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        <description>Em Off são conversas de bastidores sobre uma exposição, um concerto, um poema, uma performance ou uma colaboração com a Casa que temos em Comum. O pretexto da conversa será sempre satélite da Cultura.
Vamos falar do que esteve a montante da ação que se materializou. E implicou o corpo. Escorregar para o lado invisível dos dias em que tudo acontece Em Off. Espreitar o processo criativo que antecede os holofotes. Que acontece antes da dobra no tecido dos dias se fazer. Antes de estarmos On.
Ah! E… É claro que somos sempre mais generosos na partilha se a conversa for Em Off.
Com Anabela Santos.</description>
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                <itunes:subtitle>Em Off são conversas de bastidores sobre uma exposição, um concerto, um poema, uma performance ou uma colaboração com a Casa que temos em Comum. O pretexto da conversa será sempre satélite da Cultura.
Vamos falar do que esteve a montante da ação que se materializou. E implicou o corpo. Escorregar para o lado invisível dos dias em que tudo acontece Em Off. Espreitar o processo criativo que antecede os holofotes. Que acontece antes da dobra no tecido dos dias se fazer. Antes de estarmos On.
Ah! E… É claro que somos sempre mais generosos na partilha se a conversa for Em Off.
Com Anabela Santos.</itunes:subtitle>
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        <itunes:summary>Em Off são conversas de bastidores sobre uma exposição, um concerto, um poema, uma performance ou uma colaboração com a Casa que temos em Comum. O pretexto da conversa será sempre satélite da Cultura.
Vamos falar do que esteve a montante da ação que se materializou. E implicou o corpo. Escorregar para o lado invisível dos dias em que tudo acontece Em Off. Espreitar o processo criativo que antecede os holofotes. Que acontece antes da dobra no tecido dos dias se fazer. Antes de estarmos On.
Ah! E… É claro que somos sempre mais generosos na partilha se a conversa for Em Off.
Com Anabela Santos.</itunes:summary>
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                    <![CDATA[7. Luís Ceríaco]]>
                </title>
                <pubDate>Thu, 16 Dec 2021 16:53:03 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Cresceu a ver séries de filmes como o “Indiana Jones” e hoje as expedições fazem parte do seu dia-a-dia. Já descobriu mais de 30 novas espécies para a ciência. Quando não está no terreno, é entre cobras e lagartos que encontramos o curador-chefe do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Luís Ceríaco olha para a biodiversidade como quem olha para uma biblioteca. Cada espécie é um livro que conta uma história. Um livro que arde é conhecimento que nunca vamos poder usar no combate a um vírus ou a doenças como o cancro.</p>



<p>Que utilidade tem hoje um Museu de História Natural e da Ciência? A imaginação e a tecnologia são o limite!</p>



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                                    </description>
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Cresceu a ver séries de filmes como o “Indiana Jones” e hoje as expedições fazem parte do seu dia-a-dia. Já descobriu mais de 30 novas espécies para a ciência. Quando não está no terreno, é entre cobras e lagartos que encontramos o curador-chefe do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Luís Ceríaco olha para a biodiversidade como quem olha para uma biblioteca. Cada espécie é um livro que conta uma história. Um livro que arde é conhecimento que nunca vamos poder usar no combate a um vírus ou a doenças como o cancro.



Que utilidade tem hoje um Museu de História Natural e da Ciência? A imaginação e a tecnologia são o limite!






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<p>Cresceu a ver séries de filmes como o “Indiana Jones” e hoje as expedições fazem parte do seu dia-a-dia. Já descobriu mais de 30 novas espécies para a ciência. Quando não está no terreno, é entre cobras e lagartos que encontramos o curador-chefe do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Luís Ceríaco olha para a biodiversidade como quem olha para uma biblioteca. Cada espécie é um livro que conta uma história. Um livro que arde é conhecimento que nunca vamos poder usar no combate a um vírus ou a doenças como o cancro.</p>



<p>Que utilidade tem hoje um Museu de História Natural e da Ciência? A imaginação e a tecnologia são o limite!</p>



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Cresceu a ver séries de filmes como o “Indiana Jones” e hoje as expedições fazem parte do seu dia-a-dia. Já descobriu mais de 30 novas espécies para a ciência. Quando não está no terreno, é entre cobras e lagartos que encontramos o curador-chefe do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Luís Ceríaco olha para a biodiversidade como quem olha para uma biblioteca. Cada espécie é um livro que conta uma história. Um livro que arde é conhecimento que nunca vamos poder usar no combate a um vírus ou a doenças como o cancro.



Que utilidade tem hoje um Museu de História Natural e da Ciência? A imaginação e a tecnologia são o limite!






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                    <![CDATA[6. Mário Bismarck]]>
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                <pubDate>Fri, 09 Jul 2021 15:56:32 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>A propósito da exposição <em>Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto</em>, o <em>Em Off</em> foi conversar com um dos curadores que é também docente da Faculdade de Belas Artes da U.Porto: Mário Bismarck.</p>



<p>Falou-se do papel do desenho como instrumento pedagógico que ajuda a deslaçar o real e que permite, realmente, ver. E dar a ver. Mas não só. Desse distinto “dinossauro”, foi dito que não tem de pertencer ao território da Arte. Para alguns, como o arquiteto Álvaro Siza, é uma necessidade, enquanto que para outros, como o próprio, é uma inquietação.  Nesta era digital, que papel tem o desenho? Pode o excesso ser o descrédito da imagem?</p>



<p>A conversa sobre o pensar visualmente foi parar à Mafaldinha. Como e porquê? Há que ouvir! <em>Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre</em> <em>fronteiras na Universidade do Porto</em> estará patente nas Galerias da Casa Comum de 15 de julho a 25 de setembro.</p>
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                    <![CDATA[
A propósito da exposição Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto, o Em Off foi conversar com um dos curadores que é também docente da Faculdade de Belas Artes da U.Porto: Mário Bismarck.



Falou-se do papel do desenho como instrumento pedagógico que ajuda a deslaçar o real e que permite, realmente, ver. E dar a ver. Mas não só. Desse distinto “dinossauro”, foi dito que não tem de pertencer ao território da Arte. Para alguns, como o arquiteto Álvaro Siza, é uma necessidade, enquanto que para outros, como o próprio, é uma inquietação.  Nesta era digital, que papel tem o desenho? Pode o excesso ser o descrédito da imagem?



A conversa sobre o pensar visualmente foi parar à Mafaldinha. Como e porquê? Há que ouvir! Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto estará patente nas Galerias da Casa Comum de 15 de julho a 25 de setembro.
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<p>A propósito da exposição <em>Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto</em>, o <em>Em Off</em> foi conversar com um dos curadores que é também docente da Faculdade de Belas Artes da U.Porto: Mário Bismarck.</p>



<p>Falou-se do papel do desenho como instrumento pedagógico que ajuda a deslaçar o real e que permite, realmente, ver. E dar a ver. Mas não só. Desse distinto “dinossauro”, foi dito que não tem de pertencer ao território da Arte. Para alguns, como o arquiteto Álvaro Siza, é uma necessidade, enquanto que para outros, como o próprio, é uma inquietação.  Nesta era digital, que papel tem o desenho? Pode o excesso ser o descrédito da imagem?</p>



<p>A conversa sobre o pensar visualmente foi parar à Mafaldinha. Como e porquê? Há que ouvir! <em>Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre</em> <em>fronteiras na Universidade do Porto</em> estará patente nas Galerias da Casa Comum de 15 de julho a 25 de setembro.</p>
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A propósito da exposição Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto, o Em Off foi conversar com um dos curadores que é também docente da Faculdade de Belas Artes da U.Porto: Mário Bismarck.



Falou-se do papel do desenho como instrumento pedagógico que ajuda a deslaçar o real e que permite, realmente, ver. E dar a ver. Mas não só. Desse distinto “dinossauro”, foi dito que não tem de pertencer ao território da Arte. Para alguns, como o arquiteto Álvaro Siza, é uma necessidade, enquanto que para outros, como o próprio, é uma inquietação.  Nesta era digital, que papel tem o desenho? Pode o excesso ser o descrédito da imagem?



A conversa sobre o pensar visualmente foi parar à Mafaldinha. Como e porquê? Há que ouvir! Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto estará patente nas Galerias da Casa Comum de 15 de julho a 25 de setembro.
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                </title>
                <pubDate>Fri, 11 Jun 2021 00:01:00 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>A Comissão Europeia lançou a <strong>New European Bauhaus</strong>, uma iniciativa que tem como valores fundamentais a sustentabilidade, a estética e a inclusão social. É um projeto que se quer assumir pela interdisciplinaridade, sem fronteiras entre ciência, tecnologia, arte e cultura para resolver problemas quotidianos. Legado que foi beber à mítica escola alemã, adaptado agora a novas soluções sustentáveis. Equacionadas localmente.</p>



<p>Neste “palimpsesto” de orientações assenta o fio de prumo do pensamento de José Pedro Sousa. O docente da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto é o único português a integrar a <em>High Level Round Table</em> da New European Bauhaus… Uma espécie de mesa de especialistas, de diferentes áreas, que vão pensar o novo projeto europeu. Que preocupações são as suas? Que princípios da Escola de Arquitetura do Porto vai levar na bagagem? Vamos ouvir?</p>
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A Comissão Europeia lançou a New European Bauhaus, uma iniciativa que tem como valores fundamentais a sustentabilidade, a estética e a inclusão social. É um projeto que se quer assumir pela interdisciplinaridade, sem fronteiras entre ciência, tecnologia, arte e cultura para resolver problemas quotidianos. Legado que foi beber à mítica escola alemã, adaptado agora a novas soluções sustentáveis. Equacionadas localmente.



Neste “palimpsesto” de orientações assenta o fio de prumo do pensamento de José Pedro Sousa. O docente da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto é o único português a integrar a High Level Round Table da New European Bauhaus… Uma espécie de mesa de especialistas, de diferentes áreas, que vão pensar o novo projeto europeu. Que preocupações são as suas? Que princípios da Escola de Arquitetura do Porto vai levar na bagagem? Vamos ouvir?
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<p>Neste “palimpsesto” de orientações assenta o fio de prumo do pensamento de José Pedro Sousa. O docente da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto é o único português a integrar a <em>High Level Round Table</em> da New European Bauhaus… Uma espécie de mesa de especialistas, de diferentes áreas, que vão pensar o novo projeto europeu. Que preocupações são as suas? Que princípios da Escola de Arquitetura do Porto vai levar na bagagem? Vamos ouvir?</p>
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A Comissão Europeia lançou a New European Bauhaus, uma iniciativa que tem como valores fundamentais a sustentabilidade, a estética e a inclusão social. É um projeto que se quer assumir pela interdisciplinaridade, sem fronteiras entre ciência, tecnologia, arte e cultura para resolver problemas quotidianos. Legado que foi beber à mítica escola alemã, adaptado agora a novas soluções sustentáveis. Equacionadas localmente.



Neste “palimpsesto” de orientações assenta o fio de prumo do pensamento de José Pedro Sousa. O docente da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto é o único português a integrar a High Level Round Table da New European Bauhaus… Uma espécie de mesa de especialistas, de diferentes áreas, que vão pensar o novo projeto europeu. Que preocupações são as suas? Que princípios da Escola de Arquitetura do Porto vai levar na bagagem? Vamos ouvir?
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                <title>
                    <![CDATA[4. Susan Meiselas, Lydia Matthews, Beatriz Lacerda – about Travessia ∞ Muxima]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 28 May 2021 10:31:39 +0000</pubDate>
                <dc:creator>up.pt/casacomum</dc:creator>
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                                            <![CDATA[
<p><em>Em Off, Conversa de Bastidores</em> in English should be something like “<em>Off record, Backstage Talk</em>”. This one will have three guests.</p>



<p><strong>Susan Meiselas</strong> is the president of the Magnum Foundation since 2007 and she has been working in the documentation of human rights issues for more than 40 years. It was <strong>Lydia Matthews</strong>, a Brooklyn and Athens based educator, contemporary art curator, and cultural activist, who challenged her to create an exhibition for the <em>Biennial of Photography of Porto</em>. Due to the pandemic, Susan Meiselas could not come and do her research physically so <strong>Beatriz Lacerda</strong>, a sociology student of the Faculty of Arts and Humanities of the University of Porto, was her eyes and feet on the ground – as also were many other members of the black community living in the city. <em>Travessia</em> is, therefore, a collaborative project. The result? A whole new city of Porto unfolds before our eyes!</p>



<p>Come and see the exhibition for yourself, <strong>till the 27<sup>th</sup> of June</strong>, in <strong>Casa Comum</strong>, at the historical building of the rectory of the University of Porto.</p>
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                                    </description>
                <itunes:subtitle>
                    <![CDATA[
Em Off, Conversa de Bastidores in English should be something like “Off record, Backstage Talk”. This one will have three guests.



Susan Meiselas is the president of the Magnum Foundation since 2007 and she has been working in the documentation of human rights issues for more than 40 years. It was Lydia Matthews, a Brooklyn and Athens based educator, contemporary art curator, and cultural activist, who challenged her to create an exhibition for the Biennial of Photography of Porto. Due to the pandemic, Susan Meiselas could not come and do her research physically so Beatriz Lacerda, a sociology student of the Faculty of Arts and Humanities of the University of Porto, was her eyes and feet on the ground – as also were many other members of the black community living in the city. Travessia is, therefore, a collaborative project. The result? A whole new city of Porto unfolds before our eyes!



Come and see the exhibition for yourself, till the 27th of June, in Casa Comum, at the historical building of the rectory of the University of Porto.
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                    <![CDATA[4. Susan Meiselas, Lydia Matthews, Beatriz Lacerda – about Travessia ∞ Muxima]]>
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<p><em>Em Off, Conversa de Bastidores</em> in English should be something like “<em>Off record, Backstage Talk</em>”. This one will have three guests.</p>



<p><strong>Susan Meiselas</strong> is the president of the Magnum Foundation since 2007 and she has been working in the documentation of human rights issues for more than 40 years. It was <strong>Lydia Matthews</strong>, a Brooklyn and Athens based educator, contemporary art curator, and cultural activist, who challenged her to create an exhibition for the <em>Biennial of Photography of Porto</em>. Due to the pandemic, Susan Meiselas could not come and do her research physically so <strong>Beatriz Lacerda</strong>, a sociology student of the Faculty of Arts and Humanities of the University of Porto, was her eyes and feet on the ground – as also were many other members of the black community living in the city. <em>Travessia</em> is, therefore, a collaborative project. The result? A whole new city of Porto unfolds before our eyes!</p>



<p>Come and see the exhibition for yourself, <strong>till the 27<sup>th</sup> of June</strong>, in <strong>Casa Comum</strong>, at the historical building of the rectory of the University of Porto.</p>
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                    <![CDATA[
Em Off, Conversa de Bastidores in English should be something like “Off record, Backstage Talk”. This one will have three guests.



Susan Meiselas is the president of the Magnum Foundation since 2007 and she has been working in the documentation of human rights issues for more than 40 years. It was Lydia Matthews, a Brooklyn and Athens based educator, contemporary art curator, and cultural activist, who challenged her to create an exhibition for the Biennial of Photography of Porto. Due to the pandemic, Susan Meiselas could not come and do her research physically so Beatriz Lacerda, a sociology student of the Faculty of Arts and Humanities of the University of Porto, was her eyes and feet on the ground – as also were many other members of the black community living in the city. Travessia is, therefore, a collaborative project. The result? A whole new city of Porto unfolds before our eyes!



Come and see the exhibition for yourself, till the 27th of June, in Casa Comum, at the historical building of the rectory of the University of Porto.
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                <title>
                    <![CDATA[3. António Faria]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 21 May 2021 16:52:56 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p>Pode aproximar-se. Uns passos em frente ajudam sempre a deslaçar a ramagem daquele abraço de imersão. Mas também se pode afastar para ter uma panorâmica mais abrangente do quadro que o vai engolir. Uma sensação que António Faria gosta de explorar. <em>Entre Folhas, Sobre Paredes</em> é o nome da exposição que nos dá a ilusão de um mergulho na floresta. Vive e trabalha em Lisboa, onde nasceu, mas é essencialmente a paisagem de Sintra, onde viveu na adolescência, que marca o trabalho deste designer gráfico, professor e artista plástico. E é de tudo isto que nos fala. E da paixão pelos discos de vinil.</p>



<p>O encontro com a floresta de António Faria faz-se <em>Entre Folhas, Sobre Paredes</em> na <strong>Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva</strong> do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Ali na Rua do Campo Alegre<strong>.</strong> É uma experiência imersiva, tão ameaçadora ou tranquila… quanto a nossa / vossa imaginação o permitir. Está patente <strong>até ao dia</strong> <strong>6 de junho</strong>… por isso não deixe para depois… A entrada é livre.</p>
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                    <![CDATA[
Pode aproximar-se. Uns passos em frente ajudam sempre a deslaçar a ramagem daquele abraço de imersão. Mas também se pode afastar para ter uma panorâmica mais abrangente do quadro que o vai engolir. Uma sensação que António Faria gosta de explorar. Entre Folhas, Sobre Paredes é o nome da exposição que nos dá a ilusão de um mergulho na floresta. Vive e trabalha em Lisboa, onde nasceu, mas é essencialmente a paisagem de Sintra, onde viveu na adolescência, que marca o trabalho deste designer gráfico, professor e artista plástico. E é de tudo isto que nos fala. E da paixão pelos discos de vinil.



O encontro com a floresta de António Faria faz-se Entre Folhas, Sobre Paredes na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Ali na Rua do Campo Alegre. É uma experiência imersiva, tão ameaçadora ou tranquila… quanto a nossa / vossa imaginação o permitir. Está patente até ao dia 6 de junho… por isso não deixe para depois… A entrada é livre.
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<p>Pode aproximar-se. Uns passos em frente ajudam sempre a deslaçar a ramagem daquele abraço de imersão. Mas também se pode afastar para ter uma panorâmica mais abrangente do quadro que o vai engolir. Uma sensação que António Faria gosta de explorar. <em>Entre Folhas, Sobre Paredes</em> é o nome da exposição que nos dá a ilusão de um mergulho na floresta. Vive e trabalha em Lisboa, onde nasceu, mas é essencialmente a paisagem de Sintra, onde viveu na adolescência, que marca o trabalho deste designer gráfico, professor e artista plástico. E é de tudo isto que nos fala. E da paixão pelos discos de vinil.</p>



<p>O encontro com a floresta de António Faria faz-se <em>Entre Folhas, Sobre Paredes</em> na <strong>Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva</strong> do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Ali na Rua do Campo Alegre<strong>.</strong> É uma experiência imersiva, tão ameaçadora ou tranquila… quanto a nossa / vossa imaginação o permitir. Está patente <strong>até ao dia</strong> <strong>6 de junho</strong>… por isso não deixe para depois… A entrada é livre.</p>
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Pode aproximar-se. Uns passos em frente ajudam sempre a deslaçar a ramagem daquele abraço de imersão. Mas também se pode afastar para ter uma panorâmica mais abrangente do quadro que o vai engolir. Uma sensação que António Faria gosta de explorar. Entre Folhas, Sobre Paredes é o nome da exposição que nos dá a ilusão de um mergulho na floresta. Vive e trabalha em Lisboa, onde nasceu, mas é essencialmente a paisagem de Sintra, onde viveu na adolescência, que marca o trabalho deste designer gráfico, professor e artista plástico. E é de tudo isto que nos fala. E da paixão pelos discos de vinil.



O encontro com a floresta de António Faria faz-se Entre Folhas, Sobre Paredes na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Ali na Rua do Campo Alegre. É uma experiência imersiva, tão ameaçadora ou tranquila… quanto a nossa / vossa imaginação o permitir. Está patente até ao dia 6 de junho… por isso não deixe para depois… A entrada é livre.
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                    <![CDATA[2. Virgílio Ferreira – sobre a Bienal de Fotografia do Porto]]>
                </title>
                <pubDate>Sat, 15 May 2021 00:14:38 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p><em>O que acontece com o mundo acontece connosco</em> é o mote da edição de 2021 da <strong>Bienal de Fotografia do Porto</strong>, que traz 19 exposições visitáveis no Porto, Lisboa e <em>online</em>. São “diferentes perspetivas sobre problemas locais e globais”, diz-nos o diretor artístico, Virgílio Ferreira, inicialmente transmitidas aos artistas e curadores como forma de desafio, e cujo resultado é agora apresentado ao público, num exercício que convida à reflexão em conjunto.</p>



<p><em>Travessia ∞ Muxima</em> é o nome da exposição patente <strong>até 27 de junho</strong> nas galerias da Casa Comum, no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto.<strong> </strong>O diretor artístico da Bienal fala-nos de uma “viagem incrível” por uma cidade do Porto desconhecida para a maior parte dos habitantes, trazendo para o palco mediático “uma comunidade que passa por invisível”<strong>.</strong></p>
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                    <![CDATA[
O que acontece com o mundo acontece connosco é o mote da edição de 2021 da Bienal de Fotografia do Porto, que traz 19 exposições visitáveis no Porto, Lisboa e online. São “diferentes perspetivas sobre problemas locais e globais”, diz-nos o diretor artístico, Virgílio Ferreira, inicialmente transmitidas aos artistas e curadores como forma de desafio, e cujo resultado é agora apresentado ao público, num exercício que convida à reflexão em conjunto.



Travessia ∞ Muxima é o nome da exposição patente até 27 de junho nas galerias da Casa Comum, no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto. O diretor artístico da Bienal fala-nos de uma “viagem incrível” por uma cidade do Porto desconhecida para a maior parte dos habitantes, trazendo para o palco mediático “uma comunidade que passa por invisível”.
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<p><em>O que acontece com o mundo acontece connosco</em> é o mote da edição de 2021 da <strong>Bienal de Fotografia do Porto</strong>, que traz 19 exposições visitáveis no Porto, Lisboa e <em>online</em>. São “diferentes perspetivas sobre problemas locais e globais”, diz-nos o diretor artístico, Virgílio Ferreira, inicialmente transmitidas aos artistas e curadores como forma de desafio, e cujo resultado é agora apresentado ao público, num exercício que convida à reflexão em conjunto.</p>



<p><em>Travessia ∞ Muxima</em> é o nome da exposição patente <strong>até 27 de junho</strong> nas galerias da Casa Comum, no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto.<strong> </strong>O diretor artístico da Bienal fala-nos de uma “viagem incrível” por uma cidade do Porto desconhecida para a maior parte dos habitantes, trazendo para o palco mediático “uma comunidade que passa por invisível”<strong>.</strong></p>
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O que acontece com o mundo acontece connosco é o mote da edição de 2021 da Bienal de Fotografia do Porto, que traz 19 exposições visitáveis no Porto, Lisboa e online. São “diferentes perspetivas sobre problemas locais e globais”, diz-nos o diretor artístico, Virgílio Ferreira, inicialmente transmitidas aos artistas e curadores como forma de desafio, e cujo resultado é agora apresentado ao público, num exercício que convida à reflexão em conjunto.



Travessia ∞ Muxima é o nome da exposição patente até 27 de junho nas galerias da Casa Comum, no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto. O diretor artístico da Bienal fala-nos de uma “viagem incrível” por uma cidade do Porto desconhecida para a maior parte dos habitantes, trazendo para o palco mediático “uma comunidade que passa por invisível”.
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                    <![CDATA[1. Volker Schnüttgen]]>
                </title>
                <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 00:03:58 +0000</pubDate>
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                                            <![CDATA[
<p><em>Da Pedra: Experiências Técnico-Poéticas de um Escultor</em> é o nome da exposição que, pela primeira vez, reúne obras representativas de todo o percurso artístico de Volker Schnüttgen. A primeira grande exposição de escultura da Casa Comum dá-nos a conhecer as obras mais representativas de todo o percurso deste artista alemão, radicado em Portugal há mais de 30 anos. Foi pela pedra de Lioz que se apaixonou pelo país e depois… foi ficando.</p>



<p> Conheça um pouco melhor o universo deste escultor para quem elementos como a pedra e madeira começaram a fazer parte da vida, mesmo antes de ter dito a primeira palavra.</p>
]]>
                                    </description>
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Da Pedra: Experiências Técnico-Poéticas de um Escultor é o nome da exposição que, pela primeira vez, reúne obras representativas de todo o percurso artístico de Volker Schnüttgen. A primeira grande exposição de escultura da Casa Comum dá-nos a conhecer as obras mais representativas de todo o percurso deste artista alemão, radicado em Portugal há mais de 30 anos. Foi pela pedra de Lioz que se apaixonou pelo país e depois… foi ficando.



 Conheça um pouco melhor o universo deste escultor para quem elementos como a pedra e madeira começaram a fazer parte da vida, mesmo antes de ter dito a primeira palavra.
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<p><em>Da Pedra: Experiências Técnico-Poéticas de um Escultor</em> é o nome da exposição que, pela primeira vez, reúne obras representativas de todo o percurso artístico de Volker Schnüttgen. A primeira grande exposição de escultura da Casa Comum dá-nos a conhecer as obras mais representativas de todo o percurso deste artista alemão, radicado em Portugal há mais de 30 anos. Foi pela pedra de Lioz que se apaixonou pelo país e depois… foi ficando.</p>



<p> Conheça um pouco melhor o universo deste escultor para quem elementos como a pedra e madeira começaram a fazer parte da vida, mesmo antes de ter dito a primeira palavra.</p>
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Da Pedra: Experiências Técnico-Poéticas de um Escultor é o nome da exposição que, pela primeira vez, reúne obras representativas de todo o percurso artístico de Volker Schnüttgen. A primeira grande exposição de escultura da Casa Comum dá-nos a conhecer as obras mais representativas de todo o percurso deste artista alemão, radicado em Portugal há mais de 30 anos. Foi pela pedra de Lioz que se apaixonou pelo país e depois… foi ficando.



 Conheça um pouco melhor o universo deste escultor para quem elementos como a pedra e madeira começaram a fazer parte da vida, mesmo antes de ter dito a primeira palavra.
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