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        <title>Ainda-Não: Sociologia e Utopia</title>
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        <description>Em tempos de crise e de perplexidade, que utopias nos podem valer? Como seria uma sociedade mais justa? Que papel tem cada um/a de nós na sua construção? Partindo do conceito de Ernst Bloch - &quot;ainda-não&quot; - conversamos com sociólogos e sociólogas em torno de propostas concretas para um mundo melhor.
Conversas conduzidas pela investigadora Inês Barbosa, do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto.</description>
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                <title>Ainda-Não: Sociologia e Utopia</title>
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                <itunes:subtitle>Em tempos de crise e de perplexidade, que utopias nos podem valer? Como seria uma sociedade mais justa? Que papel tem cada um/a de nós na sua construção? Partindo do conceito de Ernst Bloch - &quot;ainda-não&quot; - conversamos com sociólogos e sociólogas em torno de propostas concretas para um mundo melhor.
Conversas conduzidas pela investigadora Inês Barbosa, do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto.</itunes:subtitle>
        <itunes:author>Casa Comum</itunes:author>
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        <itunes:summary>Em tempos de crise e de perplexidade, que utopias nos podem valer? Como seria uma sociedade mais justa? Que papel tem cada um/a de nós na sua construção? Partindo do conceito de Ernst Bloch - &quot;ainda-não&quot; - conversamos com sociólogos e sociólogas em torno de propostas concretas para um mundo melhor.
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                    <![CDATA[17. Paula Guerra]]>
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                <pubDate>Thu, 29 May 2025 13:56:31 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Paula Guerra<strong> </strong>é investigadora integrada do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professora do Departamento de Sociologia da FLUP. Fundadora e coordenadora da rede "Todas as Artes" e da conferência KISMIF, tem desenvolvido extensa investigação sobre culturas e subculturas, juventudes, criação artística e práticas culturais alternativas. Nesta conversa, refletimos sobre culturas musicais DIY e <em>underground</em>, o papel da arte e do artivismo na crítica e transformação social, e sobre práticas culturais que habitam o espaço entre a existência e a resistência, a utopia e a distopia.</p>]]>
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                    <![CDATA[16. Inês Maia]]>
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                <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 11:43:18 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Inês Maia é investigadora integrada do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e atualmente integra a equipa do Observatório Social de Gaia. A sua tese de doutoramento centrou-se no fenómeno da praxe no ensino superior. Com base nessa experiência e também na sua militância na ABIC – Associação de Bolseiros de Investigação Científica –, Inês reflete sobre a precariedade, a competitividade e as relações de poder na academia, reafirmando a importância da democracia, da igualdade e da dignidade. Inspirada por Eduardo Galleano, entende a utopia como um horizonte que nos orienta e nos convida a caminhar. Idealiza, assim, uma universidade mais democrática e livre, onde o diálogo e o pensamento crítico sejam permanentemente estimulados.</p>]]>
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                    <![CDATA[16. Inês Maia]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[15. Seth M. Holmes]]>
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                <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 14:57:29 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Seth M. Holmes, da Universidade de Califórnia - Berkeley, é médico e antropólogo cultural cujo trabalho se centra, em termos gerais, nas hierarquias sociais, nas desigualdades na saúde e nas formas como essas assimetrias são naturalizadas, normalizadas e combatidas. Aproveitando a sua estadia de investigação no ISUP, foi entrevistado para o 15.º episódio do <em>podcast</em> “Ainda-Não: Sociologia e Utopia”. Nele, fala-nos do seu extenso trabalho etnográfico junto de trabalhadores migrantes agrícolas nos EUA e também de violência, desumanização e das guerras que assolam o mundo. Considera que a esperança é o motor que o faz persistir e estar junto das pessoas e grupos mais vulneráveis, numa luta por relações sociais mais justas.  Utopia é, para ele, uma forma de democracia concreta em que as prioridades, vozes e perspetivas de todos/as são levadas em conta e ninguém é silenciado.</p>]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[14. Isabel Dias]]>
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                <pubDate>Wed, 13 Mar 2024 18:08:43 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Isabel Dias é investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professora catedrática na FLUP. A sua atividade de investigação tem-se centrado na problemática da violência doméstica e de género, envelhecimento, abuso de idosos, trabalho feminino e saúde ocupacional. Neste episódio do <em>podcast</em> <strong>Ainda-Não: Sociologia e Utopia</strong><em>,</em> fala-nos da sua trajetória pessoal e de como a consciência de classe e de género, desde cedo, marcou as suas escolhas no campo da sociologia, destacando a importância da relação entre cidadania, conhecimento e emancipação. Mais do que de utopia, considera que é o conceito de “paradoxo” que tem guiado a sua pesquisa. Face aos tempos “ameaçadores” em que vivemos, defende que a promoção da igualdade, da democracia e dos direitos humanos seja um exercício diário, nunca os tomando como garantidos.</p>]]>
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                    <![CDATA[Isabel Dias é investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professora catedrática na FLUP. A sua atividade de investigação tem-se centrado na problemática da violência doméstica e de género, envelhecimento, abuso de idosos, trabalho feminino e saúde ocupacional. Neste episódio do podcast Ainda-Não: Sociologia e Utopia, fala-nos da sua trajetória pessoal e de como a consciência de classe e de género, desde cedo, marcou as suas escolhas no campo da sociologia, destacando a importância da relação entre cidadania, conhecimento e emancipação. Mais do que de utopia, considera que é o conceito de “paradoxo” que tem guiado a sua pesquisa. Face aos tempos “ameaçadores” em que vivemos, defende que a promoção da igualdade, da democracia e dos direitos humanos seja um exercício diário, nunca os tomando como garantidos.]]>
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                    <![CDATA[14. Isabel Dias]]>
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                    <![CDATA[<p>Isabel Dias é investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professora catedrática na FLUP. A sua atividade de investigação tem-se centrado na problemática da violência doméstica e de género, envelhecimento, abuso de idosos, trabalho feminino e saúde ocupacional. Neste episódio do <em>podcast</em> <strong>Ainda-Não: Sociologia e Utopia</strong><em>,</em> fala-nos da sua trajetória pessoal e de como a consciência de classe e de género, desde cedo, marcou as suas escolhas no campo da sociologia, destacando a importância da relação entre cidadania, conhecimento e emancipação. Mais do que de utopia, considera que é o conceito de “paradoxo” que tem guiado a sua pesquisa. Face aos tempos “ameaçadores” em que vivemos, defende que a promoção da igualdade, da democracia e dos direitos humanos seja um exercício diário, nunca os tomando como garantidos.</p>]]>
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                    <![CDATA[Isabel Dias é investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professora catedrática na FLUP. A sua atividade de investigação tem-se centrado na problemática da violência doméstica e de género, envelhecimento, abuso de idosos, trabalho feminino e saúde ocupacional. Neste episódio do podcast Ainda-Não: Sociologia e Utopia, fala-nos da sua trajetória pessoal e de como a consciência de classe e de género, desde cedo, marcou as suas escolhas no campo da sociologia, destacando a importância da relação entre cidadania, conhecimento e emancipação. Mais do que de utopia, considera que é o conceito de “paradoxo” que tem guiado a sua pesquisa. Face aos tempos “ameaçadores” em que vivemos, defende que a promoção da igualdade, da democracia e dos direitos humanos seja um exercício diário, nunca os tomando como garantidos.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[13. Peter Mayo]]>
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                <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 18:59:38 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Autor de 20 livros e de mais de 100 artigos ou capítulos, Peter Mayo é professor na Universidade de Malta, onde foi presidente do Departamento de Artes, Comunidades Abertas e Educação de Adultos e do Departamento de Estudos da Educação. É, também, responsável pela UNESCO Chair in Global Adult Education sediada na mesma universidade. Para si, um mundo socialmente justo tem de “transcender” o sistema capitalista, que é essencialmente um sistema de exploração. A luta contra todos os tipos de exploração começa, segundo o próprio, pela reflexão “sobre si mesmo” e o quanto explora outras pessoas “na vida quotidiana” ou “nas relações familiares”. O fim do racismo e as alterações climáticas são os outros dois pontos fundamentais, para si, na luta por um mundo mais justo, mais próximo da “utopia”. Autor de <em>Gramsci, Freire e a Educação de Adultos</em>, Peter Mayo defende uma utopia ecossocialista de “harmonia na biodiversidade”, prolongando a unidade na diversidade defendida por Paulo Freire, defendendo o respeito pela individualidade de cada um na vida social coletiva e pela relação entre a humanidade e a natureza.</p>]]>
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                    <![CDATA[Autor de 20 livros e de mais de 100 artigos ou capítulos, Peter Mayo é professor na Universidade de Malta, onde foi presidente do Departamento de Artes, Comunidades Abertas e Educação de Adultos e do Departamento de Estudos da Educação. É, também, responsável pela UNESCO Chair in Global Adult Education sediada na mesma universidade. Para si, um mundo socialmente justo tem de “transcender” o sistema capitalista, que é essencialmente um sistema de exploração. A luta contra todos os tipos de exploração começa, segundo o próprio, pela reflexão “sobre si mesmo” e o quanto explora outras pessoas “na vida quotidiana” ou “nas relações familiares”. O fim do racismo e as alterações climáticas são os outros dois pontos fundamentais, para si, na luta por um mundo mais justo, mais próximo da “utopia”. Autor de Gramsci, Freire e a Educação de Adultos, Peter Mayo defende uma utopia ecossocialista de “harmonia na biodiversidade”, prolongando a unidade na diversidade defendida por Paulo Freire, defendendo o respeito pela individualidade de cada um na vida social coletiva e pela relação entre a humanidade e a natureza.]]>
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                    <![CDATA[13. Peter Mayo]]>
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                    <![CDATA[<p>Autor de 20 livros e de mais de 100 artigos ou capítulos, Peter Mayo é professor na Universidade de Malta, onde foi presidente do Departamento de Artes, Comunidades Abertas e Educação de Adultos e do Departamento de Estudos da Educação. É, também, responsável pela UNESCO Chair in Global Adult Education sediada na mesma universidade. Para si, um mundo socialmente justo tem de “transcender” o sistema capitalista, que é essencialmente um sistema de exploração. A luta contra todos os tipos de exploração começa, segundo o próprio, pela reflexão “sobre si mesmo” e o quanto explora outras pessoas “na vida quotidiana” ou “nas relações familiares”. O fim do racismo e as alterações climáticas são os outros dois pontos fundamentais, para si, na luta por um mundo mais justo, mais próximo da “utopia”. Autor de <em>Gramsci, Freire e a Educação de Adultos</em>, Peter Mayo defende uma utopia ecossocialista de “harmonia na biodiversidade”, prolongando a unidade na diversidade defendida por Paulo Freire, defendendo o respeito pela individualidade de cada um na vida social coletiva e pela relação entre a humanidade e a natureza.</p>]]>
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                    <![CDATA[Autor de 20 livros e de mais de 100 artigos ou capítulos, Peter Mayo é professor na Universidade de Malta, onde foi presidente do Departamento de Artes, Comunidades Abertas e Educação de Adultos e do Departamento de Estudos da Educação. É, também, responsável pela UNESCO Chair in Global Adult Education sediada na mesma universidade. Para si, um mundo socialmente justo tem de “transcender” o sistema capitalista, que é essencialmente um sistema de exploração. A luta contra todos os tipos de exploração começa, segundo o próprio, pela reflexão “sobre si mesmo” e o quanto explora outras pessoas “na vida quotidiana” ou “nas relações familiares”. O fim do racismo e as alterações climáticas são os outros dois pontos fundamentais, para si, na luta por um mundo mais justo, mais próximo da “utopia”. Autor de Gramsci, Freire e a Educação de Adultos, Peter Mayo defende uma utopia ecossocialista de “harmonia na biodiversidade”, prolongando a unidade na diversidade defendida por Paulo Freire, defendendo o respeito pela individualidade de cada um na vida social coletiva e pela relação entre a humanidade e a natureza.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[12. Gissele Alves]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 19:13:21 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Gissele Alves é docente do Instituto Federal de Brasília/IFB, membro do Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília e dos grupos de pesquisas GECRIA - Educação crítica e autoria criativa e Linguagem e Práticas Sociais. É, também, investigadora em Estudos Críticos do Discurso, Estudos Críticos do Letramento e Sociologia da Educação e da Juventude, com foco em construções identificacionais, representações discursivas, discursos do letramento, educação superior e juventudes. A analista do discurso movimenta-se, há três décadas, num campo interseccional entre língua e sociedade, situando-se nos “estudos críticos do discurso” que a trouxe para a área dos estudos sociológicos e do conflito social. Considera-se como uma “realista esperançosa”, defendendo a posição utópica de “assumir ontologicamente que a vida social é um sistema aberto” e “passível de mudança por meio da agência” que, considera, é uma “força criativa”.</p>]]>
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                    <![CDATA[Gissele Alves é docente do Instituto Federal de Brasília/IFB, membro do Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília e dos grupos de pesquisas GECRIA - Educação crítica e autoria criativa e Linguagem e Práticas Sociais. É, também, investigadora em Estudos Críticos do Discurso, Estudos Críticos do Letramento e Sociologia da Educação e da Juventude, com foco em construções identificacionais, representações discursivas, discursos do letramento, educação superior e juventudes. A analista do discurso movimenta-se, há três décadas, num campo interseccional entre língua e sociedade, situando-se nos “estudos críticos do discurso” que a trouxe para a área dos estudos sociológicos e do conflito social. Considera-se como uma “realista esperançosa”, defendendo a posição utópica de “assumir ontologicamente que a vida social é um sistema aberto” e “passível de mudança por meio da agência” que, considera, é uma “força criativa”.]]>
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                    <![CDATA[12. Gissele Alves]]>
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                    <![CDATA[<p>Gissele Alves é docente do Instituto Federal de Brasília/IFB, membro do Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília e dos grupos de pesquisas GECRIA - Educação crítica e autoria criativa e Linguagem e Práticas Sociais. É, também, investigadora em Estudos Críticos do Discurso, Estudos Críticos do Letramento e Sociologia da Educação e da Juventude, com foco em construções identificacionais, representações discursivas, discursos do letramento, educação superior e juventudes. A analista do discurso movimenta-se, há três décadas, num campo interseccional entre língua e sociedade, situando-se nos “estudos críticos do discurso” que a trouxe para a área dos estudos sociológicos e do conflito social. Considera-se como uma “realista esperançosa”, defendendo a posição utópica de “assumir ontologicamente que a vida social é um sistema aberto” e “passível de mudança por meio da agência” que, considera, é uma “força criativa”.</p>]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <![CDATA[11. Maria do Mar Pereira]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 17:21:29 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Socióloga, etnógrafa, feminista, é co-diretora do Centre for the Study of Women and Gender da Universidade de Warwick, Reino Unido. Foi aí que encontrou um espaço onde consegue discutir e negociar a “suposta dicotomia entre a cientista e ativista”. Preocupada com os retrocessos em termos de género e sexualidade, pela polarização e proliferação de discursos simplistas e imediatos, centra o seu trabalho na complexidade das relações de poder (nomeadamente, no âmbito das questões de género). Sente falta de espaço para o aprofundamento de temas, para o debate. Considera que o conhecimento sobre as contradições sociais e sobre as dimensões invisíveis dos fenómenos (tudo aquilo que acontece debaixo da superfície) é fulcral para transformar a sociedade. A sua prioridade é “pensar numa forma de apaixonar as pessoas pela complexidade” e fazer perceber que não há “uma resposta que vai servir para tudo”, sendo “preciso estar sempre a aprender”.</p>]]>
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                    <![CDATA[11. Maria do Mar Pereira]]>
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                    <![CDATA[Socióloga, etnógrafa, feminista, é co-diretora do Centre for the Study of Women and Gender da Universidade de Warwick, Reino Unido. Foi aí que encontrou um espaço onde consegue discutir e negociar a “suposta dicotomia entre a cientista e ativista”. Preocupada com os retrocessos em termos de género e sexualidade, pela polarização e proliferação de discursos simplistas e imediatos, centra o seu trabalho na complexidade das relações de poder (nomeadamente, no âmbito das questões de género). Sente falta de espaço para o aprofundamento de temas, para o debate. Considera que o conhecimento sobre as contradições sociais e sobre as dimensões invisíveis dos fenómenos (tudo aquilo que acontece debaixo da superfície) é fulcral para transformar a sociedade. A sua prioridade é “pensar numa forma de apaixonar as pessoas pela complexidade” e fazer perceber que não há “uma resposta que vai servir para tudo”, sendo “preciso estar sempre a aprender”.]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
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                    <![CDATA[10. Cláudia Marisa]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 11 Jan 2023 11:59:27 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[<p>Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir. </p>]]>
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                    <![CDATA[Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir. ]]>
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                    <![CDATA[10. Cláudia Marisa]]>
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                    <![CDATA[<p>Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir. </p>]]>
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                    <![CDATA[Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir. ]]>
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
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                    <![CDATA[9. Manuel Sarmento]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 15:37:17 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Manuel Sarmento é professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade do Minho e uma das referências mais importantes da Sociologia da Infância, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das identidades e culturas infantis. Nesta conversa, reforça a dimensão política da participação, evocando movimentos coletivos de crianças em várias partes do globo. Salienta também as lacunas que persistem na garantia de direitos plenos às crianças, evocando a necessidade de políticas públicas integradas que contem com o seu envolvimento efetivo.</p>
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                    <![CDATA[
Manuel Sarmento é professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade do Minho e uma das referências mais importantes da Sociologia da Infância, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das identidades e culturas infantis. Nesta conversa, reforça a dimensão política da participação, evocando movimentos coletivos de crianças em várias partes do globo. Salienta também as lacunas que persistem na garantia de direitos plenos às crianças, evocando a necessidade de políticas públicas integradas que contem com o seu envolvimento efetivo.
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                    <![CDATA[9. Manuel Sarmento]]>
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                    <![CDATA[
<p>Manuel Sarmento é professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade do Minho e uma das referências mais importantes da Sociologia da Infância, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das identidades e culturas infantis. Nesta conversa, reforça a dimensão política da participação, evocando movimentos coletivos de crianças em várias partes do globo. Salienta também as lacunas que persistem na garantia de direitos plenos às crianças, evocando a necessidade de políticas públicas integradas que contem com o seu envolvimento efetivo.</p>
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                    <![CDATA[
Manuel Sarmento é professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade do Minho e uma das referências mais importantes da Sociologia da Infância, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das identidades e culturas infantis. Nesta conversa, reforça a dimensão política da participação, evocando movimentos coletivos de crianças em várias partes do globo. Salienta também as lacunas que persistem na garantia de direitos plenos às crianças, evocando a necessidade de políticas públicas integradas que contem com o seu envolvimento efetivo.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[8. Lígia Ferro]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 30 Nov 2021 16:35:34 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Lígia Ferro é professora auxiliar do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, tendo sido recentemente eleita presidente da Associação Europeia de Sociologia. Neste episódio reflete sobre algumas das suas inquietações: o impacto da pandemia no aprofundamento das desigualdades sociais; a crise de confiança na ciência e nas instituições políticas; a falta de autonomia das crianças na vivência da cidade ou o desinvestimento na educação artística nos currículos formais e informais.</p>
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                    <![CDATA[
Lígia Ferro é professora auxiliar do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, tendo sido recentemente eleita presidente da Associação Europeia de Sociologia. Neste episódio reflete sobre algumas das suas inquietações: o impacto da pandemia no aprofundamento das desigualdades sociais; a crise de confiança na ciência e nas instituições políticas; a falta de autonomia das crianças na vivência da cidade ou o desinvestimento na educação artística nos currículos formais e informais.
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                    <![CDATA[8. Lígia Ferro]]>
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<p>Lígia Ferro é professora auxiliar do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, tendo sido recentemente eleita presidente da Associação Europeia de Sociologia. Neste episódio reflete sobre algumas das suas inquietações: o impacto da pandemia no aprofundamento das desigualdades sociais; a crise de confiança na ciência e nas instituições políticas; a falta de autonomia das crianças na vivência da cidade ou o desinvestimento na educação artística nos currículos formais e informais.</p>
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Lígia Ferro é professora auxiliar do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, tendo sido recentemente eleita presidente da Associação Europeia de Sociologia. Neste episódio reflete sobre algumas das suas inquietações: o impacto da pandemia no aprofundamento das desigualdades sociais; a crise de confiança na ciência e nas instituições políticas; a falta de autonomia das crianças na vivência da cidade ou o desinvestimento na educação artística nos currículos formais e informais.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
                </itunes:author>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[7. Carlos Manuel Gonçalves]]>
                </title>
                <pubDate>Wed, 29 Sep 2021 14:10:18 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Carlos Manuel Gonçalves é professor catedrático da FLUP e investigador do IS-UP, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das profissões, do emprego e dos processos de transição dos diplomados universitários para o mundo do trabalho. Fez parte das primeiras “fornadas” de sociólogos/as formados na Universidade no pós 25 de Abril. Neste episódio, evidencia preocupações com o rumo que a sociologia tem tomado e com o papel que ela pode ter nas sociedades contemporâneas. No seu entender, utopia e sociologia encontram-se na possibilidade de permitirem uma análise e compreensão crítica das realidades, articulada com a definição de propostas concretas de transformação social.</p>
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                    <![CDATA[
Carlos Manuel Gonçalves é professor catedrático da FLUP e investigador do IS-UP, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das profissões, do emprego e dos processos de transição dos diplomados universitários para o mundo do trabalho. Fez parte das primeiras “fornadas” de sociólogos/as formados na Universidade no pós 25 de Abril. Neste episódio, evidencia preocupações com o rumo que a sociologia tem tomado e com o papel que ela pode ter nas sociedades contemporâneas. No seu entender, utopia e sociologia encontram-se na possibilidade de permitirem uma análise e compreensão crítica das realidades, articulada com a definição de propostas concretas de transformação social.
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                    <![CDATA[7. Carlos Manuel Gonçalves]]>
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<p>Carlos Manuel Gonçalves é professor catedrático da FLUP e investigador do IS-UP, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das profissões, do emprego e dos processos de transição dos diplomados universitários para o mundo do trabalho. Fez parte das primeiras “fornadas” de sociólogos/as formados na Universidade no pós 25 de Abril. Neste episódio, evidencia preocupações com o rumo que a sociologia tem tomado e com o papel que ela pode ter nas sociedades contemporâneas. No seu entender, utopia e sociologia encontram-se na possibilidade de permitirem uma análise e compreensão crítica das realidades, articulada com a definição de propostas concretas de transformação social.</p>
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Carlos Manuel Gonçalves é professor catedrático da FLUP e investigador do IS-UP, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das profissões, do emprego e dos processos de transição dos diplomados universitários para o mundo do trabalho. Fez parte das primeiras “fornadas” de sociólogos/as formados na Universidade no pós 25 de Abril. Neste episódio, evidencia preocupações com o rumo que a sociologia tem tomado e com o papel que ela pode ter nas sociedades contemporâneas. No seu entender, utopia e sociologia encontram-se na possibilidade de permitirem uma análise e compreensão crítica das realidades, articulada com a definição de propostas concretas de transformação social.
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                <title>
                    <![CDATA[6. Sara Araújo]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 24 Aug 2021 23:19:39 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Sara Araújo é investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e professora auxiliar convidada na Faculdade de Economia da mesma universidade. É co-coordenadora do Programa de Doutoramento em “Sociology of the State, Law and Justice” e da Escola de Verão das Epistemologias do Sul. Neste episódio expressa a sua preocupação com as várias dimensões do individualismo que, no seu entender, inibem as possibilidades de transformação social. Vê na utopia um verbo, uma forma de esboçar alternativas concretas, em diálogo com outras formas de pensar o mundo e a partir das experiências dos grupos oprimidos e dos movimentos sociais. </p>
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                    <![CDATA[
Sara Araújo é investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e professora auxiliar convidada na Faculdade de Economia da mesma universidade. É co-coordenadora do Programa de Doutoramento em “Sociology of the State, Law and Justice” e da Escola de Verão das Epistemologias do Sul. Neste episódio expressa a sua preocupação com as várias dimensões do individualismo que, no seu entender, inibem as possibilidades de transformação social. Vê na utopia um verbo, uma forma de esboçar alternativas concretas, em diálogo com outras formas de pensar o mundo e a partir das experiências dos grupos oprimidos e dos movimentos sociais. 
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                    <![CDATA[6. Sara Araújo]]>
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                    <![CDATA[
<p>Sara Araújo é investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e professora auxiliar convidada na Faculdade de Economia da mesma universidade. É co-coordenadora do Programa de Doutoramento em “Sociology of the State, Law and Justice” e da Escola de Verão das Epistemologias do Sul. Neste episódio expressa a sua preocupação com as várias dimensões do individualismo que, no seu entender, inibem as possibilidades de transformação social. Vê na utopia um verbo, uma forma de esboçar alternativas concretas, em diálogo com outras formas de pensar o mundo e a partir das experiências dos grupos oprimidos e dos movimentos sociais. </p>
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                    <![CDATA[
Sara Araújo é investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e professora auxiliar convidada na Faculdade de Economia da mesma universidade. É co-coordenadora do Programa de Doutoramento em “Sociology of the State, Law and Justice” e da Escola de Verão das Epistemologias do Sul. Neste episódio expressa a sua preocupação com as várias dimensões do individualismo que, no seu entender, inibem as possibilidades de transformação social. Vê na utopia um verbo, uma forma de esboçar alternativas concretas, em diálogo com outras formas de pensar o mundo e a partir das experiências dos grupos oprimidos e dos movimentos sociais. 
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                    <![CDATA[Casa Comum]]>
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[5. João Queirós]]>
                </title>
                <pubDate>Mon, 31 May 2021 19:23:48 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>João Queirós é investigador do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professor adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Grande parte da sua pesquisa tem-se centrado no estudo das transformações urbanas, das políticas de habitação e das desigualdades sociais nas suas múltiplas dimensões. Neste programa fala-nos de algumas das suas inquietações e do papel que a sociologia tem tido na clarificação, desconstrução e desmistificação das sucessivas crises económicas, sociais e políticas das últimas décadas.</p>
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João Queirós é investigador do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professor adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Grande parte da sua pesquisa tem-se centrado no estudo das transformações urbanas, das políticas de habitação e das desigualdades sociais nas suas múltiplas dimensões. Neste programa fala-nos de algumas das suas inquietações e do papel que a sociologia tem tido na clarificação, desconstrução e desmistificação das sucessivas crises económicas, sociais e políticas das últimas décadas.
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                    <![CDATA[5. João Queirós]]>
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<p>João Queirós é investigador do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professor adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Grande parte da sua pesquisa tem-se centrado no estudo das transformações urbanas, das políticas de habitação e das desigualdades sociais nas suas múltiplas dimensões. Neste programa fala-nos de algumas das suas inquietações e do papel que a sociologia tem tido na clarificação, desconstrução e desmistificação das sucessivas crises económicas, sociais e políticas das últimas décadas.</p>
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João Queirós é investigador do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto e professor adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Grande parte da sua pesquisa tem-se centrado no estudo das transformações urbanas, das políticas de habitação e das desigualdades sociais nas suas múltiplas dimensões. Neste programa fala-nos de algumas das suas inquietações e do papel que a sociologia tem tido na clarificação, desconstrução e desmistificação das sucessivas crises económicas, sociais e políticas das últimas décadas.
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[4. Sofia Cruz]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 04 May 2021 14:51:55 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>A convidada deste programa é Sofia Cruz, professora da Faculdade de Economia e investigadora integrada do IS-UP que desenvolve pesquisa na área da sociologia das organizações, do trabalho, dos grupos profissionais e do comportamento organizacional. Nesta conversa expõe as suas preocupações – mas também as suas expetativas – relativamente às transformações do mundo do trabalho, focando-se em particular no conceito de Trabalho Digno, enquadrado no 8.º objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. </p>
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A convidada deste programa é Sofia Cruz, professora da Faculdade de Economia e investigadora integrada do IS-UP que desenvolve pesquisa na área da sociologia das organizações, do trabalho, dos grupos profissionais e do comportamento organizacional. Nesta conversa expõe as suas preocupações – mas também as suas expetativas – relativamente às transformações do mundo do trabalho, focando-se em particular no conceito de Trabalho Digno, enquadrado no 8.º objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. 
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<p>A convidada deste programa é Sofia Cruz, professora da Faculdade de Economia e investigadora integrada do IS-UP que desenvolve pesquisa na área da sociologia das organizações, do trabalho, dos grupos profissionais e do comportamento organizacional. Nesta conversa expõe as suas preocupações – mas também as suas expetativas – relativamente às transformações do mundo do trabalho, focando-se em particular no conceito de Trabalho Digno, enquadrado no 8.º objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. </p>
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A convidada deste programa é Sofia Cruz, professora da Faculdade de Economia e investigadora integrada do IS-UP que desenvolve pesquisa na área da sociologia das organizações, do trabalho, dos grupos profissionais e do comportamento organizacional. Nesta conversa expõe as suas preocupações – mas também as suas expetativas – relativamente às transformações do mundo do trabalho, focando-se em particular no conceito de Trabalho Digno, enquadrado no 8.º objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. 
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                    <item>
                <title>
                    <![CDATA[3. Ricardo Gouveia]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 14:22:50 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Ricardo Gouveia é polícia de segurança pública e sociólogo, tendo desenvolvido as suas pesquisas dentro dos estudos de género. Trabalhando na área da violência doméstica e nos programas da Escola Segura, reflete sobre a importância que a sociologia tem tido na intervenção que faz no terreno. Inquieta-se com o modo como a juventude acede e absorve a informação e também com a liberdade de expressão, um “bem precioso” que considera estar cada vez mais em risco.</p>
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Ricardo Gouveia é polícia de segurança pública e sociólogo, tendo desenvolvido as suas pesquisas dentro dos estudos de género. Trabalhando na área da violência doméstica e nos programas da Escola Segura, reflete sobre a importância que a sociologia tem tido na intervenção que faz no terreno. Inquieta-se com o modo como a juventude acede e absorve a informação e também com a liberdade de expressão, um “bem precioso” que considera estar cada vez mais em risco.
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<p>Ricardo Gouveia é polícia de segurança pública e sociólogo, tendo desenvolvido as suas pesquisas dentro dos estudos de género. Trabalhando na área da violência doméstica e nos programas da Escola Segura, reflete sobre a importância que a sociologia tem tido na intervenção que faz no terreno. Inquieta-se com o modo como a juventude acede e absorve a informação e também com a liberdade de expressão, um “bem precioso” que considera estar cada vez mais em risco.</p>
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Ricardo Gouveia é polícia de segurança pública e sociólogo, tendo desenvolvido as suas pesquisas dentro dos estudos de género. Trabalhando na área da violência doméstica e nos programas da Escola Segura, reflete sobre a importância que a sociologia tem tido na intervenção que faz no terreno. Inquieta-se com o modo como a juventude acede e absorve a informação e também com a liberdade de expressão, um “bem precioso” que considera estar cada vez mais em risco.
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                    <![CDATA[2. Helena Vilaça]]>
                </title>
                <pubDate>Tue, 02 Mar 2021 16:21:26 +0000</pubDate>
                <dc:creator>Casa Comum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p>Helena Vilaça, professora e investigadora do IS-UP, tem dedicado grande parte da sua pesquisa ao estudo do pluralismo religioso. Nesta conversa, fala-nos da importância de mobilizar a sociologia clássica para compreender e interpretar os problemas contemporâneos. Refletindo sobre as intersecções entre religião, política e o pensamento utópico, afirma que a sua utopia é habermasiana, acreditando na possibilidade de diálogo entre visões diferentes do mundo.</p>
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                    <![CDATA[
Helena Vilaça, professora e investigadora do IS-UP, tem dedicado grande parte da sua pesquisa ao estudo do pluralismo religioso. Nesta conversa, fala-nos da importância de mobilizar a sociologia clássica para compreender e interpretar os problemas contemporâneos. Refletindo sobre as intersecções entre religião, política e o pensamento utópico, afirma que a sua utopia é habermasiana, acreditando na possibilidade de diálogo entre visões diferentes do mundo.
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                    <![CDATA[2. Helena Vilaça]]>
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<p>Helena Vilaça, professora e investigadora do IS-UP, tem dedicado grande parte da sua pesquisa ao estudo do pluralismo religioso. Nesta conversa, fala-nos da importância de mobilizar a sociologia clássica para compreender e interpretar os problemas contemporâneos. Refletindo sobre as intersecções entre religião, política e o pensamento utópico, afirma que a sua utopia é habermasiana, acreditando na possibilidade de diálogo entre visões diferentes do mundo.</p>
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Helena Vilaça, professora e investigadora do IS-UP, tem dedicado grande parte da sua pesquisa ao estudo do pluralismo religioso. Nesta conversa, fala-nos da importância de mobilizar a sociologia clássica para compreender e interpretar os problemas contemporâneos. Refletindo sobre as intersecções entre religião, política e o pensamento utópico, afirma que a sua utopia é habermasiana, acreditando na possibilidade de diálogo entre visões diferentes do mundo.
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                    <![CDATA[1. João Teixeira Lopes]]>
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                <pubDate>Sat, 30 Jan 2021 19:39:34 +0000</pubDate>
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<p>João Teixeira Lopes, coordenador do IS-UP e presidente da APS, fala-nos de algumas das suas inquietações: da pós-verdade, da fixação das identidades ou do confinamento das classes sociais. Refletindo sobre a necessidade de construir uma sociologia de síntese – capaz de estabelecer vasos comunicantes entre repertórios, sujeitos, opressões -, defende uma sociologia que não se limita à desocultação das realidades, contribuindo também para a transformação das mesmas.</p>
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João Teixeira Lopes, coordenador do IS-UP e presidente da APS, fala-nos de algumas das suas inquietações: da pós-verdade, da fixação das identidades ou do confinamento das classes sociais. Refletindo sobre a necessidade de construir uma sociologia de síntese – capaz de estabelecer vasos comunicantes entre repertórios, sujeitos, opressões -, defende uma sociologia que não se limita à desocultação das realidades, contribuindo também para a transformação das mesmas.
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<p>João Teixeira Lopes, coordenador do IS-UP e presidente da APS, fala-nos de algumas das suas inquietações: da pós-verdade, da fixação das identidades ou do confinamento das classes sociais. Refletindo sobre a necessidade de construir uma sociologia de síntese – capaz de estabelecer vasos comunicantes entre repertórios, sujeitos, opressões -, defende uma sociologia que não se limita à desocultação das realidades, contribuindo também para a transformação das mesmas.</p>
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João Teixeira Lopes, coordenador do IS-UP e presidente da APS, fala-nos de algumas das suas inquietações: da pós-verdade, da fixação das identidades ou do confinamento das classes sociais. Refletindo sobre a necessidade de construir uma sociologia de síntese – capaz de estabelecer vasos comunicantes entre repertórios, sujeitos, opressões -, defende uma sociologia que não se limita à desocultação das realidades, contribuindo também para a transformação das mesmas.
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