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        <description>O podcast D’agora e d’outrora quer dar voz à nossa cultura popular. Música, conversas, relatos, danças, lendas, testemunhos surgirão em diálogo, com base no trabalho de recolha e divulgação etnográfica do NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto.
Com Helena Queirós e Luís Monteiro

Casa Comum
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                <title>D’agora e d’outrora</title>
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Com Helena Queirós e Luís Monteiro

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Com Helena Queirós e Luís Monteiro

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                <title>
                    <![CDATA[21. Polifonias d’agora e d’outrora – Grupo de Folclore “Terras de Arões”]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 13 Oct 2021 19:23:48 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Maria da Luz Soares, pelo Grupo de Folclore “Terras de Arões”, conversa com o NEFUP sobre o processo de recolha das cantadas da região e explica como conseguiu cativar as jovens de Arões para o canto polifónico. Refere, ainda, o trabalho de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo e a sua persistência em o trazer e praticar na escola.</p>
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                    <![CDATA[
Maria da Luz Soares, pelo Grupo de Folclore “Terras de Arões”, conversa com o NEFUP sobre o processo de recolha das cantadas da região e explica como conseguiu cativar as jovens de Arões para o canto polifónico. Refere, ainda, o trabalho de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo e a sua persistência em o trazer e praticar na escola.
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                    <![CDATA[21. Polifonias d’agora e d’outrora – Grupo de Folclore “Terras de Arões”]]>
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<p>Maria da Luz Soares, pelo Grupo de Folclore “Terras de Arões”, conversa com o NEFUP sobre o processo de recolha das cantadas da região e explica como conseguiu cativar as jovens de Arões para o canto polifónico. Refere, ainda, o trabalho de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo e a sua persistência em o trazer e praticar na escola.</p>
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Maria da Luz Soares, pelo Grupo de Folclore “Terras de Arões”, conversa com o NEFUP sobre o processo de recolha das cantadas da região e explica como conseguiu cativar as jovens de Arões para o canto polifónico. Refere, ainda, o trabalho de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo e a sua persistência em o trazer e praticar na escola.
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                <title>
                    <![CDATA[20. Polifonias d’agora e d’outrora – Rancho Folclórico da Associação dos Amigos de Vilarinho das Quartas, Soajo]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 06 Oct 2021 10:16:58 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Neste episódio, Rúben Coelho, diretor técnico do Rancho de Vilarinho das Quartas, explica como foram recolhidas as modas que cantam e as diferenças entre as vozes das mulheres mais idosas e mais jovens. Refere, também, os objetivos de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo.</p>
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Neste episódio, Rúben Coelho, diretor técnico do Rancho de Vilarinho das Quartas, explica como foram recolhidas as modas que cantam e as diferenças entre as vozes das mulheres mais idosas e mais jovens. Refere, também, os objetivos de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo.
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                    <![CDATA[20. Polifonias d’agora e d’outrora – Rancho Folclórico da Associação dos Amigos de Vilarinho das Quartas, Soajo]]>
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<p>Neste episódio, Rúben Coelho, diretor técnico do Rancho de Vilarinho das Quartas, explica como foram recolhidas as modas que cantam e as diferenças entre as vozes das mulheres mais idosas e mais jovens. Refere, também, os objetivos de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo.</p>
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Neste episódio, Rúben Coelho, diretor técnico do Rancho de Vilarinho das Quartas, explica como foram recolhidas as modas que cantam e as diferenças entre as vozes das mulheres mais idosas e mais jovens. Refere, também, os objetivos de registo e salvaguarda deste património no seio do grupo.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[19. Polifonias d’agora e d’outrora – Grupo Folclórico da Universidade do Minho]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 27 Sep 2021 09:55:10 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.</p>
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Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.
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                    <![CDATA[19. Polifonias d’agora e d’outrora – Grupo Folclórico da Universidade do Minho]]>
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<p>Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.</p>
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Neste episódio, André Marcos, diretor técnico do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), explica como o grupo chegou ao repertório que interpreta e o processo de “botar” cada cantiga. Refere, ainda, as inovadoras estratégias de salvaguarda ativa do canto a vozes que o GFUM está a implementar.
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                <title>
                    <![CDATA[18. Polifonias d’agora e d’outrora – Cantadeiras do Vale do Neiva]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 17 Sep 2021 11:21:49 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>As Cantadeiras do Vale do Neiva são um grupo de referência do canto a vozes de matriz agrária nacional. Neste episódio, Josefina Fernanda Bouças fala sobre a história do grupo, as emoções de cantar em grupo, o repertório recolhido e o futuro. </p>
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As Cantadeiras do Vale do Neiva são um grupo de referência do canto a vozes de matriz agrária nacional. Neste episódio, Josefina Fernanda Bouças fala sobre a história do grupo, as emoções de cantar em grupo, o repertório recolhido e o futuro. 
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<p>As Cantadeiras do Vale do Neiva são um grupo de referência do canto a vozes de matriz agrária nacional. Neste episódio, Josefina Fernanda Bouças fala sobre a história do grupo, as emoções de cantar em grupo, o repertório recolhido e o futuro. </p>
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                    <![CDATA[
As Cantadeiras do Vale do Neiva são um grupo de referência do canto a vozes de matriz agrária nacional. Neste episódio, Josefina Fernanda Bouças fala sobre a história do grupo, as emoções de cantar em grupo, o repertório recolhido e o futuro. 
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[17. Polifonias d’agora e d’outrora – Cantadeiras do Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 06 Sep 2021 11:35:59 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com um dos responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado: neste caso, Rui Pedro Brandão e Patrícia Pinho dão o seu testemunho relativamente à origem, à prática, à aprendizagem e à salvaguarda do canto a vozes na região de Arouca.</p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com um dos responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado: neste caso, Rui Pedro Brandão e Patrícia Pinho dão o seu testemunho relativamente à origem, à prática, à aprendizagem e à salvaguarda do canto a vozes na região de Arouca.
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                    <![CDATA[17. Polifonias d’agora e d’outrora – Cantadeiras do Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses]]>
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                    <![CDATA[
<p>No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com um dos responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado: neste caso, Rui Pedro Brandão e Patrícia Pinho dão o seu testemunho relativamente à origem, à prática, à aprendizagem e à salvaguarda do canto a vozes na região de Arouca.</p>
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                    <![CDATA[
No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP, com o apoio da DGartes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com um dos responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado: neste caso, Rui Pedro Brandão e Patrícia Pinho dão o seu testemunho relativamente à origem, à prática, à aprendizagem e à salvaguarda do canto a vozes na região de Arouca.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[16. Polifonias d’agora e d’outrora – as vozes e as cantigas]]>
                </title>
                <pubDate>Sun, 25 Jul 2021 11:34:19 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                <description>
                                            <![CDATA[
<p>Como eram denominadas, localmente, as cantigas polifónicas <em>a cappella</em> típicas do norte e centro de Portugal? E a quantas vozes? E quais os nomes dados a essas vozes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. As respostas que nos deram são bem diversas e esclarecedoras relativamente à riqueza patrimonial deste canto de matriz agrária e tradicional…</p>
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                    <![CDATA[
Como eram denominadas, localmente, as cantigas polifónicas a cappella típicas do norte e centro de Portugal? E a quantas vozes? E quais os nomes dados a essas vozes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. As respostas que nos deram são bem diversas e esclarecedoras relativamente à riqueza patrimonial deste canto de matriz agrária e tradicional…
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                    <![CDATA[16. Polifonias d’agora e d’outrora – as vozes e as cantigas]]>
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                    <![CDATA[
<p>Como eram denominadas, localmente, as cantigas polifónicas <em>a cappella</em> típicas do norte e centro de Portugal? E a quantas vozes? E quais os nomes dados a essas vozes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. As respostas que nos deram são bem diversas e esclarecedoras relativamente à riqueza patrimonial deste canto de matriz agrária e tradicional…</p>
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                    <![CDATA[
Como eram denominadas, localmente, as cantigas polifónicas a cappella típicas do norte e centro de Portugal? E a quantas vozes? E quais os nomes dados a essas vozes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP continua à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. As respostas que nos deram são bem diversas e esclarecedoras relativamente à riqueza patrimonial deste canto de matriz agrária e tradicional…
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[15. Polifonias d’agora e d’outrora – o canto e a vida]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 22 Jul 2021 00:01:00 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. Todos nos falaram sobre a ligação do canto a vozes à vida quotidiana das populações rurais, em diferentes vertentes, do trabalho à festa, e em todas as fases da vida – e da morte…</p>
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                    <![CDATA[
Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. Todos nos falaram sobre a ligação do canto a vozes à vida quotidiana das populações rurais, em diferentes vertentes, do trabalho à festa, e em todas as fases da vida – e da morte…
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                    <![CDATA[15. Polifonias d’agora e d’outrora – o canto e a vida]]>
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                    <![CDATA[
<p>Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. Todos nos falaram sobre a ligação do canto a vozes à vida quotidiana das populações rurais, em diferentes vertentes, do trabalho à festa, e em todas as fases da vida – e da morte…</p>
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Quando se canta ou cantava a vozes? Em que momentos da vida quotidiana estão ou estavam as polifonias presentes? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. Todos nos falaram sobre a ligação do canto a vozes à vida quotidiana das populações rurais, em diferentes vertentes, do trabalho à festa, e em todas as fases da vida – e da morte…
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[14. Polifonias d’agora e d’outrora – a herança]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 15 Jul 2021 16:29:55 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Como chegaram até nós as polifonias de matriz agrária do norte e centro de Portugal? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. A sua paixão pelo canto a vozes é enorme, mas os caminhos que os levaram à divulgação deste repertório é muito diverso…</p>
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                    <![CDATA[
Como chegaram até nós as polifonias de matriz agrária do norte e centro de Portugal? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. A sua paixão pelo canto a vozes é enorme, mas os caminhos que os levaram à divulgação deste repertório é muito diverso…
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<p>Como chegaram até nós as polifonias de matriz agrária do norte e centro de Portugal? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. A sua paixão pelo canto a vozes é enorme, mas os caminhos que os levaram à divulgação deste repertório é muito diverso…</p>
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                    <![CDATA[
Como chegaram até nós as polifonias de matriz agrária do norte e centro de Portugal? No âmbito do projeto de salvaguarda “Polifonias d’agora e d’outrora”, promovido pelo NEFUP com o apoio da Direção Geral das Artes e da Câmara Municipal do Porto, o NEFUP esteve à conversa com os responsáveis dos cinco grupos de cantares polifónicos convidados para a dinamização de oficinas e de um espetáculo partilhado, a realizar entre setembro e outubro de 2021. A sua paixão pelo canto a vozes é enorme, mas os caminhos que os levaram à divulgação deste repertório é muito diverso…
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
                </itunes:author>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[13. “Quem Manda Sou Eu!” e as contradanças e quadrilhas durienses]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 17:15:57 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Vasco André dos Santos, realizador do documentário “Quem Manda Sou Eu!”, produzido pelo NEFUP no âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial duriense</a>, fala sobre o filme e os seus objetivos, o projeto em si, as especificidades destas danças e das gentes que as executam e a forma como, progressivamente, começou a valorizar de outro modo a necessidade de preservação da identidade cultural local e regional.</p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Vasco André dos Santos, realizador do documentário “Quem Manda Sou Eu!”, produzido pelo NEFUP no âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial duriense, fala sobre o filme e os seus objetivos, o projeto em si, as especificidades destas danças e das gentes que as executam e a forma como, progressivamente, começou a valorizar de outro modo a necessidade de preservação da identidade cultural local e regional.
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                    <![CDATA[13. “Quem Manda Sou Eu!” e as contradanças e quadrilhas durienses]]>
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                    <![CDATA[
<p>Vasco André dos Santos, realizador do documentário “Quem Manda Sou Eu!”, produzido pelo NEFUP no âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial duriense</a>, fala sobre o filme e os seus objetivos, o projeto em si, as especificidades destas danças e das gentes que as executam e a forma como, progressivamente, começou a valorizar de outro modo a necessidade de preservação da identidade cultural local e regional.</p>
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                    <![CDATA[
Vasco André dos Santos, realizador do documentário “Quem Manda Sou Eu!”, produzido pelo NEFUP no âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial duriense, fala sobre o filme e os seus objetivos, o projeto em si, as especificidades destas danças e das gentes que as executam e a forma como, progressivamente, começou a valorizar de outro modo a necessidade de preservação da identidade cultural local e regional.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[12. Contradanças e quadrilhas: de Montemuro a Lisboa]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 02 Nov 2020 16:57:52 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Paradoxalmente, um dos locais onde, hoje em dia, mais contradanças e quadrilhas são dançadas é em Lisboa. Os movimentos migratórios dos habitantes das aldeias serranas de Montemuro em direção à capital conduziram a esta situação estranha, permitindo o convívio e a realização de bailes “à moda antiga” na cosmopolita cidade de Lisboa. Emílio Teixeira e Rui Ferreira, conhecidos marcadores em Lisboa, dão o seu testemunho sobre esta situação.</p>
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                    <![CDATA[
Paradoxalmente, um dos locais onde, hoje em dia, mais contradanças e quadrilhas são dançadas é em Lisboa. Os movimentos migratórios dos habitantes das aldeias serranas de Montemuro em direção à capital conduziram a esta situação estranha, permitindo o convívio e a realização de bailes “à moda antiga” na cosmopolita cidade de Lisboa. Emílio Teixeira e Rui Ferreira, conhecidos marcadores em Lisboa, dão o seu testemunho sobre esta situação.
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                    <![CDATA[12. Contradanças e quadrilhas: de Montemuro a Lisboa]]>
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<p>Paradoxalmente, um dos locais onde, hoje em dia, mais contradanças e quadrilhas são dançadas é em Lisboa. Os movimentos migratórios dos habitantes das aldeias serranas de Montemuro em direção à capital conduziram a esta situação estranha, permitindo o convívio e a realização de bailes “à moda antiga” na cosmopolita cidade de Lisboa. Emílio Teixeira e Rui Ferreira, conhecidos marcadores em Lisboa, dão o seu testemunho sobre esta situação.</p>
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                    <![CDATA[
Paradoxalmente, um dos locais onde, hoje em dia, mais contradanças e quadrilhas são dançadas é em Lisboa. Os movimentos migratórios dos habitantes das aldeias serranas de Montemuro em direção à capital conduziram a esta situação estranha, permitindo o convívio e a realização de bailes “à moda antiga” na cosmopolita cidade de Lisboa. Emílio Teixeira e Rui Ferreira, conhecidos marcadores em Lisboa, dão o seu testemunho sobre esta situação.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[11. As contradanças e quadrilhas a sul do Douro]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 16:44:27 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                <description>
                                            <![CDATA[
<p>Na margem sul do Douro, as contradanças e quadrilhas continuam a fazer parte da vida social da comunidade, sendo tocadas e dançadas em alguns dos muitos bailes “à moda antiga”, com orquestras tradicionais, organizados em diferentes aldeias e lugares dos concelhos de Cinfães, Arouca e Castro Daire. Contudo, são os mais velhos quem ainda detêm o código verbal das marcações e o saber prático para as executar, pelo que o futuro destas danças não está assegurado. No âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto apresenta, neste episódio, os testemunhos de alguns dos marcadores entrevistados no concelho de Cinfães – Flávio Rocha, Manuel Cardoso, Anselmo Vasconcelos, Fernando Vieira, Domingos Pereira e Daniel Pontes – e as contradanças e quadrilhas de vários ranchos folclóricos e orquestras da região.</p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Na margem sul do Douro, as contradanças e quadrilhas continuam a fazer parte da vida social da comunidade, sendo tocadas e dançadas em alguns dos muitos bailes “à moda antiga”, com orquestras tradicionais, organizados em diferentes aldeias e lugares dos concelhos de Cinfães, Arouca e Castro Daire. Contudo, são os mais velhos quem ainda detêm o código verbal das marcações e o saber prático para as executar, pelo que o futuro destas danças não está assegurado. No âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto apresenta, neste episódio, os testemunhos de alguns dos marcadores entrevistados no concelho de Cinfães – Flávio Rocha, Manuel Cardoso, Anselmo Vasconcelos, Fernando Vieira, Domingos Pereira e Daniel Pontes – e as contradanças e quadrilhas de vários ranchos folclóricos e orquestras da região.
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                    <![CDATA[11. As contradanças e quadrilhas a sul do Douro]]>
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<p>Na margem sul do Douro, as contradanças e quadrilhas continuam a fazer parte da vida social da comunidade, sendo tocadas e dançadas em alguns dos muitos bailes “à moda antiga”, com orquestras tradicionais, organizados em diferentes aldeias e lugares dos concelhos de Cinfães, Arouca e Castro Daire. Contudo, são os mais velhos quem ainda detêm o código verbal das marcações e o saber prático para as executar, pelo que o futuro destas danças não está assegurado. No âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto apresenta, neste episódio, os testemunhos de alguns dos marcadores entrevistados no concelho de Cinfães – Flávio Rocha, Manuel Cardoso, Anselmo Vasconcelos, Fernando Vieira, Domingos Pereira e Daniel Pontes – e as contradanças e quadrilhas de vários ranchos folclóricos e orquestras da região.</p>
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Na margem sul do Douro, as contradanças e quadrilhas continuam a fazer parte da vida social da comunidade, sendo tocadas e dançadas em alguns dos muitos bailes “à moda antiga”, com orquestras tradicionais, organizados em diferentes aldeias e lugares dos concelhos de Cinfães, Arouca e Castro Daire. Contudo, são os mais velhos quem ainda detêm o código verbal das marcações e o saber prático para as executar, pelo que o futuro destas danças não está assegurado. No âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto apresenta, neste episódio, os testemunhos de alguns dos marcadores entrevistados no concelho de Cinfães – Flávio Rocha, Manuel Cardoso, Anselmo Vasconcelos, Fernando Vieira, Domingos Pereira e Daniel Pontes – e as contradanças e quadrilhas de vários ranchos folclóricos e orquestras da região.
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                <title>
                    <![CDATA[10. As contradanças e quadrilhas a norte do Douro]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 09:47:35 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A norte do Douro, as contradanças e quadrilhas desapareceram dos contextos informais há algumas décadas, mas ainda há muitas pessoas que se lembram de as dançar e/ou marcar. No âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto faz, neste episódio, um percurso pela memória destas danças nos concelhos do Marco de Canaveses e de Baião, à conversa com os convidados Fernando Barbosa, António Pinto Pereira e João Pereira e ao som da música de vários grupos da região.</p>
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                    <![CDATA[
A norte do Douro, as contradanças e quadrilhas desapareceram dos contextos informais há algumas décadas, mas ainda há muitas pessoas que se lembram de as dançar e/ou marcar. No âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto faz, neste episódio, um percurso pela memória destas danças nos concelhos do Marco de Canaveses e de Baião, à conversa com os convidados Fernando Barbosa, António Pinto Pereira e João Pereira e ao som da música de vários grupos da região.
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                    <![CDATA[10. As contradanças e quadrilhas a norte do Douro]]>
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                    <![CDATA[
<p>A norte do Douro, as contradanças e quadrilhas desapareceram dos contextos informais há algumas décadas, mas ainda há muitas pessoas que se lembram de as dançar e/ou marcar. No âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto faz, neste episódio, um percurso pela memória destas danças nos concelhos do Marco de Canaveses e de Baião, à conversa com os convidados Fernando Barbosa, António Pinto Pereira e João Pereira e ao som da música de vários grupos da região.</p>
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                    <![CDATA[
A norte do Douro, as contradanças e quadrilhas desapareceram dos contextos informais há algumas décadas, mas ainda há muitas pessoas que se lembram de as dançar e/ou marcar. No âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição, o NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto faz, neste episódio, um percurso pela memória destas danças nos concelhos do Marco de Canaveses e de Baião, à conversa com os convidados Fernando Barbosa, António Pinto Pereira e João Pereira e ao som da música de vários grupos da região.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[9. As contradanças e quadrilhas durienses]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 06 Oct 2020 10:32:43 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>O NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto inicia, agora, uma série de episódios dedicados às contradanças e quadrilhas durienses, que tem vindo a estudar e divulgar no âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição. Neste primeiro episódio, faz-se uma contextualização histórica do uso dos termos e a definição da estrutura básica destas danças, com a colaboração dos convidados Daniela Leite Castro e António Pinto Pereira e a música de vários grupos da região.</p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
O NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto inicia, agora, uma série de episódios dedicados às contradanças e quadrilhas durienses, que tem vindo a estudar e divulgar no âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição. Neste primeiro episódio, faz-se uma contextualização histórica do uso dos termos e a definição da estrutura básica destas danças, com a colaboração dos convidados Daniela Leite Castro e António Pinto Pereira e a música de vários grupos da região.
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                    <![CDATA[9. As contradanças e quadrilhas durienses]]>
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                    <![CDATA[
<p>O NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto inicia, agora, uma série de episódios dedicados às contradanças e quadrilhas durienses, que tem vindo a estudar e divulgar no âmbito do projeto <a href="https://nefup1982.wixsite.com/contradancas">As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense</a>, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição. Neste primeiro episódio, faz-se uma contextualização histórica do uso dos termos e a definição da estrutura básica destas danças, com a colaboração dos convidados Daniela Leite Castro e António Pinto Pereira e a música de vários grupos da região.</p>
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                    <![CDATA[
O NEFUP – Núcleo de Etnografia e Folclore da Universidade do Porto inicia, agora, uma série de episódios dedicados às contradanças e quadrilhas durienses, que tem vindo a estudar e divulgar no âmbito do projeto As contradanças e quadrilhas enquanto património cultural imaterial da região duriense, vencedor do programa EDP Tradições – 3.ª edição. Neste primeiro episódio, faz-se uma contextualização histórica do uso dos termos e a definição da estrutura básica destas danças, com a colaboração dos convidados Daniela Leite Castro e António Pinto Pereira e a música de vários grupos da região.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[8. São João]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 23 Jun 2020 19:51:12 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Neste ano, São João / Fica em casa por agora / A sonhar com a folia / Ouvindo “D’agora e d’outrora”!</p>



<p>“D’agora e d’outrora” festeja um São João caseiro fazendo uma viagem por alguns locais e algumas tradições próprias da época, pontuada por cantigas e quadras alusivas à festividade.</p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Neste ano, São João / Fica em casa por agora / A sonhar com a folia / Ouvindo “D’agora e d’outrora”!



“D’agora e d’outrora” festeja um São João caseiro fazendo uma viagem por alguns locais e algumas tradições próprias da época, pontuada por cantigas e quadras alusivas à festividade.
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                    <![CDATA[8. São João]]>
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                    <![CDATA[
<p>Neste ano, São João / Fica em casa por agora / A sonhar com a folia / Ouvindo “D’agora e d’outrora”!</p>



<p>“D’agora e d’outrora” festeja um São João caseiro fazendo uma viagem por alguns locais e algumas tradições próprias da época, pontuada por cantigas e quadras alusivas à festividade.</p>
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                    <![CDATA[
Neste ano, São João / Fica em casa por agora / A sonhar com a folia / Ouvindo “D’agora e d’outrora”!



“D’agora e d’outrora” festeja um São João caseiro fazendo uma viagem por alguns locais e algumas tradições próprias da época, pontuada por cantigas e quadras alusivas à festividade.
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                    <![CDATA[7. Bombos: inovação e tradição]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 10:56:11 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas duas décadas e sobre a convivência entre tradição e inovação nesta área da música tradicional portuguesa.</p>
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“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas duas décadas e sobre a convivência entre tradição e inovação nesta área da música tradicional portuguesa.
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                    <![CDATA[7. Bombos: inovação e tradição]]>
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<p>“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas duas décadas e sobre a convivência entre tradição e inovação nesta área da música tradicional portuguesa.</p>
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“D’agora e d’outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre o dinamismo e o crescimento dos grupos de bombos nas últimas duas décadas e sobre a convivência entre tradição e inovação nesta área da música tradicional portuguesa.
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                </title>
                <pubDate>Thu, 18 Jun 2020 00:40:26 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>“D’Agora e D’Outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre os contextos histórico-sociais em que surgiu a ligação estreita entre bombos e aerofones existente em muitos grupos de zés pereiras…</p>
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“D’Agora e D’Outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre os contextos histórico-sociais em que surgiu a ligação estreita entre bombos e aerofones existente em muitos grupos de zés pereiras…
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<p>“D’Agora e D’Outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre os contextos histórico-sociais em que surgiu a ligação estreita entre bombos e aerofones existente em muitos grupos de zés pereiras…</p>
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“D’Agora e D’Outrora” continua à conversa com Armando Dourado e Napoleão Ribeiro sobre os contextos histórico-sociais em que surgiu a ligação estreita entre bombos e aerofones existente em muitos grupos de zés pereiras…
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[5. Corpus Christi, zés pereiras e gigantones]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 10 Jun 2020 23:51:14 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>“D’agora e d’outrora” continua o ciclo dedicado aos zés pereiras, ouvindo Napoleão Ribeiro acerca das ligações entre as tradicionais procissões do <em>Corpus Christi</em> e o desenvolvimento da arte destes grupos de percussão e dos gigantones que muitas vezes os acompanham. Pelo caminho, faz-se uma incursão pela festividade do S. Gonçalo de Gaia, em que os bombos e as cabeças dos santos são os protagonistas da festa…</p>
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“D’agora e d’outrora” continua o ciclo dedicado aos zés pereiras, ouvindo Napoleão Ribeiro acerca das ligações entre as tradicionais procissões do Corpus Christi e o desenvolvimento da arte destes grupos de percussão e dos gigantones que muitas vezes os acompanham. Pelo caminho, faz-se uma incursão pela festividade do S. Gonçalo de Gaia, em que os bombos e as cabeças dos santos são os protagonistas da festa…
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<p>“D’agora e d’outrora” continua o ciclo dedicado aos zés pereiras, ouvindo Napoleão Ribeiro acerca das ligações entre as tradicionais procissões do <em>Corpus Christi</em> e o desenvolvimento da arte destes grupos de percussão e dos gigantones que muitas vezes os acompanham. Pelo caminho, faz-se uma incursão pela festividade do S. Gonçalo de Gaia, em que os bombos e as cabeças dos santos são os protagonistas da festa…</p>
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“D’agora e d’outrora” continua o ciclo dedicado aos zés pereiras, ouvindo Napoleão Ribeiro acerca das ligações entre as tradicionais procissões do Corpus Christi e o desenvolvimento da arte destes grupos de percussão e dos gigantones que muitas vezes os acompanham. Pelo caminho, faz-se uma incursão pela festividade do S. Gonçalo de Gaia, em que os bombos e as cabeças dos santos são os protagonistas da festa…
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                    <![CDATA[4. Zés Pereiras]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 09 Jun 2020 15:21:48 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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<p>“D’agora e d’outrora” inicia um ciclo dedicado aos zés pereiras, grupos de percussão tradicional que fazem parte da tradição musical portuguesa. Com os convidados Armando Dourado e Napoleão Ribeiro, apaixonados conhecedores desta manifestação cultural popular, o NEFUP apresenta, no episódio 4, algumas ideias acerca da formação e das características destes grupos e dos instrumentos melódicos que os acompanham, além de levantar o véu sobre as idiossincrasias do fenómeno luso-brasileiro dos cabeçudos e gigantones, que normalmente acompanham os zés pereiras nas festas e romarias.</p>
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“D’agora e d’outrora” inicia um ciclo dedicado aos zés pereiras, grupos de percussão tradicional que fazem parte da tradição musical portuguesa. Com os convidados Armando Dourado e Napoleão Ribeiro, apaixonados conhecedores desta manifestação cultural popular, o NEFUP apresenta, no episódio 4, algumas ideias acerca da formação e das características destes grupos e dos instrumentos melódicos que os acompanham, além de levantar o véu sobre as idiossincrasias do fenómeno luso-brasileiro dos cabeçudos e gigantones, que normalmente acompanham os zés pereiras nas festas e romarias.
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<p>“D’agora e d’outrora” inicia um ciclo dedicado aos zés pereiras, grupos de percussão tradicional que fazem parte da tradição musical portuguesa. Com os convidados Armando Dourado e Napoleão Ribeiro, apaixonados conhecedores desta manifestação cultural popular, o NEFUP apresenta, no episódio 4, algumas ideias acerca da formação e das características destes grupos e dos instrumentos melódicos que os acompanham, além de levantar o véu sobre as idiossincrasias do fenómeno luso-brasileiro dos cabeçudos e gigantones, que normalmente acompanham os zés pereiras nas festas e romarias.</p>
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“D’agora e d’outrora” inicia um ciclo dedicado aos zés pereiras, grupos de percussão tradicional que fazem parte da tradição musical portuguesa. Com os convidados Armando Dourado e Napoleão Ribeiro, apaixonados conhecedores desta manifestação cultural popular, o NEFUP apresenta, no episódio 4, algumas ideias acerca da formação e das características destes grupos e dos instrumentos melódicos que os acompanham, além de levantar o véu sobre as idiossincrasias do fenómeno luso-brasileiro dos cabeçudos e gigantones, que normalmente acompanham os zés pereiras nas festas e romarias.
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                    <![CDATA[3. Polifonias: tradição e inovação]]>
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                <pubDate>Thu, 23 Apr 2020 19:43:33 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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<p>Das canções de embalar ao erotismo, passando pelo quotidiano e pelo sagrado, a música tradicional é constantemente reinventada. Alguns arranjos polifónicos executados pelas cantadeiras do NEFUP são exemplo desta vontade de trazer o novo ao tradicional.</p>
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                    <![CDATA[
Das canções de embalar ao erotismo, passando pelo quotidiano e pelo sagrado, a música tradicional é constantemente reinventada. Alguns arranjos polifónicos executados pelas cantadeiras do NEFUP são exemplo desta vontade de trazer o novo ao tradicional.
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Das canções de embalar ao erotismo, passando pelo quotidiano e pelo sagrado, a música tradicional é constantemente reinventada. Alguns arranjos polifónicos executados pelas cantadeiras do NEFUP são exemplo desta vontade de trazer o novo ao tradicional.
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