal como modelo ou ponto de partida, é certo que só se quererá o bem para o próximo. Em todos os tempos e em todas as crenças, o homem sempre procurou fazer prevalecer o seu direito pessoal; a sublimidade da religião cristã foi a de tomar o direito pessoal como base do direito do próximo.”</p>]]>
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                    <![CDATA[876. Fora do direito consagrado pela lei humana, qual é a base da justiçafundamentada na lei natural?“O Cristo vos disse: Querei para os outros o que quereríeis para vós mesmos. Deus colocou no coração do homem a regra de toda a verdadeira justiça, pelo desejo de cada um ver respeitados os seus direitos. Na incerteza do que deva fazer com relação ao seu semelhante, em dada circunstância, que o homem se pergunte como quereria que procedessem para com ele, em igual circunstância: Deus não podia dar-lhe um guia mais seguro do que a sua própria consciência.” O critério da verdadeira justiça está, com efeito, em querer-se para os outros o que se quereria para si mesmo e, não, em quererse para si o que se quereria para os outros, o que não é, em absoluto, a mesma coisa. Como não é natural que se queira o mal para si, tomando o seu desejo pessoal como modelo ou ponto de partida, é certo que só se quererá o bem para o próximo. Em todos os tempos e em todas as crenças, o homem sempre procurou fazer prevalecer o seu direito pessoal; a sublimidade da religião cristã foi a de tomar o direito pessoal como base do direito do próximo.”]]>
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                    <![CDATA[Encontro 6 - O Cristo e sua sublime moral]]>
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                    <![CDATA[876. Fora do direito consagrado pela lei humana, qual é a base da justiçafundamentada na lei natural?“O Cristo vos disse: Querei para os outros o que quereríeis para vós mesmos. Deus colocou no coração do homem a regra de toda a verdadeira justiça, pelo desejo de cada um ver respeitados os seus direitos. Na incerteza do que deva fazer com relação ao seu semelhante, em dada circunstância, que o homem se pergunte como quereria que procedessem para com ele, em igual circunstância: Deus não podia dar-lhe um guia mais seguro do que a sua própria consciência.” O critério da verdadeira justiça está, com efeito, em querer-se para os outros o que se quereria para si mesmo e, não, em quererse para si o que se quereria para os outros, o que não é, em absoluto, a mesma coisa. Como não é natural que se queira o mal para si, tomando o seu desejo pessoal como modelo ou ponto de partida, é certo que só se quererá o bem para o próximo. Em todos os tempos e em todas as crenças, o homem sempre procurou fazer prevalecer o seu direito pessoal; a sublimidade da religião cristã foi a de tomar o direito pessoal como base do direito do próximo.”]]>
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                    <![CDATA[Encontro 05- Interpretação simbólica do Evangelho]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 25 Sep 2022 14:05:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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<p style="text-align:justify;">Um amigo meu de Joinville, o Sr. P..., veio ver-me certo dia. Fomos juntos à vila Ségur, a fim de visitar o mestre. No decorrer da conversa, o Sr. P... narrou a vida de privações por que passava um compatriota seu, já avançado em idade e a quem tudo faltava, inclusive agasalhos para se cobrir no inverno, e obrigado a proteger os pés desnudos em toscos tamancos. Esse homem de bem, entretanto, longe estava de se lastimar e, sobretudo, de pedir auxílio: era um pobre envergonhado. É que uma brochura espírita lhe caíra sob os olhos, permitindo-lhe haurir na Doutrina a resignação para as suas provas e a esperança de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Vi, então, rolar uma lágrima compassiva dos olhos de Allan Kardec e, confiando ao meu amigo algumas moedas de ouro, disse-lhe: “Tomai-as para que possais prover às necessidades materiais mais prementes do vosso protegido. E, já que ele é espírita e suas condições não lhe permitem instruirse tanto quanto ele desejaria, voltai amanhã. Sereis portador de todas as obras de que eu puder dispor, a fim de as entregar a ele”. Allan Kardec cumpriu a promessa e hoje o velhinho bendiz o nome do benfeitor que, não satisfeito em<br />socorrer sua miséria, ainda lhe dava o pão da vida, a riqueza da inteligência e da moral.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Alguns anos atrás, recomendaram-me uma pessoa reduzida à extrema miséria, expropriada violentamente de sua casa e jogada sem recursos no olho da rua, com a mulher e os filhos. Fiz-me intérprete desses infortunados junto ao mestre. No mesmo instante, sem querer conhecê-los, sem mesmo inquirir de suas crenças (eles não eram espíritas), Allan Kardec forneceu-me os meios de os tirar da miséria, o que lhes evitou o suicídio, pois já haviam decidido libertar-se do fardo da vida, tornado pesado demais às suas almas<br />desalentadas, caso tivessem que renunciar à assistência dos homens.</p>
<p style="text-align:justify;">Alexandre Delanne</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Fonte: Kardec, Allan. O espiritismo na sua expressão mais simples (pp. 148-<br />149). FEB Editora. Edição do Kindle</p>]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ Original em frânces
Um amigo meu de Joinville, o Sr. P..., veio ver-me certo dia. Fomos juntos à vila Ségur, a fim de visitar o mestre. No decorrer da conversa, o Sr. P... narrou a vida de privações por que passava um compatriota seu, já avançado em idade e a quem tudo faltava, inclusive agasalhos para se cobrir no inverno, e obrigado a proteger os pés desnudos em toscos tamancos. Esse homem de bem, entretanto, longe estava de se lastimar e, sobretudo, de pedir auxílio: era um pobre envergonhado. É que uma brochura espírita lhe caíra sob os olhos, permitindo-lhe haurir na Doutrina a resignação para as suas provas e a esperança de um futuro melhor.
Vi, então, rolar uma lágrima compassiva dos olhos de Allan Kardec e, confiando ao meu amigo algumas moedas de ouro, disse-lhe: “Tomai-as para que possais prover às necessidades materiais mais prementes do vosso protegido. E, já que ele é espírita e suas condições não lhe permitem instruirse tanto quanto ele desejaria, voltai amanhã. Sereis portador de todas as obras de que eu puder dispor, a fim de as entregar a ele”. Allan Kardec cumpriu a promessa e hoje o velhinho bendiz o nome do benfeitor que, não satisfeito emsocorrer sua miséria, ainda lhe dava o pão da vida, a riqueza da inteligência e da moral.
Alguns anos atrás, recomendaram-me uma pessoa reduzida à extrema miséria, expropriada violentamente de sua casa e jogada sem recursos no olho da rua, com a mulher e os filhos. Fiz-me intérprete desses infortunados junto ao mestre. No mesmo instante, sem querer conhecê-los, sem mesmo inquirir de suas crenças (eles não eram espíritas), Allan Kardec forneceu-me os meios de os tirar da miséria, o que lhes evitou o suicídio, pois já haviam decidido libertar-se do fardo da vida, tornado pesado demais às suas almasdesalentadas, caso tivessem que renunciar à assistência dos homens.
Alexandre Delanne
Fonte: Kardec, Allan. O espiritismo na sua expressão mais simples (pp. 148-149). FEB Editora. Edição do Kindle]]>
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                    <![CDATA[Encontro 05- Interpretação simbólica do Evangelho]]>
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<p style="text-align:justify;">Um amigo meu de Joinville, o Sr. P..., veio ver-me certo dia. Fomos juntos à vila Ségur, a fim de visitar o mestre. No decorrer da conversa, o Sr. P... narrou a vida de privações por que passava um compatriota seu, já avançado em idade e a quem tudo faltava, inclusive agasalhos para se cobrir no inverno, e obrigado a proteger os pés desnudos em toscos tamancos. Esse homem de bem, entretanto, longe estava de se lastimar e, sobretudo, de pedir auxílio: era um pobre envergonhado. É que uma brochura espírita lhe caíra sob os olhos, permitindo-lhe haurir na Doutrina a resignação para as suas provas e a esperança de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Vi, então, rolar uma lágrima compassiva dos olhos de Allan Kardec e, confiando ao meu amigo algumas moedas de ouro, disse-lhe: “Tomai-as para que possais prover às necessidades materiais mais prementes do vosso protegido. E, já que ele é espírita e suas condições não lhe permitem instruirse tanto quanto ele desejaria, voltai amanhã. Sereis portador de todas as obras de que eu puder dispor, a fim de as entregar a ele”. Allan Kardec cumpriu a promessa e hoje o velhinho bendiz o nome do benfeitor que, não satisfeito em<br />socorrer sua miséria, ainda lhe dava o pão da vida, a riqueza da inteligência e da moral.</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Alguns anos atrás, recomendaram-me uma pessoa reduzida à extrema miséria, expropriada violentamente de sua casa e jogada sem recursos no olho da rua, com a mulher e os filhos. Fiz-me intérprete desses infortunados junto ao mestre. No mesmo instante, sem querer conhecê-los, sem mesmo inquirir de suas crenças (eles não eram espíritas), Allan Kardec forneceu-me os meios de os tirar da miséria, o que lhes evitou o suicídio, pois já haviam decidido libertar-se do fardo da vida, tornado pesado demais às suas almas<br />desalentadas, caso tivessem que renunciar à assistência dos homens.</p>
<p style="text-align:justify;">Alexandre Delanne</p>
<p style="text-align:justify;"><br />Fonte: Kardec, Allan. O espiritismo na sua expressão mais simples (pp. 148-<br />149). FEB Editora. Edição do Kindle</p>]]>
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Um amigo meu de Joinville, o Sr. P..., veio ver-me certo dia. Fomos juntos à vila Ségur, a fim de visitar o mestre. No decorrer da conversa, o Sr. P... narrou a vida de privações por que passava um compatriota seu, já avançado em idade e a quem tudo faltava, inclusive agasalhos para se cobrir no inverno, e obrigado a proteger os pés desnudos em toscos tamancos. Esse homem de bem, entretanto, longe estava de se lastimar e, sobretudo, de pedir auxílio: era um pobre envergonhado. É que uma brochura espírita lhe caíra sob os olhos, permitindo-lhe haurir na Doutrina a resignação para as suas provas e a esperança de um futuro melhor.
Vi, então, rolar uma lágrima compassiva dos olhos de Allan Kardec e, confiando ao meu amigo algumas moedas de ouro, disse-lhe: “Tomai-as para que possais prover às necessidades materiais mais prementes do vosso protegido. E, já que ele é espírita e suas condições não lhe permitem instruirse tanto quanto ele desejaria, voltai amanhã. Sereis portador de todas as obras de que eu puder dispor, a fim de as entregar a ele”. Allan Kardec cumpriu a promessa e hoje o velhinho bendiz o nome do benfeitor que, não satisfeito emsocorrer sua miséria, ainda lhe dava o pão da vida, a riqueza da inteligência e da moral.
Alguns anos atrás, recomendaram-me uma pessoa reduzida à extrema miséria, expropriada violentamente de sua casa e jogada sem recursos no olho da rua, com a mulher e os filhos. Fiz-me intérprete desses infortunados junto ao mestre. No mesmo instante, sem querer conhecê-los, sem mesmo inquirir de suas crenças (eles não eram espíritas), Allan Kardec forneceu-me os meios de os tirar da miséria, o que lhes evitou o suicídio, pois já haviam decidido libertar-se do fardo da vida, tornado pesado demais às suas almasdesalentadas, caso tivessem que renunciar à assistência dos homens.
Alexandre Delanne
Fonte: Kardec, Allan. O espiritismo na sua expressão mais simples (pp. 148-149). FEB Editora. Edição do Kindle]]>
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                    <![CDATA[Encontro 4 - Kardec religioso - Um católico que queria integrar as religiões.]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 18 Sep 2022 14:05:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Revista Espírita<br />Jornal de Estudos Psicológicos<br />ANO XII MAIO DE 1869 No 5<br />AOS ASSINANTES DA REVISTA<br />Biografia do Sr. Allan Kardec<br />Nascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.<br />Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.<br />Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a<br />unificação das crenças.<br />Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande<br />problema. O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos. (Revista Espírita, Edição Feb, p.185-186)<br />Link. https://www.febnet.org.br/ba/file/Downlivros/revistaespirita/Revista1869.pdf</p>]]>
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                    <![CDATA[Revista EspíritaJornal de Estudos PsicológicosANO XII MAIO DE 1869 No 5AOS ASSINANTES DA REVISTABiografia do Sr. Allan KardecNascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar aunificação das crenças.Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grandeproblema. O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos. (Revista Espírita, Edição Feb, p.185-186)Link. https://www.febnet.org.br/ba/file/Downlivros/revistaespirita/Revista1869.pdf]]>
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                    <![CDATA[<p>Revista Espírita<br />Jornal de Estudos Psicológicos<br />ANO XII MAIO DE 1869 No 5<br />AOS ASSINANTES DA REVISTA<br />Biografia do Sr. Allan Kardec<br />Nascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.<br />Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.<br />Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a<br />unificação das crenças.<br />Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande<br />problema. O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos. (Revista Espírita, Edição Feb, p.185-186)<br />Link. https://www.febnet.org.br/ba/file/Downlivros/revistaespirita/Revista1869.pdf</p>]]>
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                    <![CDATA[Revista EspíritaJornal de Estudos PsicológicosANO XII MAIO DE 1869 No 5AOS ASSINANTES DA REVISTABiografia do Sr. Allan KardecNascido em Lyon, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar aunificação das crenças.Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grandeproblema. O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos. (Revista Espírita, Edição Feb, p.185-186)Link. https://www.febnet.org.br/ba/file/Downlivros/revistaespirita/Revista1869.pdf]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                <title>
                    <![CDATA[Encontro 3 - Kardec conhecedor do Antigo e do Novo Testamento]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 11 Sep 2022 13:59:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p> </p>
<h3 style="text-align:justify;">A introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, bem como o estudos das inúmeras citações bíblicas provam que Allan Kardec era profundo conhecedor das tradições bíblicas e que, inclusive, foi capaz de estruturar uma divisão temática de O Novo Testamento em “atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que serviram de base para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; e o ensino moral.”</h3>
<h3 style="text-align:justify;"><br />Além disso, o codificador realizou estudos sobre a Bíblia e os incentivou como vemos no comentário a obra do espírita polonês sr. Henri Stecki - O Espiritismo na bíblia: Ensaio sobre à psicologia dos antigos hebreus. Comenta Kardec sobre o livro: “O autor desse livro fez da Bíblia um estudo aprofundado, e só o conhecimento que ele tem do Espiritismo lhe deu a chave de coisas que lhe pareciam antes inexplicáveis ou ininteligíveis (…) Em resumo, o Sr. Stecki fez um livro útil, e todos os espíritas lhe serão agradecidos.” (Revista Espírita de novembro de 1868)</h3>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ 
A introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, bem como o estudos das inúmeras citações bíblicas provam que Allan Kardec era profundo conhecedor das tradições bíblicas e que, inclusive, foi capaz de estruturar uma divisão temática de O Novo Testamento em “atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que serviram de base para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; e o ensino moral.”
Além disso, o codificador realizou estudos sobre a Bíblia e os incentivou como vemos no comentário a obra do espírita polonês sr. Henri Stecki - O Espiritismo na bíblia: Ensaio sobre à psicologia dos antigos hebreus. Comenta Kardec sobre o livro: “O autor desse livro fez da Bíblia um estudo aprofundado, e só o conhecimento que ele tem do Espiritismo lhe deu a chave de coisas que lhe pareciam antes inexplicáveis ou ininteligíveis (…) Em resumo, o Sr. Stecki fez um livro útil, e todos os espíritas lhe serão agradecidos.” (Revista Espírita de novembro de 1868)]]>
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                    <![CDATA[Encontro 3 - Kardec conhecedor do Antigo e do Novo Testamento]]>
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<h3 style="text-align:justify;"><br />Além disso, o codificador realizou estudos sobre a Bíblia e os incentivou como vemos no comentário a obra do espírita polonês sr. Henri Stecki - O Espiritismo na bíblia: Ensaio sobre à psicologia dos antigos hebreus. Comenta Kardec sobre o livro: “O autor desse livro fez da Bíblia um estudo aprofundado, e só o conhecimento que ele tem do Espiritismo lhe deu a chave de coisas que lhe pareciam antes inexplicáveis ou ininteligíveis (…) Em resumo, o Sr. Stecki fez um livro útil, e todos os espíritas lhe serão agradecidos.” (Revista Espírita de novembro de 1868)</h3>]]>
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A introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, bem como o estudos das inúmeras citações bíblicas provam que Allan Kardec era profundo conhecedor das tradições bíblicas e que, inclusive, foi capaz de estruturar uma divisão temática de O Novo Testamento em “atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que serviram de base para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; e o ensino moral.”
Além disso, o codificador realizou estudos sobre a Bíblia e os incentivou como vemos no comentário a obra do espírita polonês sr. Henri Stecki - O Espiritismo na bíblia: Ensaio sobre à psicologia dos antigos hebreus. Comenta Kardec sobre o livro: “O autor desse livro fez da Bíblia um estudo aprofundado, e só o conhecimento que ele tem do Espiritismo lhe deu a chave de coisas que lhe pareciam antes inexplicáveis ou ininteligíveis (…) Em resumo, o Sr. Stecki fez um livro útil, e todos os espíritas lhe serão agradecidos.” (Revista Espírita de novembro de 1868)]]>
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                    <![CDATA[Encontro 2 - Kardec religioso]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 04 Sep 2022 13:59:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Segue a tradução de um discurso do Professor Rival, em 1849, cerca de sete anos antes de iniciar seus estudos espíritas, no qual ela fala da caridade cristã e do caminho da perfeição evangélica. Anexamos no final desse texto as imagens dos originais da tradução que segue, que hoje estão disponibilizados no site do projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p> </p>
<p>Tradução<br />Allan Kardec<br />Da [...] dos prêmios de 1849<br />Minhas queridas crianças,<br />Até agora, em circunstância parecida, dirigi-me principalmente a seus pais, a<br />quem fiz questão de expor nossa visão sobre a educação de vocês; ainda que esse vasto assunto esteja longe de se esgotar, nosso sistema é atualmente bastante conhecido, não sendo preciso dar novos esclarecimentos a seu respeito. Eu me propus, este ano, a fazer-lhes as honras exclusivas do meu pequeno discurso nesta ocasião e aproveitar para dar-lhes alguns conselhos salutares. Vocês sabem que gosto de palestrar e ficaria muito triste de perder esta oportunidade. Vocês ouvem tão bem os conselhos, aproveitam-nos tão em que é um prazer oferecê-los a vocês. Mas, para não assustá-los de antemão, aviso que não vou me alongar muito.<br />Talvez creem que vou falar do trabalho, das vantagens do estudo; não, isso<br />seria pregar para convertidos; seu zelo, sua aplicação, sua assiduidade, vocês o sabem, nunca deixam a desejar; se falasse dos benefícios do ensino, da influência que ele pode ter na vida, eu não lhes ensinaria nada que nós já não saibamos, que vocês não compreendam perfeitamente e, sobretudo, que já não coloquem em prática.<br />Não pensem, pelo menos, que se trate de um epigrama; eu tomaria cuidado<br />com isso; vocês sabem que sou incapaz de zombar de vocês.<br />Sobre o que, então, eu lhes falarei? Do caráter? Pergunto: vocês precisam<br />disso? É necessário pregar sobre a desobediência, a gula, a polidez? Ou sobre aquele outro defeito que, eufemisticamente, e para não utilizar termos mais expressivos, chamamos simplesmente de tagarelice? Não são vocês a<br />docilidade, a urbanidade [...] alguma vez lhes falta [...] conveniências?<br />Pois bem! [...] Não falarei de vocês, pois isso não é necessário; eu lhes falarei de outras pessoas, que vocês encontrarão frequentemente em seu mundo, das suas imperfeições ou dos seus ridículos, a fim de protegê-las contra a tentação de que possam ter de imitá-las. Se, algum dia, ao vê-las, pensarem: Deus! E se eu fosse assim? Então, observem-se bem e vejam se alguns raios dos ridículos delas não estão se refletindo em vocês.<br />Há pessoas perfeitamente honradas cuja probidade e honestidade são<br />testadas; porém, não sabem ser bem recebidas; há algo nelas que nos afasta; de onde vem isso? É que lhes falta a amabilidade que provoca a simpatia, o sentimento de benevolência que atrai os corações; elas podem ser boas, mas não suporíamos isto. A benevolência, a consideração e a amabilidade são qualidades sem as quais não se é amado. A benevolência, aliás, é-nos demandada pela caridade cristã, e ela não lhes faltará se sempre seguirem os conselhos e os exemplos dos dignos eclesiásticos que lhes mostram, com tanta bondade e paciência, o caminho da perfeição evangélica.<br />Qualquer pessoa que não seja benevolente é egoísta, e o egoísmo é o meio<br />mais infalível para ser odiado, e isso é muito natural. O que esperar de uma<br />pessoa egoísta? Nada; nenhum serviço, nenhuma complacência, ela acima de<br />tudo; se ela parece se compadecer da dor do outro, é apenas em palavras; ela oferece algum serviço quando sabe que nada é necessário; e se fosse para realizá-lo? Ela tem mil pretextos para dispensá-lo. Ela não ama ninguém; quer dizer, eu me engano: ela ama alguém, e muito, ela mesma.<br />O que acontece, então, é que ela não é amada por ninguém; é que ninguém<br />está disposto a compeli-la, porque cada um pensa que ela cuida o suficiente<br />dela mesma, isentando os outros de cuidarem dela.<br />Se eu [...] sobr...</p>]]>
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                    <![CDATA[Segue a tradução de um discurso do Professor Rival, em 1849, cerca de sete anos antes de iniciar seus estudos espíritas, no qual ela fala da caridade cristã e do caminho da perfeição evangélica. Anexamos no final desse texto as imagens dos originais da tradução que segue, que hoje estão disponibilizados no site do projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
 
TraduçãoAllan KardecDa [...] dos prêmios de 1849Minhas queridas crianças,Até agora, em circunstância parecida, dirigi-me principalmente a seus pais, aquem fiz questão de expor nossa visão sobre a educação de vocês; ainda que esse vasto assunto esteja longe de se esgotar, nosso sistema é atualmente bastante conhecido, não sendo preciso dar novos esclarecimentos a seu respeito. Eu me propus, este ano, a fazer-lhes as honras exclusivas do meu pequeno discurso nesta ocasião e aproveitar para dar-lhes alguns conselhos salutares. Vocês sabem que gosto de palestrar e ficaria muito triste de perder esta oportunidade. Vocês ouvem tão bem os conselhos, aproveitam-nos tão em que é um prazer oferecê-los a vocês. Mas, para não assustá-los de antemão, aviso que não vou me alongar muito.Talvez creem que vou falar do trabalho, das vantagens do estudo; não, issoseria pregar para convertidos; seu zelo, sua aplicação, sua assiduidade, vocês o sabem, nunca deixam a desejar; se falasse dos benefícios do ensino, da influência que ele pode ter na vida, eu não lhes ensinaria nada que nós já não saibamos, que vocês não compreendam perfeitamente e, sobretudo, que já não coloquem em prática.Não pensem, pelo menos, que se trate de um epigrama; eu tomaria cuidadocom isso; vocês sabem que sou incapaz de zombar de vocês.Sobre o que, então, eu lhes falarei? Do caráter? Pergunto: vocês precisamdisso? É necessário pregar sobre a desobediência, a gula, a polidez? Ou sobre aquele outro defeito que, eufemisticamente, e para não utilizar termos mais expressivos, chamamos simplesmente de tagarelice? Não são vocês adocilidade, a urbanidade [...] alguma vez lhes falta [...] conveniências?Pois bem! [...] Não falarei de vocês, pois isso não é necessário; eu lhes falarei de outras pessoas, que vocês encontrarão frequentemente em seu mundo, das suas imperfeições ou dos seus ridículos, a fim de protegê-las contra a tentação de que possam ter de imitá-las. Se, algum dia, ao vê-las, pensarem: Deus! E se eu fosse assim? Então, observem-se bem e vejam se alguns raios dos ridículos delas não estão se refletindo em vocês.Há pessoas perfeitamente honradas cuja probidade e honestidade sãotestadas; porém, não sabem ser bem recebidas; há algo nelas que nos afasta; de onde vem isso? É que lhes falta a amabilidade que provoca a simpatia, o sentimento de benevolência que atrai os corações; elas podem ser boas, mas não suporíamos isto. A benevolência, a consideração e a amabilidade são qualidades sem as quais não se é amado. A benevolência, aliás, é-nos demandada pela caridade cristã, e ela não lhes faltará se sempre seguirem os conselhos e os exemplos dos dignos eclesiásticos que lhes mostram, com tanta bondade e paciência, o caminho da perfeição evangélica.Qualquer pessoa que não seja benevolente é egoísta, e o egoísmo é o meiomais infalível para ser odiado, e isso é muito natural. O que esperar de umapessoa egoísta? Nada; nenhum serviço, nenhuma complacência, ela acima detudo; se ela parece se compadecer da dor do outro, é apenas em palavras; ela oferece algum serviço quando sabe que nada é necessário; e se fosse para realizá-lo? Ela tem mil pretextos para dispensá-lo. Ela não ama ninguém; quer dizer, eu me engano: ela ama alguém, e muito, ela mesma.O que acontece, então, é que ela não é amada por ninguém; é que ninguémestá disposto a compeli-la, porque cada um pensa que ela cuida o suficientedela mesma, isentando os outros de cuidarem dela.Se eu [...] sobr...]]>
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                    <![CDATA[<p>Segue a tradução de um discurso do Professor Rival, em 1849, cerca de sete anos antes de iniciar seus estudos espíritas, no qual ela fala da caridade cristã e do caminho da perfeição evangélica. Anexamos no final desse texto as imagens dos originais da tradução que segue, que hoje estão disponibilizados no site do projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p> </p>
<p>Tradução<br />Allan Kardec<br />Da [...] dos prêmios de 1849<br />Minhas queridas crianças,<br />Até agora, em circunstância parecida, dirigi-me principalmente a seus pais, a<br />quem fiz questão de expor nossa visão sobre a educação de vocês; ainda que esse vasto assunto esteja longe de se esgotar, nosso sistema é atualmente bastante conhecido, não sendo preciso dar novos esclarecimentos a seu respeito. Eu me propus, este ano, a fazer-lhes as honras exclusivas do meu pequeno discurso nesta ocasião e aproveitar para dar-lhes alguns conselhos salutares. Vocês sabem que gosto de palestrar e ficaria muito triste de perder esta oportunidade. Vocês ouvem tão bem os conselhos, aproveitam-nos tão em que é um prazer oferecê-los a vocês. Mas, para não assustá-los de antemão, aviso que não vou me alongar muito.<br />Talvez creem que vou falar do trabalho, das vantagens do estudo; não, isso<br />seria pregar para convertidos; seu zelo, sua aplicação, sua assiduidade, vocês o sabem, nunca deixam a desejar; se falasse dos benefícios do ensino, da influência que ele pode ter na vida, eu não lhes ensinaria nada que nós já não saibamos, que vocês não compreendam perfeitamente e, sobretudo, que já não coloquem em prática.<br />Não pensem, pelo menos, que se trate de um epigrama; eu tomaria cuidado<br />com isso; vocês sabem que sou incapaz de zombar de vocês.<br />Sobre o que, então, eu lhes falarei? Do caráter? Pergunto: vocês precisam<br />disso? É necessário pregar sobre a desobediência, a gula, a polidez? Ou sobre aquele outro defeito que, eufemisticamente, e para não utilizar termos mais expressivos, chamamos simplesmente de tagarelice? Não são vocês a<br />docilidade, a urbanidade [...] alguma vez lhes falta [...] conveniências?<br />Pois bem! [...] Não falarei de vocês, pois isso não é necessário; eu lhes falarei de outras pessoas, que vocês encontrarão frequentemente em seu mundo, das suas imperfeições ou dos seus ridículos, a fim de protegê-las contra a tentação de que possam ter de imitá-las. Se, algum dia, ao vê-las, pensarem: Deus! E se eu fosse assim? Então, observem-se bem e vejam se alguns raios dos ridículos delas não estão se refletindo em vocês.<br />Há pessoas perfeitamente honradas cuja probidade e honestidade são<br />testadas; porém, não sabem ser bem recebidas; há algo nelas que nos afasta; de onde vem isso? É que lhes falta a amabilidade que provoca a simpatia, o sentimento de benevolência que atrai os corações; elas podem ser boas, mas não suporíamos isto. A benevolência, a consideração e a amabilidade são qualidades sem as quais não se é amado. A benevolência, aliás, é-nos demandada pela caridade cristã, e ela não lhes faltará se sempre seguirem os conselhos e os exemplos dos dignos eclesiásticos que lhes mostram, com tanta bondade e paciência, o caminho da perfeição evangélica.<br />Qualquer pessoa que não seja benevolente é egoísta, e o egoísmo é o meio<br />mais infalível para ser odiado, e isso é muito natural. O que esperar de uma<br />pessoa egoísta? Nada; nenhum serviço, nenhuma complacência, ela acima de<br />tudo; se ela parece se compadecer da dor do outro, é apenas em palavras; ela oferece algum serviço quando sabe que nada é necessário; e se fosse para realizá-lo? Ela tem mil pretextos para dispensá-lo. Ela não ama ninguém; quer dizer, eu me engano: ela ama alguém, e muito, ela mesma.<br />O que acontece, então, é que ela não é amada por ninguém; é que ninguém<br />está disposto a compeli-la, porque cada um pensa que ela cuida o suficiente<br />dela mesma, isentando os outros de cuidarem dela.<br />Se eu [...] sobre todas as consequências do egoísmo [...] falar-lhes por longo tempo; pois é um [...] múltiplos defeitos que nunca caminham sozinhos. Um dos seus primeiros efeitos é a ingratidão. Todo egoísta é necessariamente ingrato, e todo ingrato é necessariamente egoísta; o egoísta odeia toda obrigação para com o outro, e o reconhecimento é uma obrigação; para ele é um fardo que lhe pesa e do qual lhe parece mais conveniente se livrar, dissimulando aos seus próprios olhos e aos dos outros o mérito dos serviços recebidos. Se vocês lhe obedecem, ele não lhes fica grato, porque acredita que isso lhe é devido; muitas vezes ele nem pensa em lhes agradecer; ele teria medo de dar muita importância à obrigação em relação a vocês.<br />Falei de duas outras qualidades: a consideração e a amabilidade. Se a<br />benevolência é uma qualidade fundamental do coração, a consideração é a<br />sua expressão. Com a benevolência fazemos o bem, com a consideração nós o fazemos com entusiasmo; encontramos o desejo do outro; experimentamos um sentimento de satisfação quando encontramos oportunidade para obedecer; agarramo-nos nela com avidez.<br />A amabilidade é mais superficial; sozinha, e sem as qualidades do coração, é<br />somente hipocrisia; é um verniz sobre madeira apodrecida que nos seduz à<br />primeira vista, mas pelo qual não nos deixamos enganar por muito tempo.<br />O egoísta amável é como esses velhos móveis carcomidos que um hábil<br />marceneiro aparou e que viram pó quando queremos usá-los. Mas a<br />amabilidade combinada com outras qualidades lhes dá um valor infinito; é<br />aquela que nos atrai à primeira vista, porque está na pessoa inteira, nas<br />maneiras, no som da voz, no olhar, na expressão da fisionomia; é um ímã que atrai e seduz; há, na pessoa amável, um conjunto gracioso que agrada desde a primeira abordagem, que depois se fixa quando reconhecemos que não é um vão adorno...<br /><br /></p>]]>
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                    <![CDATA[Segue a tradução de um discurso do Professor Rival, em 1849, cerca de sete anos antes de iniciar seus estudos espíritas, no qual ela fala da caridade cristã e do caminho da perfeição evangélica. Anexamos no final desse texto as imagens dos originais da tradução que segue, que hoje estão disponibilizados no site do projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
 
TraduçãoAllan KardecDa [...] dos prêmios de 1849Minhas queridas crianças,Até agora, em circunstância parecida, dirigi-me principalmente a seus pais, aquem fiz questão de expor nossa visão sobre a educação de vocês; ainda que esse vasto assunto esteja longe de se esgotar, nosso sistema é atualmente bastante conhecido, não sendo preciso dar novos esclarecimentos a seu respeito. Eu me propus, este ano, a fazer-lhes as honras exclusivas do meu pequeno discurso nesta ocasião e aproveitar para dar-lhes alguns conselhos salutares. Vocês sabem que gosto de palestrar e ficaria muito triste de perder esta oportunidade. Vocês ouvem tão bem os conselhos, aproveitam-nos tão em que é um prazer oferecê-los a vocês. Mas, para não assustá-los de antemão, aviso que não vou me alongar muito.Talvez creem que vou falar do trabalho, das vantagens do estudo; não, issoseria pregar para convertidos; seu zelo, sua aplicação, sua assiduidade, vocês o sabem, nunca deixam a desejar; se falasse dos benefícios do ensino, da influência que ele pode ter na vida, eu não lhes ensinaria nada que nós já não saibamos, que vocês não compreendam perfeitamente e, sobretudo, que já não coloquem em prática.Não pensem, pelo menos, que se trate de um epigrama; eu tomaria cuidadocom isso; vocês sabem que sou incapaz de zombar de vocês.Sobre o que, então, eu lhes falarei? Do caráter? Pergunto: vocês precisamdisso? É necessário pregar sobre a desobediência, a gula, a polidez? Ou sobre aquele outro defeito que, eufemisticamente, e para não utilizar termos mais expressivos, chamamos simplesmente de tagarelice? Não são vocês adocilidade, a urbanidade [...] alguma vez lhes falta [...] conveniências?Pois bem! [...] Não falarei de vocês, pois isso não é necessário; eu lhes falarei de outras pessoas, que vocês encontrarão frequentemente em seu mundo, das suas imperfeições ou dos seus ridículos, a fim de protegê-las contra a tentação de que possam ter de imitá-las. Se, algum dia, ao vê-las, pensarem: Deus! E se eu fosse assim? Então, observem-se bem e vejam se alguns raios dos ridículos delas não estão se refletindo em vocês.Há pessoas perfeitamente honradas cuja probidade e honestidade sãotestadas; porém, não sabem ser bem recebidas; há algo nelas que nos afasta; de onde vem isso? É que lhes falta a amabilidade que provoca a simpatia, o sentimento de benevolência que atrai os corações; elas podem ser boas, mas não suporíamos isto. A benevolência, a consideração e a amabilidade são qualidades sem as quais não se é amado. A benevolência, aliás, é-nos demandada pela caridade cristã, e ela não lhes faltará se sempre seguirem os conselhos e os exemplos dos dignos eclesiásticos que lhes mostram, com tanta bondade e paciência, o caminho da perfeição evangélica.Qualquer pessoa que não seja benevolente é egoísta, e o egoísmo é o meiomais infalível para ser odiado, e isso é muito natural. O que esperar de umapessoa egoísta? Nada; nenhum serviço, nenhuma complacência, ela acima detudo; se ela parece se compadecer da dor do outro, é apenas em palavras; ela oferece algum serviço quando sabe que nada é necessário; e se fosse para realizá-lo? Ela tem mil pretextos para dispensá-lo. Ela não ama ninguém; quer dizer, eu me engano: ela ama alguém, e muito, ela mesma.O que acontece, então, é que ela não é amada por ninguém; é que ninguémestá disposto a compeli-la, porque cada um pensa que ela cuida o suficientedela mesma, isentando os outros de cuidarem dela.Se eu [...] sobr...]]>
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                    <![CDATA[Grupo Marcos]]>
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                <title>
                    <![CDATA[Encontro 01- O Cristo na visão de Allan Kardec e Paulo de Tarso]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 28 Aug 2022 10:54:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Grupo Marcos</dc:creator>
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                    https://permalink.castos.com/podcast/55551/episode/1540003</guid>
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                                            <![CDATA[<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><em>Introdução de <strong>O Livro dos Espíritos</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A moral dos espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Agir para com os outros, como quereríamos que os outros agissem para conosco; isto é, fazer o bem e não fazer absolutamente o mal. O homem encontra neste princípio a regra universal de conduta para suas pequenas ações.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><br />- Kardec, Allan. Livro dos Espíritos (p. 33). CELD. Edição do Kindle.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Conclusão de <strong>O Livro dos Espíritos</strong><br />Mensagem de Paulo, o apóstolo</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quem é, com efeito, o culpado? Aquele que, por um desvio, por um falso movimento da alma, afasta-se do objetivo da criação, que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo Homem-Deus, por Jesus Cristo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><em>- Paulo, o Apóstolo. Livro dos Espíritos. CELD. Edição do Kindle.</em></p>]]>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[ 
Introdução de O Livro dos Espíritos
A moral dos espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Agir para com os outros, como quereríamos que os outros agissem para conosco; isto é, fazer o bem e não fazer absolutamente o mal. O homem encontra neste princípio a regra universal de conduta para suas pequenas ações.
- Kardec, Allan. Livro dos Espíritos (p. 33). CELD. Edição do Kindle.
 
Conclusão de O Livro dos EspíritosMensagem de Paulo, o apóstolo
Quem é, com efeito, o culpado? Aquele que, por um desvio, por um falso movimento da alma, afasta-se do objetivo da criação, que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo Homem-Deus, por Jesus Cristo.
 
- Paulo, o Apóstolo. Livro dos Espíritos. CELD. Edição do Kindle.]]>
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                    <![CDATA[Encontro 01- O Cristo na visão de Allan Kardec e Paulo de Tarso]]>
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<p style="text-align:justify;"><em>Introdução de <strong>O Livro dos Espíritos</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A moral dos espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Agir para com os outros, como quereríamos que os outros agissem para conosco; isto é, fazer o bem e não fazer absolutamente o mal. O homem encontra neste princípio a regra universal de conduta para suas pequenas ações.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><br />- Kardec, Allan. Livro dos Espíritos (p. 33). CELD. Edição do Kindle.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Conclusão de <strong>O Livro dos Espíritos</strong><br />Mensagem de Paulo, o apóstolo</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quem é, com efeito, o culpado? Aquele que, por um desvio, por um falso movimento da alma, afasta-se do objetivo da criação, que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo Homem-Deus, por Jesus Cristo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><em>- Paulo, o Apóstolo. Livro dos Espíritos. CELD. Edição do Kindle.</em></p>]]>
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Introdução de O Livro dos Espíritos
A moral dos espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Agir para com os outros, como quereríamos que os outros agissem para conosco; isto é, fazer o bem e não fazer absolutamente o mal. O homem encontra neste princípio a regra universal de conduta para suas pequenas ações.
- Kardec, Allan. Livro dos Espíritos (p. 33). CELD. Edição do Kindle.
 
Conclusão de O Livro dos EspíritosMensagem de Paulo, o apóstolo
Quem é, com efeito, o culpado? Aquele que, por um desvio, por um falso movimento da alma, afasta-se do objetivo da criação, que consiste no culto harmonioso do belo, do bem, idealizados pelo arquétipo humano, pelo Homem-Deus, por Jesus Cristo.
 
- Paulo, o Apóstolo. Livro dos Espíritos. CELD. Edição do Kindle.]]>
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