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        <description>Este podcast é um espaço de participação cidadã de músicos e músicas da cidade do Porto – e de todo o país – que, através da opção pela liberdade criativa, todos os dias reinventam os nossos quotidianos através das possibilidades de realização, de liberdade e de resistência oferecidas pelo trabalho artístico dos sons e das palavras.
No atual contexto, as nossas conversas serão em formato online, e irão abordar os principais impactos da pandemia COVID-19 nas condições de trabalho e no dia-a-dia destes músicos e músicas, bem como as estratégias que estes têm encontrado para enfrentar e dar resposta aos novos desafios de que os seus quotidianos hoje se preenchem. 
Coordenação: Paula Guerra</description>
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        <copyright>© 2020 up.pt/casacomum</copyright>
        
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                <itunes:subtitle>Este podcast é um espaço de participação cidadã de músicos e músicas da cidade do Porto – e de todo o país – que, através da opção pela liberdade criativa, todos os dias reinventam os nossos quotidianos através das possibilidades de realização, de liberdade e de resistência oferecidas pelo trabalho artístico dos sons e das palavras.
No atual contexto, as nossas conversas serão em formato online, e irão abordar os principais impactos da pandemia COVID-19 nas condições de trabalho e no dia-a-dia destes músicos e músicas, bem como as estratégias que estes têm encontrado para enfrentar e dar resposta aos novos desafios de que os seus quotidianos hoje se preenchem. 
Coordenação: Paula Guerra</itunes:subtitle>
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No atual contexto, as nossas conversas serão em formato online, e irão abordar os principais impactos da pandemia COVID-19 nas condições de trabalho e no dia-a-dia destes músicos e músicas, bem como as estratégias que estes têm encontrado para enfrentar e dar resposta aos novos desafios de que os seus quotidianos hoje se preenchem. 
Coordenação: Paula Guerra</itunes:summary>
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                <pubDate>Fri, 22 Oct 2021 16:35:14 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Vítor Rua nasceu em Mesão Frio em 1961. Em 1980, no Porto, funda o grupo rock GNR. Em 1982 cria, com Jorge Lima Barreto, os TELECTU, grupo de música improvisada e eletroacústica <em>live</em>. Dele se disse: “a sua obra reflete um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, de recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais”. Tido como o Zappa português, Vítor sempre recusou classificações, pois não é fácil categorizá-lo. Do rock ao jazz, da improvisada à contemporânea, dos GNR aos TELECTU, mas igualmente a solo, é uma personagem singular na música portuguesa aberta à mistura, ao hibridismo, à velocidade, ao cosmopolitismo, à vertigem. À semelhança de Zappa, o humor e a ironia utilizados para comentar a contemporaneidade desempenham um papel importante na sua postura enquanto músico e compositor.</p>



<p>——————————-</p>



<p><strong>Para saber e ouvir mais:</strong></p>



<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua">https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua</a></p>



<p><a href="https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/">https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/</a></p>



<p><a href="https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/">https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/</a></p>



<p><a href="https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/">https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/</a></p>



<p><a href="https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818">https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818</a></p>



<p>——————————-</p>



<p><strong>Excertos musicais:</strong></p>



<p>GNR, Portugal na CEE, 1981</p>



<p>GNR, Espelho Meu, 1981</p>



<p>GNR, Hardcore (1º Escalão), 1982</p>



<p>GNR, Avarias, 1982</p>
]]>
                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Vítor Rua nasceu em Mesão Frio em 1961. Em 1980, no Porto, funda o grupo rock GNR. Em 1982 cria, com Jorge Lima Barreto, os TELECTU, grupo de música improvisada e eletroacústica live. Dele se disse: “a sua obra reflete um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, de recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais”. Tido como o Zappa português, Vítor sempre recusou classificações, pois não é fácil categorizá-lo. Do rock ao jazz, da improvisada à contemporânea, dos GNR aos TELECTU, mas igualmente a solo, é uma personagem singular na música portuguesa aberta à mistura, ao hibridismo, à velocidade, ao cosmopolitismo, à vertigem. À semelhança de Zappa, o humor e a ironia utilizados para comentar a contemporaneidade desempenham um papel importante na sua postura enquanto músico e compositor.



——————————-



Para saber e ouvir mais:



https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua



https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/



https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/



https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/



https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818



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Excertos musicais:



GNR, Portugal na CEE, 1981



GNR, Espelho Meu, 1981



GNR, Hardcore (1º Escalão), 1982



GNR, Avarias, 1982
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                    <![CDATA[
<p>Vítor Rua nasceu em Mesão Frio em 1961. Em 1980, no Porto, funda o grupo rock GNR. Em 1982 cria, com Jorge Lima Barreto, os TELECTU, grupo de música improvisada e eletroacústica <em>live</em>. Dele se disse: “a sua obra reflete um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, de recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais”. Tido como o Zappa português, Vítor sempre recusou classificações, pois não é fácil categorizá-lo. Do rock ao jazz, da improvisada à contemporânea, dos GNR aos TELECTU, mas igualmente a solo, é uma personagem singular na música portuguesa aberta à mistura, ao hibridismo, à velocidade, ao cosmopolitismo, à vertigem. À semelhança de Zappa, o humor e a ironia utilizados para comentar a contemporaneidade desempenham um papel importante na sua postura enquanto músico e compositor.</p>



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<p><strong>Para saber e ouvir mais:</strong></p>



<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua">https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua</a></p>



<p><a href="https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/">https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/</a></p>



<p><a href="https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/">https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/</a></p>



<p><a href="https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/">https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/</a></p>



<p><a href="https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818">https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818</a></p>



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<p><strong>Excertos musicais:</strong></p>



<p>GNR, Portugal na CEE, 1981</p>



<p>GNR, Espelho Meu, 1981</p>



<p>GNR, Hardcore (1º Escalão), 1982</p>



<p>GNR, Avarias, 1982</p>
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Vítor Rua nasceu em Mesão Frio em 1961. Em 1980, no Porto, funda o grupo rock GNR. Em 1982 cria, com Jorge Lima Barreto, os TELECTU, grupo de música improvisada e eletroacústica live. Dele se disse: “a sua obra reflete um trabalho de recorte pós-moderno, preliminar, variegado, de recusa empirista da confinação cultural, laivo nas fronteiras estilísticas e ideoletais”. Tido como o Zappa português, Vítor sempre recusou classificações, pois não é fácil categorizá-lo. Do rock ao jazz, da improvisada à contemporânea, dos GNR aos TELECTU, mas igualmente a solo, é uma personagem singular na música portuguesa aberta à mistura, ao hibridismo, à velocidade, ao cosmopolitismo, à vertigem. À semelhança de Zappa, o humor e a ironia utilizados para comentar a contemporaneidade desempenham um papel importante na sua postura enquanto músico e compositor.



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Para saber e ouvir mais:



https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitor_Rua



https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-se-algum-dos-gnr-em-1984-ouvisse-isto-acharia-ficcao-cientifica/



https://www.rimasebatidas.pt/vitor-rua-as-grandes-revolucoes-nao-sao-andar-a-procura-do-que-as-pessoas-consomem-agora-e-dar-lhes-exactamente-isso/



https://giradiscos.me/2020/04/28/dez-discos-que-definiram-o-meu-gosto-vitor-rua/



https://www.publico.pt/2017/10/31/culturaipsilon/entrevista/vitor-rua-um-musico-sem-lugar-a-criar-o-seu-proprio-lugar-1790818



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Excertos musicais:



GNR, Portugal na CEE, 1981



GNR, Espelho Meu, 1981



GNR, Hardcore (1º Escalão), 1982



GNR, Avarias, 1982
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                <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 01:29:33 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Músico multifacetado e prolífico, Vítor Rua obriga a uma entrevista em duas partes: na segunda, Paula Guerra trocará palavras com a <em>persona</em> rock de Vítor Rua; nesta primeira, Paulo Gusmão Guedes tenta abordar a sua produção na área da música contemporânea, improvisada ou escrita, incluindo expressões pós-rock ou pós-jazz, palavras convenientes para (não) descrever uma música que tem o seu quê de indescritível.</p>



<p>Por isso mesmo, citam-se e ligam-se abaixo (Spotify ou Youtube), na mesma ordem em que são abordadas na entrevista, as obras que Vítor Rua escolhe para representarem momentos-chave da sua carreira, assim como outras de que é autor e que vai referindo ao longo de uma conversa que é tudo menos linear, e também por isso mais interessante.</p>



<p>Como de outras músicas também se fala – de Toy e Hildegarda de Bingen, Stockhausen e Monk, Zappa e Zorn, Vangelis e Terterian – aproveita-se ainda para incluir ligações a obras destes dois últimos que suscitam rasgados elogios de Vítor Rua.</p>



<p>Boas audições e felizes descobertas.</p>



<p>GNR: <a href="https://open.spotify.com/album/047x3fJNZ0yiitxxFYVzaC?si=a14I3TnvTvC9typjGtTYMA&amp;dl_branch=1">Independança</a></p>



<p>Telectu: <a href="https://open.spotify.com/album/4v2xjDTIj7lYEC6dNfUyE5?si=PHyfNhJSRGKleOh8wpU0Xg&amp;dl_branch=1,">Ctu Telectu</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/7Mo8rmhy3L9N6DzeScEfog?si=L3GkHUrRSG-yNV_FHFjECg&amp;dl_branch=1">Belzebu</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=W61AcOdK5FA">Telectu Live at Cafe Oto, 2019 (excerto)</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/0W5Hixz6B1V0Ru3zyKHUUz?si=PJsZz2wkT-6nqBZHEFpn3w&amp;dl_branch=1">Quartetos</a></p>



<p>Vítor Rua: <a href="https://open.spotify.com/album/6ljrYkVJueIKMW1HnFgkxc?si=pvVuBzwOSGWhqwqLR-Jf8w&amp;dl_branch=1">Heavy Mental</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/05teFdc9mVQM0bNWIreTTS?si=wIwtdNpISXCRPyWgymfHJw&amp;dl_branch=1">Uma Vaca Flatterzunge</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6Z8z1W8AxGI&amp;t=190s">Interstellar Overdrive</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/5CRQC1jcJlC2YKewsClPqm?si=xDtbZzvDS2qF39JqoyLbmQ&amp;dl_branch=1">Evangelisation</a></p>



<p>Vangelis: <a href="https://open.spotify.com/album/1j3y8jmH990zoySAiWgjSu?si=BZO2Kj6ZR1ygrGrn8xRMhA&amp;dl_branch=1">Invisible Connections</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/4wC0IlgUIbgVdUm0jH5mPU?si=e9D_TtWwRgqPr3BHyF_eLg&amp;dl_branch=1">Beaubourg</a></p>



<p>Avet Terterian: <a href="https://open.spotify.com/album/1EWdEx7Lo1tox2NLzjFZxB?si=Uz4Yl0b6QCqFM6ZFDrW8qg&amp;dl_branch=1">Sinfonia N.º 3</a></p>



<p>Telectu: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=2MMkWvAwo9I">Rosacruz</a></p>



<p>Vítor Rua: <a href="https://open.spotify.com/album/1oDfGHwe3OkBn6mhJXT2v6?si=ui-ZQXSqQiSvYQ-xBQqtEg&amp;dl_branch=1">Beatles: The Last Record</a></p>



<p>Vítor Rua &amp; The Metaphysical Angels: <a href="https://open.spotify.com/album/37D5XPmYxqCgsPfPiiZTud?si=_ZKchvlaT0mqIj3y8CG8tg&amp;dl_branch=1">Do Androids Dream of Electric Guitars?</a></p>
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                    <![CDATA[
Músico multifacetado e prolífico, Vítor Rua obriga a uma entrevista em duas partes: na segunda, Paula Guerra trocará palavras com a persona rock de Vítor Rua; nesta primeira, Paulo Gusmão Guedes tenta abordar a sua produção na área da música contemporânea, improvisada ou escrita, incluindo expressões pós-rock ou pós-jazz, palavras convenientes para (não) descrever uma música que tem o seu quê de indescritível.



Por isso mesmo, citam-se e ligam-se abaixo (Spotify ou Youtube), na mesma ordem em que são abordadas na entrevista, as obras que Vítor Rua escolhe para representarem momentos-chave da sua carreira, assim como outras de que é autor e que vai referindo ao longo de uma conversa que é tudo menos linear, e também por isso mais interessante.



Como de outras músicas também se fala – de Toy e Hildegarda de Bingen, Stockhausen e Monk, Zappa e Zorn, Vangelis e Terterian – aproveita-se ainda para incluir ligações a obras destes dois últimos que suscitam rasgados elogios de Vítor Rua.



Boas audições e felizes descobertas.



GNR: Independança



Telectu: Ctu Telectu, Belzebu, Telectu Live at Cafe Oto, 2019 (excerto), Quartetos



Vítor Rua: Heavy Mental, Uma Vaca Flatterzunge, Interstellar Overdrive, Evangelisation



Vangelis: Invisible Connections, Beaubourg



Avet Terterian: Sinfonia N.º 3



Telectu: Rosacruz



Vítor Rua: Beatles: The Last Record



Vítor Rua & The Metaphysical Angels: Do Androids Dream of Electric Guitars?
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                    <![CDATA[4. Vítor Rua]]>
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                <content:encoded>
                    <![CDATA[
<p>Músico multifacetado e prolífico, Vítor Rua obriga a uma entrevista em duas partes: na segunda, Paula Guerra trocará palavras com a <em>persona</em> rock de Vítor Rua; nesta primeira, Paulo Gusmão Guedes tenta abordar a sua produção na área da música contemporânea, improvisada ou escrita, incluindo expressões pós-rock ou pós-jazz, palavras convenientes para (não) descrever uma música que tem o seu quê de indescritível.</p>



<p>Por isso mesmo, citam-se e ligam-se abaixo (Spotify ou Youtube), na mesma ordem em que são abordadas na entrevista, as obras que Vítor Rua escolhe para representarem momentos-chave da sua carreira, assim como outras de que é autor e que vai referindo ao longo de uma conversa que é tudo menos linear, e também por isso mais interessante.</p>



<p>Como de outras músicas também se fala – de Toy e Hildegarda de Bingen, Stockhausen e Monk, Zappa e Zorn, Vangelis e Terterian – aproveita-se ainda para incluir ligações a obras destes dois últimos que suscitam rasgados elogios de Vítor Rua.</p>



<p>Boas audições e felizes descobertas.</p>



<p>GNR: <a href="https://open.spotify.com/album/047x3fJNZ0yiitxxFYVzaC?si=a14I3TnvTvC9typjGtTYMA&amp;dl_branch=1">Independança</a></p>



<p>Telectu: <a href="https://open.spotify.com/album/4v2xjDTIj7lYEC6dNfUyE5?si=PHyfNhJSRGKleOh8wpU0Xg&amp;dl_branch=1,">Ctu Telectu</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/7Mo8rmhy3L9N6DzeScEfog?si=L3GkHUrRSG-yNV_FHFjECg&amp;dl_branch=1">Belzebu</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=W61AcOdK5FA">Telectu Live at Cafe Oto, 2019 (excerto)</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/0W5Hixz6B1V0Ru3zyKHUUz?si=PJsZz2wkT-6nqBZHEFpn3w&amp;dl_branch=1">Quartetos</a></p>



<p>Vítor Rua: <a href="https://open.spotify.com/album/6ljrYkVJueIKMW1HnFgkxc?si=pvVuBzwOSGWhqwqLR-Jf8w&amp;dl_branch=1">Heavy Mental</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/05teFdc9mVQM0bNWIreTTS?si=wIwtdNpISXCRPyWgymfHJw&amp;dl_branch=1">Uma Vaca Flatterzunge</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6Z8z1W8AxGI&amp;t=190s">Interstellar Overdrive</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/5CRQC1jcJlC2YKewsClPqm?si=xDtbZzvDS2qF39JqoyLbmQ&amp;dl_branch=1">Evangelisation</a></p>



<p>Vangelis: <a href="https://open.spotify.com/album/1j3y8jmH990zoySAiWgjSu?si=BZO2Kj6ZR1ygrGrn8xRMhA&amp;dl_branch=1">Invisible Connections</a>, <a href="https://open.spotify.com/album/4wC0IlgUIbgVdUm0jH5mPU?si=e9D_TtWwRgqPr3BHyF_eLg&amp;dl_branch=1">Beaubourg</a></p>



<p>Avet Terterian: <a href="https://open.spotify.com/album/1EWdEx7Lo1tox2NLzjFZxB?si=Uz4Yl0b6QCqFM6ZFDrW8qg&amp;dl_branch=1">Sinfonia N.º 3</a></p>



<p>Telectu: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=2MMkWvAwo9I">Rosacruz</a></p>



<p>Vítor Rua: <a href="https://open.spotify.com/album/1oDfGHwe3OkBn6mhJXT2v6?si=ui-ZQXSqQiSvYQ-xBQqtEg&amp;dl_branch=1">Beatles: The Last Record</a></p>



<p>Vítor Rua &amp; The Metaphysical Angels: <a href="https://open.spotify.com/album/37D5XPmYxqCgsPfPiiZTud?si=_ZKchvlaT0mqIj3y8CG8tg&amp;dl_branch=1">Do Androids Dream of Electric Guitars?</a></p>
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                    <![CDATA[
Músico multifacetado e prolífico, Vítor Rua obriga a uma entrevista em duas partes: na segunda, Paula Guerra trocará palavras com a persona rock de Vítor Rua; nesta primeira, Paulo Gusmão Guedes tenta abordar a sua produção na área da música contemporânea, improvisada ou escrita, incluindo expressões pós-rock ou pós-jazz, palavras convenientes para (não) descrever uma música que tem o seu quê de indescritível.



Por isso mesmo, citam-se e ligam-se abaixo (Spotify ou Youtube), na mesma ordem em que são abordadas na entrevista, as obras que Vítor Rua escolhe para representarem momentos-chave da sua carreira, assim como outras de que é autor e que vai referindo ao longo de uma conversa que é tudo menos linear, e também por isso mais interessante.



Como de outras músicas também se fala – de Toy e Hildegarda de Bingen, Stockhausen e Monk, Zappa e Zorn, Vangelis e Terterian – aproveita-se ainda para incluir ligações a obras destes dois últimos que suscitam rasgados elogios de Vítor Rua.



Boas audições e felizes descobertas.



GNR: Independança



Telectu: Ctu Telectu, Belzebu, Telectu Live at Cafe Oto, 2019 (excerto), Quartetos



Vítor Rua: Heavy Mental, Uma Vaca Flatterzunge, Interstellar Overdrive, Evangelisation



Vangelis: Invisible Connections, Beaubourg



Avet Terterian: Sinfonia N.º 3



Telectu: Rosacruz



Vítor Rua: Beatles: The Last Record



Vítor Rua & The Metaphysical Angels: Do Androids Dream of Electric Guitars?
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                    <![CDATA[up.pt/casacomum]]>
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                    <![CDATA[3. Victor Torpedo]]>
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                <pubDate>Mon, 14 Jun 2021 19:30:13 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Victor Torpedo – também conhecido por Victor Silveira, Victor Clash, Vitinho, o espanholito da Sé Velha de Coimbra – nasceu em 1972 em Coimbra. A partir dos 14 foi só punk, rock’n’roll e rockabilly, primeiro com Paulo Eno e os Objectos Perdidos, depois outro Paulo e os Tédio Boys, Subway Riders, 77 e os épicos The Parkinsons. “Sou como o Lou Reed, trabalhou meio dia e desistiu”, disse. Acabou de lançar, em março de 2021, o quinto álbum a solo intitulado “Punk/Pop and Soft Rage” pela Lux Records. Chegou a chamar casa a Inglaterra, sentiu na pele a London Calling, mas voltou a Coimbra para estar “com o gangue”. Pintor e boxista nas horas vagas, Torpedo – como o herói da banda desenhada – assume que gosta de tudo olhos nos olhos, não gosta de atuações online, prefere a presença carnal da música. Para Victor, o “punk é mais do que só uma mera referência musical ou só uma estrada musical, são várias. Para mim o punk é multiplicação, diversidade e liberdade.”</p>



<p>———————————-</p>



<p>Para saber e ouvir mais:</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&amp;list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&amp;index=2">https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&amp;list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&amp;index=2</a></p>



<p><a href="https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/">https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/</a></p>



<p><a href="https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo">https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo</a></p>



<p><a href="https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_'meet_my_tribe'">https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_’meet_my_tribe’</a></p>



<p>———————————-</p>



<p>Música – excertos de:</p>



<p>Tédio Boys, <em>Interstate 17</em>; The Parkinsons, <em>Somerstown</em>; Victor Torpedo, <em>Sound and the Fury</em></p>
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                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Victor Torpedo – também conhecido por Victor Silveira, Victor Clash, Vitinho, o espanholito da Sé Velha de Coimbra – nasceu em 1972 em Coimbra. A partir dos 14 foi só punk, rock’n’roll e rockabilly, primeiro com Paulo Eno e os Objectos Perdidos, depois outro Paulo e os Tédio Boys, Subway Riders, 77 e os épicos The Parkinsons. “Sou como o Lou Reed, trabalhou meio dia e desistiu”, disse. Acabou de lançar, em março de 2021, o quinto álbum a solo intitulado “Punk/Pop and Soft Rage” pela Lux Records. Chegou a chamar casa a Inglaterra, sentiu na pele a London Calling, mas voltou a Coimbra para estar “com o gangue”. Pintor e boxista nas horas vagas, Torpedo – como o herói da banda desenhada – assume que gosta de tudo olhos nos olhos, não gosta de atuações online, prefere a presença carnal da música. Para Victor, o “punk é mais do que só uma mera referência musical ou só uma estrada musical, são várias. Para mim o punk é multiplicação, diversidade e liberdade.”



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Para saber e ouvir mais:



https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&index=2



https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/



https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo



https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_’meet_my_tribe’



———————————-



Música – excertos de:



Tédio Boys, Interstate 17; The Parkinsons, Somerstown; Victor Torpedo, Sound and the Fury
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                                <itunes:title>
                    <![CDATA[3. Victor Torpedo]]>
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                    <![CDATA[
<p>Victor Torpedo – também conhecido por Victor Silveira, Victor Clash, Vitinho, o espanholito da Sé Velha de Coimbra – nasceu em 1972 em Coimbra. A partir dos 14 foi só punk, rock’n’roll e rockabilly, primeiro com Paulo Eno e os Objectos Perdidos, depois outro Paulo e os Tédio Boys, Subway Riders, 77 e os épicos The Parkinsons. “Sou como o Lou Reed, trabalhou meio dia e desistiu”, disse. Acabou de lançar, em março de 2021, o quinto álbum a solo intitulado “Punk/Pop and Soft Rage” pela Lux Records. Chegou a chamar casa a Inglaterra, sentiu na pele a London Calling, mas voltou a Coimbra para estar “com o gangue”. Pintor e boxista nas horas vagas, Torpedo – como o herói da banda desenhada – assume que gosta de tudo olhos nos olhos, não gosta de atuações online, prefere a presença carnal da música. Para Victor, o “punk é mais do que só uma mera referência musical ou só uma estrada musical, são várias. Para mim o punk é multiplicação, diversidade e liberdade.”</p>



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<p>Para saber e ouvir mais:</p>



<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&amp;list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&amp;index=2">https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&amp;list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&amp;index=2</a></p>



<p><a href="https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/">https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/</a></p>



<p><a href="https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo">https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo</a></p>



<p><a href="https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_'meet_my_tribe'">https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_’meet_my_tribe’</a></p>



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<p>Música – excertos de:</p>



<p>Tédio Boys, <em>Interstate 17</em>; The Parkinsons, <em>Somerstown</em>; Victor Torpedo, <em>Sound and the Fury</em></p>
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                    <![CDATA[
Victor Torpedo – também conhecido por Victor Silveira, Victor Clash, Vitinho, o espanholito da Sé Velha de Coimbra – nasceu em 1972 em Coimbra. A partir dos 14 foi só punk, rock’n’roll e rockabilly, primeiro com Paulo Eno e os Objectos Perdidos, depois outro Paulo e os Tédio Boys, Subway Riders, 77 e os épicos The Parkinsons. “Sou como o Lou Reed, trabalhou meio dia e desistiu”, disse. Acabou de lançar, em março de 2021, o quinto álbum a solo intitulado “Punk/Pop and Soft Rage” pela Lux Records. Chegou a chamar casa a Inglaterra, sentiu na pele a London Calling, mas voltou a Coimbra para estar “com o gangue”. Pintor e boxista nas horas vagas, Torpedo – como o herói da banda desenhada – assume que gosta de tudo olhos nos olhos, não gosta de atuações online, prefere a presença carnal da música. Para Victor, o “punk é mais do que só uma mera referência musical ou só uma estrada musical, são várias. Para mim o punk é multiplicação, diversidade e liberdade.”



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Para saber e ouvir mais:



https://www.youtube.com/watch?v=sZrp8oQ4zKM&list=PLAoN4Hc24MSkdEo7j_FJslsI9cmYqwjYL&index=2



https://coolectiva.pt/2018/12/30/victor-torpedo-a-minha-carreira-comecou-na-catequese/



https://www.discogs.com/artist/1010498-Victor-Torpedo



https://www.researchgate.net/publication/285894913_From_Coimbra_to_London_to_live_the_punk_dream_and_’meet_my_tribe’



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Música – excertos de:



Tédio Boys, Interstate 17; The Parkinsons, Somerstown; Victor Torpedo, Sound and the Fury
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                    <![CDATA[2. Tó Trips]]>
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                <pubDate>Thu, 13 May 2021 19:43:13 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Tó Trips nasceu em Lisboa, na freguesia do Castelo, em 1966, estando registado em Benfica, onde morou durante a sua infância e juventude, numa rua entre a Praça de Espanha e Sete Rios. Tó tem o <em>rock’n’roll</em> incorporado desde muito cedo, muito por causa do Rock Rendez Vous e do Johnny Guitar. Tó Trips é, manifestamente, um dos músicos portugueses mais interessantes das últimas décadas. Começou nos anos 1980 com os <em>Amen Sacristi</em> e participou nos <em>Santa Maria Gasolina em Teu Ventre!</em>; nos anos 1990, viveu intensamente os <em>Lulu Blind</em>; nos anos 2000, do encontro feliz com Pedro Gonçalves criou os <em>Dead Combo</em>, participou nos <em>Ladrões do Tempo</em> e tem feito constantes incursões a solo. Conversar com o Tó Trips é fazer uma viagem ao Portugal contemporâneo com paragens no <em>punk/hardcore</em>, na <em>no-wave</em>, no <em>jazz</em>, na guitarra de Carlos Paredes, no <em>noise</em>, na <em>world music</em>. É também fazer uma viagem pelo mundo (do <em>rock</em>), não só pelos seus sons, mas pelas suas imagens, artefactos, cenários.</p>



<p>——————————-</p>



<p>Para saber e ouvir mais:</p>



<p><a href="https://www.facebook.com/totripsguitar">https://www.facebook.com/totripsguitar</a></p>



<p><a href="https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/">https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/</a></p>



<p><a href="https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304">https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304</a></p>
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                    <![CDATA[
Tó Trips nasceu em Lisboa, na freguesia do Castelo, em 1966, estando registado em Benfica, onde morou durante a sua infância e juventude, numa rua entre a Praça de Espanha e Sete Rios. Tó tem o rock’n’roll incorporado desde muito cedo, muito por causa do Rock Rendez Vous e do Johnny Guitar. Tó Trips é, manifestamente, um dos músicos portugueses mais interessantes das últimas décadas. Começou nos anos 1980 com os Amen Sacristi e participou nos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre!; nos anos 1990, viveu intensamente os Lulu Blind; nos anos 2000, do encontro feliz com Pedro Gonçalves criou os Dead Combo, participou nos Ladrões do Tempo e tem feito constantes incursões a solo. Conversar com o Tó Trips é fazer uma viagem ao Portugal contemporâneo com paragens no punk/hardcore, na no-wave, no jazz, na guitarra de Carlos Paredes, no noise, na world music. É também fazer uma viagem pelo mundo (do rock), não só pelos seus sons, mas pelas suas imagens, artefactos, cenários.



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Para saber e ouvir mais:



https://www.facebook.com/totripsguitar



https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/



https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304
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                </itunes:subtitle>
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                    <![CDATA[
<p>Tó Trips nasceu em Lisboa, na freguesia do Castelo, em 1966, estando registado em Benfica, onde morou durante a sua infância e juventude, numa rua entre a Praça de Espanha e Sete Rios. Tó tem o <em>rock’n’roll</em> incorporado desde muito cedo, muito por causa do Rock Rendez Vous e do Johnny Guitar. Tó Trips é, manifestamente, um dos músicos portugueses mais interessantes das últimas décadas. Começou nos anos 1980 com os <em>Amen Sacristi</em> e participou nos <em>Santa Maria Gasolina em Teu Ventre!</em>; nos anos 1990, viveu intensamente os <em>Lulu Blind</em>; nos anos 2000, do encontro feliz com Pedro Gonçalves criou os <em>Dead Combo</em>, participou nos <em>Ladrões do Tempo</em> e tem feito constantes incursões a solo. Conversar com o Tó Trips é fazer uma viagem ao Portugal contemporâneo com paragens no <em>punk/hardcore</em>, na <em>no-wave</em>, no <em>jazz</em>, na guitarra de Carlos Paredes, no <em>noise</em>, na <em>world music</em>. É também fazer uma viagem pelo mundo (do <em>rock</em>), não só pelos seus sons, mas pelas suas imagens, artefactos, cenários.</p>



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<p>Para saber e ouvir mais:</p>



<p><a href="https://www.facebook.com/totripsguitar">https://www.facebook.com/totripsguitar</a></p>



<p><a href="https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/">https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/</a></p>



<p><a href="https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304">https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304</a></p>
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Tó Trips nasceu em Lisboa, na freguesia do Castelo, em 1966, estando registado em Benfica, onde morou durante a sua infância e juventude, numa rua entre a Praça de Espanha e Sete Rios. Tó tem o rock’n’roll incorporado desde muito cedo, muito por causa do Rock Rendez Vous e do Johnny Guitar. Tó Trips é, manifestamente, um dos músicos portugueses mais interessantes das últimas décadas. Começou nos anos 1980 com os Amen Sacristi e participou nos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre!; nos anos 1990, viveu intensamente os Lulu Blind; nos anos 2000, do encontro feliz com Pedro Gonçalves criou os Dead Combo, participou nos Ladrões do Tempo e tem feito constantes incursões a solo. Conversar com o Tó Trips é fazer uma viagem ao Portugal contemporâneo com paragens no punk/hardcore, na no-wave, no jazz, na guitarra de Carlos Paredes, no noise, na world music. É também fazer uma viagem pelo mundo (do rock), não só pelos seus sons, mas pelas suas imagens, artefactos, cenários.



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Para saber e ouvir mais:



https://www.facebook.com/totripsguitar



https://www.rastilhorecords.com/pt/artistas/-/to-trips-77/



https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/56304
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                    <![CDATA[1. Paulo Furtado, The Legendary Tigerman]]>
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                <pubDate>Mon, 12 Apr 2021 10:59:18 +0000</pubDate>
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<p>Nascido em Moçambique há 50 anos, Paulo Furtado deu-se a conhecer com os Tédio Boys nos anos 1990. Com o final da banda, fundou, em 2000, os Wraygunn e em 2002 estreou-se a solo, como The Legendary Tigerman. Paulo tem vários mundos e várias artes dentro de si. É compositor de bandas sonoras. É um apaixonado pela fotografia. Produziu inúmeras canções para cinema, tendo-lhe sido atribuído por duas vezes o Prémio Sophia para melhor banda sonora original. Depois de iniciar as conversas com este homem-mundo em 2008, voltamos agora a conversar com o Tigre – neste momento marcante de crise pandémica global – e fomos muito para além do <em>blues</em>.</p>



<p>——————————-</p>



<p>Para saber e ouvir mais:</p>



<p><a href="https://www.thelegendarytigerman.com">https://www.thelegendarytigerman.com</a></p>



<p><a href="https://www.facebook.com/thelegendarytigerman?sk=wall">https://www.facebook.com/thelegendarytigerman?sk=wall</a></p>



<p><a href="https://www.facebook.com/casatigrelisboa">https://www.facebook.com/casatigrelisboa</a></p>
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Nascido em Moçambique há 50 anos, Paulo Furtado deu-se a conhecer com os Tédio Boys nos anos 1990. Com o final da banda, fundou, em 2000, os Wraygunn e em 2002 estreou-se a solo, como The Legendary Tigerman. Paulo tem vários mundos e várias artes dentro de si. É compositor de bandas sonoras. É um apaixonado pela fotografia. Produziu inúmeras canções para cinema, tendo-lhe sido atribuído por duas vezes o Prémio Sophia para melhor banda sonora original. Depois de iniciar as conversas com este homem-mundo em 2008, voltamos agora a conversar com o Tigre – neste momento marcante de crise pandémica global – e fomos muito para além do blues.



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                </itunes:subtitle>
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<p>Nascido em Moçambique há 50 anos, Paulo Furtado deu-se a conhecer com os Tédio Boys nos anos 1990. Com o final da banda, fundou, em 2000, os Wraygunn e em 2002 estreou-se a solo, como The Legendary Tigerman. Paulo tem vários mundos e várias artes dentro de si. É compositor de bandas sonoras. É um apaixonado pela fotografia. Produziu inúmeras canções para cinema, tendo-lhe sido atribuído por duas vezes o Prémio Sophia para melhor banda sonora original. Depois de iniciar as conversas com este homem-mundo em 2008, voltamos agora a conversar com o Tigre – neste momento marcante de crise pandémica global – e fomos muito para além do <em>blues</em>.</p>



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Nascido em Moçambique há 50 anos, Paulo Furtado deu-se a conhecer com os Tédio Boys nos anos 1990. Com o final da banda, fundou, em 2000, os Wraygunn e em 2002 estreou-se a solo, como The Legendary Tigerman. Paulo tem vários mundos e várias artes dentro de si. É compositor de bandas sonoras. É um apaixonado pela fotografia. Produziu inúmeras canções para cinema, tendo-lhe sido atribuído por duas vezes o Prémio Sophia para melhor banda sonora original. Depois de iniciar as conversas com este homem-mundo em 2008, voltamos agora a conversar com o Tigre – neste momento marcante de crise pandémica global – e fomos muito para além do blues.



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